O CHOQUE SÚBITO
No dia seguinte, todo mundo se encontrou na aula de matemática.
E aí, amorzinho, você tá maravilhosa hoje, e não tá com cara de sono... como isso é possível? Você e o Daniel não se falaram? Eu e o Richard, a gente ficou a noite toda conversando. Tá vendo meus olhos inchados? É tudo por causa disso?", a Érica falou, dando um sorrisinho.
Ela foi até o Richard e os dois se beijaram.
"E aí, você quer também?" Daniel sorriu pra ela, perguntando isso.
"Quê?" a Belarina falou, meio confusa.
"Aquele beijo", o Daniel deu uma piscadinha de novo, e eles se beijaram.
Mais tarde, depois que a professora chegou...
Eles sentaram nos lugares deles.
No meio da aula, o Daniel pegou na mão da Belarina e tirou ela da sala.
Ele levou ela para uma sala vazia.
"Eita! Pra onde a gente tá indo? Ah..... Daniel, a aula nem acabou, e você me tirou daqui. Qual é a parada?" a Belarina falou, irritada.
O Daniel levou ela pra dentro da sala.
Lá, ele segurou a mão dela com força e puxou a Belarina pra perto dele.
Ele encostou nos lábios dela.
Ele segurou na cintura dela, ela tava presa no agarramento dele.
Ainda por cima, ele puxou ela pra perto, bem perto.
Tinha só o barulho da respiração deles.
Com uma mão, a Belarina tava na garra dele e a outra mão tava tocando os lábios dela.
Em um minuto, eles estavam sedentos de tesão. A paixão cresceu.
Eles começaram a se beijar, mega animados.
Eles estavam se tocando em todo lugar.
Eles estavam quase se despindo, quando a Belarina empurrou ele.
"Tipo, sério, você não me ama?" o Daniel falou, bufando.
"Não..... Eu só pensei que esse não é o lugar certo pra transar, e eu prefiro não perder minha virgindade assim. Eu quero que seja especial", a Belarina confessou.
"Bem, de verdade.... Eu tô...ah....desculpa. Bem, eu também quero que seja especial. Eu vou fazer com que seja especial", o Daniel falou pra acalmar a Belarina.
"Valeu, Daniel... Eu sabia que você ia entender... Eu quero que aconteça de um jeito especial", a Belarina falou, tímida.
Os dois se beijaram de novo e foram encontrar os amigos.
A Érica tava procurando a Belarina.
"E aí, onde vocês dois foram no meio da aula?
Eu tava te procurando, Belarina....bem...o que aconteceu com seus lábios....eles tão vermelhos", a Érica falou, com carinho.
"Ah...quê..."
"Tipo, o Daniel beijou a Belarina...deu uma marca nos lábios dela. Por isso, ficou vermelho.
"Bem...tá...tá...entendi...parece que alguém te deu isso...não precisa descrever", a Érica falou, com uma vibe de flerte.
A Belarina deu um sorriso sem graça pra ela.
Mais tarde, a Belarina e a Érica foram pra lanchonete.
Os meninos foram jogar basquete.
Depois de pegar um café na lanchonete, as duas foram encontrar os meninos, onde eles estavam jogando.
Elas curtiram o jogo. Os meninos jogam muito bem.
Depois disso, todo mundo foi pros quartos.
POV da Belarina
Ele de repente pegou na minha mão no meio da aula.
De lá, ele me levou pra uma sala vazia.
Ele me puxou pra perto, segurando na minha cintura e em um minuto a gente tava se beijando.
Eu não sei, mas eu tenho uma atração forte pelo Daniel.
Ele é esperto, lindo, as meninas morrem por causa de um olhar dele.
A gente tava se tocando em todo lugar, e depois tava indo pro lado da intimidade, então eu empurrei ele.
Eu não queria perder minha virgindade desse jeito.
Eu falei pra ele, e ele me acalmou.
Ele é um cara muito legal, diferente dos outros. Tipo, ele não me forçou.
Ele me ama.
Além disso, ele é muito cavalheiro.
Eu amo ele.
Mais tarde, eu e a Érica fomos pra lanchonete, e depois de pegar um café, fomos pro pátio onde os meninos estavam jogando.
Eles jogam muito bem.
Depois disso, todo mundo foi pros nossos quartos dormir.
Foi um dia muito cansativo.
***************
POV da Belarina{}
No dia seguinte, teve feriado.
Era o Halloween.
A Universidade mandou uma tarefa pra gente: quem fizesse a melhor fantasia, tanto as meninas quanto os meninos, ia ganhar uma viagem pra França, por uma semana.
A Belarina ficou muito animada.
Ela contou tudo isso pro Daniel e pros amigos.
Eles fizeram um grupo.
Eu e o Daniel,
Richard e Érica, e Jeremy e Eric.
Mais tarde, na área de apresentação, todo mundo tava lá.
Todo mundo se preparou bem. A Érica e o Richard prepararam uma fantasia de "Hela".
O Eric e o Jeremy prepararam a fantasia do "Doutor Destino".
E várias pessoas prepararam várias coisas tipo...vampiro...lobisomem. etc...etc...
Mais tarde, os vencedores foram anunciados e, pra minha surpresa, a gente ganhou.
A gente tinha preparado a fantasia do "Thanos".
Foi um momento incrível.
Eu tava feliz pra caramba.
Eu e o Daniel estávamos pulando de alegria.
Mais tarde, pegamos nossos ingressos e saímos do palco.
Nossos amigos e toda a galera nos parabenizaram.
O Daniel deu uma festa à noite.
A gente tava comemorando.
A gente tava bêbado, comendo, se divertindo.
O pessoal tava dançando, cantando e curtindo o Halloween.
Todo mundo tava com suas fantasias de Halloween.
Tinha vampiros, lobisomens, bruxas, monstros, etc....etc...
Foi uma noite incrível.
O pessoal tava bêbado, mergulhando nas piscinas. etc...etc.
Lá fora do alojamento, as crianças estavam brincando de "doces ou travessuras".
Elas estavam pregando peças. Elas estavam pegando doces.
Crianças diferentes, com fantasias diferentes.
A noite foi uma noite cheia de fantasias por todo lugar.
E, pra completar, eu e o Daniel estávamos felizes que íamos pra França por uma semana.
Estávamos mega ansiosos.
Estávamos planejando.
Ele perguntou pros outros se eles queriam ir, já que ele podia arrumar as passagens, mas eles negaram e disseram que não queriam estragar nossa viagem.
Eles estavam radiantes por nós.
Depois da festa, todo mundo foi pros quartos.
Eu tava me preparando pra viagem de amanhã, e o Daniel também tava fazendo as malas.
Estávamos conversando por telefone.
Foi uma noite muito emocionante.
*************
No dia seguinte, os dois estavam prontos. O Daniel foi pro quarto da Belarina.
Ele pegou as coisas dela pra ajudar, e os dois foram pro táxi.
Lá, o Daniel tava colocando a bagagem, quando algo estranho aconteceu.
O Daniel vomitou sangue pela boca. Foi trágico.
A Belarina perguntou pra ele o que era isso.
Ela, sem perder um minuto, levou o Daniel pro hospital mais próximo.
De lá, ela avisou os pais dele.
POV da Belarina{}
Eu tava tão tensa que liguei pros pais dele do celular dele. Foi um sintoma muito ruim.
Em um minuto, os pais dele chegaram.
Todo mundo tava tenso. O tio me perguntou sobre o vômito de sangue, e eu contei tudo que tinha acontecido até agora.
Mais tarde, o doutor saiu do quarto.
Ele tava com uma cara assustadora, e o que ele ia falar pra gente era mais sinistro e de partir o coração.
"Ah...moça...mas o Daniel tem câncer no cérebro. Tem um tumor grande na cabeça dele."
Ele ainda acrescentou que ele só tinha mais alguns meses ou um ano de vida", o doutor falou, com seriedade.
Eu vi os pais do Daniel chorando alto.
Embora eles nunca tivessem tempo pra ele, pareceu que eles o amavam ainda mais do que a mim.
Eu fui destruída por dentro. Em um minuto, tudo ficou preto dentro de mim, e eu desmaiei.
Quando eu acordei, tava deitada do lado do Daniel.
Tavam todos os nossos amigos.
Todos estavam chorando.
A Érica me viu acordando e veio pro meu lado. A gente começou a chorar alto.
O Daniel não tava chorando, talvez ele quisesse mostrar pra galera que ele é forte.
Mais tarde, os pais do Daniel chegaram. Eles tinham um monte de receitas, mas todo mundo sabia que não tem cura pro câncer.
A mãe do Daniel tava com os olhos cheios de lágrimas. Ela abraçou o Daniel.
Foi um momento de partir o coração.
Pra mim, quando eu olhei pro Daniel e quando ele olhou pra mim, eu fiquei com os olhos cheios de lágrimas, tipo se meus olhos fossem um oceano cheio de lágrimas.
Eu levantei da cama e, em um minuto, tava abraçando o Daniel.
Ele me abraçou de volta e eu comecei a chorar.
Todo mundo sabia que não tem cura pro câncer, mas a gente não perdeu a esperança.
Todos queríamos fortalecer o Daniel, pra que ele pudesse viver a vida dele até ele estar aqui com a gente.
Aquele dia foi desastroso, desastroso nas nossas vidas.
Eu ainda tava abraçando ele. A gente se beijou por um minuto.
"Você não vai a lugar nenhum. Você é meu coração. Eu vou fazer de tudo por você, pra que você esteja com a gente pra sempre", a Belarina falou, com os olhos cheios de lágrimas.
"Eu não vou a lugar nenhum", o Daniel piscou, com um sorriso no rosto.
Talvez ele quisesse mostrar pra gente que ele é forte por dentro.
Mais tarde, os pais dele levaram o Daniel com eles.
Eles levaram ele pro doutor, de onde ele foi internado em um quarto.
Nós todos fomos com eles.
Lá, o tempo todo eu fiquei com o Daniel.
Eu queria fortalecer ele.
Eu queria mostrar pra ele que eu tô sempre com ele.
Nossos amigos foram comprar remédios pra ele, como o doutor receitou.
Estávamos segurando as mãos um do outro.
Eu só queria mostrar pra ele que eu nunca vou deixar ele, nem nas piores coisas.