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Nesse mundo de areia sem fim, onde o sol brilha forte e os ventos uivam pelas dunas, vivia um povo conhecido como os Moradores da Areia, que eram uma tribo feroz e orgulhosa que vivia nessa terra desértica e cruel por gerações.
No palácio dele, todo mundo sentava nas suas almofadas, enquanto tomava chá, no meio de comer tâmaras e frutas ao redor da grande mesa de negociações.
Os grandes chefes e padres de outras tribos contavam os problemas que estavam enfrentando.
Com suas barbas brancas, seus turbantes cianos, entre suas longas e estreladas vestes, além de suas enormes e longas barbas lisas.
Sobre isso.
Por mais que o rei estivesse entre eles, mesmo que fossem vermelhos como fogo, entre seus músculos que mostravam seu peito liso, entre suas blusas abertas.
- Bestas atacaram os carregamentos de suprimentos e frutas de outras cidades, entre as caravanas.
- Estamos pedindo apoio e que vocês enviem escoltas e guerreiros para ajudar os mercadores e viajantes no deserto. - Disse um dos representantes.
Seu aiatolá está no meio das reuniões dos grandes lordes e sátrapas de outros reinos que faziam parte de seu renomado império, nos quais estavam contando histórias de tempestades de areia, em meio aos ataques de bestas aos mercadores do deserto que vagavam e viajavam entre cidades.
- Há muitos perigos entre os relatos. - Disse um vizir.
- Então, a ordem é enviar reforços entre as passagens, guardas e soldados para que possam desfazer todos os perigos, além de escoltas para que voltem e viajem em segurança. – Disse o Aiatolá.
- Que seja, meu senhor. – Um vizir disse a ele.
Nos quais todos estavam ali vendo o grande reino em que muitos deles tentavam manter negociações para impedir que os monstros atacassem, além de manter as pessoas mais humildes sem passar fome, nas bestas da areia que podiam engolir cidades inteiras.
Então, foram dispensados, quando todos foram para alguns reinos, entre as carroças e camelos que entravam nas areias do deserto.
Sendo que eram criaturas que se pareciam com gigantescas minhocas da areia que espreitavam sob as dunas e as misteriosas ruínas que pontilhavam o deserto.
Tudo em meio aos contos, nos quais aprenderam sobre as lendas, monstros que vagam pelo deserto e perseguem os humanos que viajam por ele, em meio aos relatos daqueles que foram perseguidos, graças aos soldados que foram salvos, muitos deles foram resgatados, nos quais em meio às jornadas e caravanas em que vagavam pelos mundos das areias, nos quais uma dessas ruínas continha um grande poder, um poder que poderia mudar o destino dos habitantes da Areia para sempre.
Quando uma jovem guerreira chamada Zara ao lado do grande leão de fogo estava na frente comandando as forças, eles partiram em uma jornada para encontrar os monstros, marchando com a comitiva, na qual partiram em uma jornada para encontrar essa ruína, entre os mapas perdidos, todos param para descobrir seus segredos e reivindicar seu poder para sua tribo.
Enquanto ela viajava pelas dunas sem fim, encontrou todo tipo de criaturas estranhas e perigosas, mesmo que estivesse determinada a alcançar seu objetivo, pelo bem de seu povo, no qual algum tempo depois de muitos meses de viagem, Zara finalmente chegou à ruína, era uma estrutura imponente, feita de pedra antiga e coberta de estranhos hieróglifos.
O rei o grande leão de fogo, no qual ele estava comandando seu grande exército enfrentando as criaturas feitas de pedra que vagavam por aquelas ruínas, entre as cavernas.
Quando ele se aproximou, sentiu uma energia estranha emanando da ruína, então, enquanto avançavam em direção à cripta, entre os corredores sinuosos, nos quais estavam ao entrar na estrutura, o rei ao lado de sua sacerdotisa, quando perceberam que o poder que tudo o que eles buscavam não era algo que pudesse ser ganho, mas algo que tinha que ser conquistado.
Foi então que avançaram contra as estátuas que ganharam vida, enfrentando todos, quando ela embarcou em uma missão para provar seu valor, desvendar os segredos da ruína e reivindicar seu lugar de direito como líder de sua tribo.
Há inúmeras escrituras entre símbolos que foram esculpidos nas rochas quando estavam desvendando seus segredos.
Quando venceram as estátuas, levaram as escrituras, então, entraram nas masmorras, entre os inúmeros perigos, levando alguns objetos com eles.
A mulher quando foi separada de seu soberano, quando ambos retornaram a seus reinos, quando ele foi para sua tribo, quando ela voltou para sua tribo com o poder recém-descoberto.
Com as escrituras entre os antigos objetos sagrados, levando os objetos para proteger contra as criaturas das areias na travessia, levando seu reino à prosperidade, além de seus homens e soldados que os lideraram para a luta, entre comandar seu reino para a prosperidade.
Então, por muito tempo, seu nome foi lembrado por gerações. A ruína, agora conhecida como o Templo, que o leão de fogo comandava, deixou nas mãos da sacerdotisa Zara, que o Aiatolá fez dos tempos da sacerdotisa, que se tornou um destino de peregrinação para os habitantes da Areia, que buscaram imitar sua coragem e determinação, no qual o mundo da areia, que antes parecia tão hostil, agora continha um novo senso de admiração e mistério.
Algum tempo depois.
O rei ouviu relatos dos grandes enterros de areia, sobre as criaturas antigas que vagavam pelo deserto, entre os túmulos de guerreiros que morreram em batalhas contra reis das trevas.
Novamente, ouviram contos de horror de um cemitério de areia onde um espírito de um feiticeiro vagueia pelo chão, um antigo vizir que roubou as princesas de repetidos reis que foram dominados pela ganância e pelo desejo.
Este rei estava além da ambição que os impulsionou a amaldiçoar seu reino, sendo definido em um mundo pós-apocalíptico desolado onde criaturas estranhas e perigosas vagam pelas terras devastadas das Areias Púrpuras.
Em um mundo pós-apocalíptico, onde as areias engoliram tudo o que existiu, existe um cemitério conhecido como Necrópole da Areia, um lugar cheio de espíritos, decadência e um lugar de morte e decadência, onde se diz que os espíritos dos mortos vagam pelas dunas.
Por mais que se diga que esse cemitério é amaldiçoado, pois é o local de descanso final de um poderoso feiticeiro que desejava avançar com os mortos em direção aos outros reinos, com essa palavra para forçá-los a se juntar a ele ou seus reinos não cairiam.
Como fez isso, quando ele foi capaz de usar sua força para rivalizar com os deuses, os imperadores, como isso irritou os deuses, quando seu espírito, em meio aos exércitos que vieram do céu para puni-los, se uniram, para serem amaldiçoados e derrotados.
Mas mesmo assim, preso nessas areias, ainda cheio de ódio e raiva, o que levou sua cidade a um período de caos e destruição, em que ele vagueia pelo cemitério, que se tornou aquela cidade, na qual eles estão procurando reivindicar as almas. daqueles que ousam entrar.
Muitos fugiram, quando poucos permaneceram, aquelas dunas entre a necrópole na qual ficou conhecida como um mundo de ouro amaldiçoado, onde bestas e mortos comem os seres que vagam por lá, os deuses tornaram aquele lugar inabitável.
apesar dos avisos, uma banda de sobreviventes, desesperados por recursos, decidem se aventurar na Necrópole da Areia, onde foram liderados por uma guerreira feroz chamada Dara, uma das sacerdotisas, que estava determinada a encontrar uma maneira de sobreviver nesta terra inóspita.
Aos caminharem pelo cemitério, começaram a sentir uma presença estranha, como se estivessem sendo observados, nos quais logo perceberam que não estavam sozinhos, pois criaturas estranhas e aterrorizantes emergiram das areias, nas quais essas criaturas foram distorcidas pela magia do feiticeiro.
Como eram diferentes de tudo o que já tinham visto antes, naquela época, quando todos estavam lutando por suas vidas, ouviram uma voz sussurrando em suas mentes, prometendo-lhes poder e riqueza em troca de suas almas.
- Devemos manter o lugar isolado. – Eles fizeram.
Então, mesmo que o feiticeiro, tentando atraí-los para seu domínio, quando invadiram as tumbas e corredores mais profundos Dara, determinado a salvar seus companheiros, recusou sua oferta e continuou lutando.
O grande leão de fogo por sua vez invadiu as câmaras profundas passando pelos corredores, quando todos estavam distraindo os outros monstros em que as bestas destruíram as defesas, nas quais investiram quando o rei do fogo, ao lado de seus soldados, chegou ao túmulo do feiticeiro, onde encontraram uma poderosa relíquia.
O senhor do fogo entre seus soldados e seus exércitos enquanto comandava forças em direção a uma criatura gigantesca guardando os túmulos da necrópole.
Tudo isso os ajudaria em sua busca por sobrevivência. Mas quando estavam saindo do cemitério, o espírito do feiticeiro apareceu diante deles, furioso com sua intrusão, usando a ajuda de uma sacerdotisa, chamada Dara, usando a relíquia que todos encontraram nas câmaras dos antigos padres.
Já que isso foi antes da expulsão, que foi esculpida e relacionada em inscrições antigas que existiam ao longo das paredes, em períodos anteriores da guerra dos deuses, quando buscaram ajuda para que pudessem aprisioná-los na Necrópole, na qual o rei leão de fogo conseguiu banir o espírito do feiticeiro, mas não antes que ele prometesse voltar um dia.
A banda de sobreviventes deixou o cemitério, vitoriosa, mas também assombrada pela memória do espírito do feiticeiro. Eles sabiam que um dia ele voltaria, e deveriam estar preparados para enfrentá-lo mais uma vez, e foi assim que o grande leão de fogo, ao lado de seus companheiros, quando derrotaram os monstros e feiticeiros que vagavam e conseguiram dominar os perigos.
Foi quando avisaram outros dos perigos da Necrópole de Areia atacando outros seres sobre os mortos que viviam naquele ambiente, nos quais garantiram que o espírito do feiticeiro nunca mais reivindicasse as almas dos vivos.
Quando voltaram para seu reino...
Algum tempo depois, foram descobertos mais problemas que acompanhavam os túmulos antigos das areias vermelhas, aparecendo apenas à meia-noite, adicionando uma sensação de perigo e mistério estranho, com a presença de zumbis e um feiticeiro ladrão amaldiçoado, adicionando à sensação de perigo e intriga.