Xiaoyanglou, encontrá-lo novamente [três]
Xiaoyin, seja forte. Embora essa casa seja meio velha, tipo o ambiente das histórias da Vovó. Mas ainda é uma chance pra você. Pra não dormir na rua e passar fome. Você tem que se jogar de cabeça!" Xiaoyin ficou parada ali, se animando no coração e falando umas paradas pra se dar moral.
Finalmente, sei lá quanto tempo depois, ela foi até a porta e bateu de leve. Ficou ali parada um tempão depois da ponte. Esperando. . . . . . Tomara que alguém encontre e pegue esse trampo. A chama da esperança no meu coração tá sempre acesa, meu coração tá escuro, e tem um ponto de luz no meu peito, que é a chama da esperança.
Até que, depois de um tempão, a porta abriu. Um homem mais velho de meia-idade abriu a porta e deu uma olhada na Xiaoyin. Como ele viu o anúncio de emprego que ele mesmo tinha postado um ano atrás, ele sabia o que a Xiaoyin queria e educadamente convidou ela pra entrar. Perguntou sobre a história da Xiaoyin e confirmou de novo se ela ia ser uma empregada. Depois de confirmar, ele levou a Xiaoyin pra casa da pessoa que realmente queria a Xiaoyin como empregada. O velho é só um velho caseiro. O velho é o servo que via o jovem mestre solitário chorar e balançava a cabeça sem esperança. . . . . . Prédiozinho branco puro, ligando três andares. Na frente do prédiozinho branco puro, tinha uma cerca branca pura, e eles plantavam peônia comum, rosa e lírio. . . . . . Do lado esquerdo da Xiaoyanglou, tem um jardim de cerejeiras.
Quando o vento sopra, o cheiro suave de cerejeira é soprado ao redor da Xiaoyanglou, cobrindo outras flores, e a Xiaoyanglou parece estar imersa no mar de tristeza.
A Xiaoyin ficou muito surpresa, ela nunca tinha visto uma casa tão linda, ela sentiu que essa casa é tipo uma princesa de conto de fadas vivendo no palácio, a Xiaoyin não é uma princesa, então ela só consegue fantasiar sobre a aparência do palácio da princesa, nunca espera que ela vá morar em uma casa tão linda pra ela no futuro, sério...
"Xiaoyin, entra e diz que o caseiro Chen pediu pra você vir." Aí o velho virou e foi embora.
A Xiaoyin olhou pro Chen, sempre sentindo que ele tava escondendo alguma coisa. Mas eu não dei bola pra isso. Ela entrou no prédiozinho com passos leves, mostrando na mente dela inúmeras vezes a imagem de ser contratada como a patroa da empregada. Ela achava que o patrão devia ser muito nobre. Tá escrito bem claro no topo da casa que tem qualidade, razão, bondade e gentileza. A Xiaoyin fantasia sobre o patrão como um anjo, o anjo favorito dela, e um anjo que pode mandar flocos de neve pra ela no inverno.
A Xiaoyin no momento em que abriu a cara de repente ficou sombria, só a fantasia que foi destruída, a sombra do anjo longe da mente dela.
Yongxia! Foi o Yongxia que contratou ela? Bochechas que ela nunca tinha pensado na fantasia dela, ela não sabia o que fazer no momento. Paralisada no lugar.
O Yongxia olhou pra Xiaoyin, franziu a testa e depois empurrou a porta de leve no segundo seguinte e fechou. O Yongxia ouviu a Xiaoyin bater na porta e ficou ali parada, sem saber o que fazer.
"Oi! Fui indicada pelo caseiro Chen. Por favor, abra a porta." A Xiaoyin bateu na porta e gritou, muito ansiosa. Esse trampo é muito importante pra Xiaoyin.
Quando eu ouvi as palavras "Caseiro Chen", o Yongxia parou de franzir a testa, fechou o punho na mão esquerda e mexeu a boca. O Chen Guanjia é a terceira pessoa que mais se importa com ele além dos pais adotivos dele. Quando era criança, ele considerava o Caseiro Chen como o pai dele que morreu na jihad por um tempo. Um vampiro com uma certa posição no clã do sangue. Triste de novo no fundo do coração do Yongxia borbulhando.
Abre a porta, o Yongxia virou e entrou, sentando no sofá branco. Eu não fiz barulho e esqueci de deixar a Xiaoyin sentar.
"Bem, eu tô aqui pra me candidatar pra vaga de empregada. O Caseiro Chen pediu pra eu vir. Você é o patrão?" A Xiaoyin abaixou a raiva e usou a voz mais educada pra falar com o Yongxia. Se não fosse pela Xiaoyin precisar desse trampo, a Xiaoyin não ia rebaixar a identidade dela pra falar com o Yongxia, ou com o tom e a atitude mais educados.
O Yongxia assentiu e disse: "O Vovó Chen deixou você vir?" O tom do Yongxia esconde uma pontinha de mágoa.
"Hum-hum, sim!"
Depois que a Xiaoyin terminou, o Yongxia nunca mais falou e ficou em silêncio. Ele tá lembrando do Caseiro Chen cuidando dele. O Caseiro Chen não tem filhos e é solteirão, e trata o Yongxia como se fosse seu próprio filho. Quando o Yongxia teve febre, descobriram que ele é um vampiro, mas ele não falou... O Yongxia voltou a ser absoluto, deu uma olhada na Xiaoyin impaciente, se levantou e disse devagar: "Você limpa primeiro!"
"Oh!" A Xiaoyin respondeu fraca, seguindo o Yongxia na sala de estar, quando a Xiaoyin ficou meio em transe, e aí ela se perdeu.
Porque a Xiaoyin ficou parada no meio da sala, com uma escada na frente dela, uma porta trancada na esquerda e uma porta aberta na direita, ela não sabia qual escolher.
Impulsionada pela curiosidade, ela escolheu a escada, e o coração dela de repente apertou. Pra uma garota do interior que nunca tinha visto o mundo antes, talvez isso fosse ver o mundo.
O segundo andar é o lado magnífico. O lustre de cristal tá pendurado no meio da sala de estar. Onde tem um conjunto de sofás bem arrumados? Não tem poeira óbvia nos sofás, o que mostra que ninguém tá sentado há muito tempo. Tem também dois quartos, camas brancas, mesas e cadeiras de mogno. Computadores, condicionadores de ar e ventiladores são colocados em cada quarto...
Virando, ela ficou assustada, e o Yongxia se aproximou dela com uma cara fechada. Ela ficou com tanto medo que deu um passo pra trás até não ter mais pra onde ir, e a Xiaoyin gritou! "Para! Não vai, eu tava errada, eu não devia andar por aí..." Ela falou um monte de desculpas e avaliações da Rory porque ela andou por aí.
O Yongxia tava distraído no processo da avaliação da Xiaoyin. Eu não sei por que eu tava distraído. Eu fiquei paralisado e só fiquei olhando pra ela.
"Eu vou ver se você quer a sua performance depois de limpar tudo." O Yongxia disse e aí foi embora, o caseiro Chen apresentou, o Yongxia vai aceitar, só por aqueles dias de alucinação. O pai do Yongxia, o clã do sangue tem uma certa posição de vampiros. Chen Guanjia, um servo comum, mas amoroso...
A Xiaoyin obedeceu às ordens do Yongxia e limpou cuidadosamente esse prédiozinho. Pra falar a verdade, esse prédiozinho parece tão legal, mas na real tá coberto de poeira, sujo e grosso. O pano precisa ser trocado várias vezes antes de poder ser limpo, senão é quase a mesma coisa que não limpar. O chão tava bem limpo, e a Xiaoyin foi arrastada pra fora sem muito esforço. O que faz a Xiaoyin chorar amargo e mortal no coração dela é o papel de parede e as decorações. O papel de parede é branco puro, exceto no quarto do Yongxia. Contanto que o papel de parede do quarto fique um pouco sujo, a Xiaoyin vai ficar limpando por meio dia e meio morta. Todas as partes das decorações deixam a Xiaoyin muito cansada, e algumas decorações deixam a Xiaoyin quase impossível de esfregar.
O dia inteiro, a sensação de quebrar a cintura correu pro coração da Xiaoyin. Ela nunca tinha feito um trampo desses pra quebrar a cintura nas montanhas. Essa é a primeira vez, e ela se lembra bem disso! O Yongxia deu, e vai ser mais amargo no futuro!