8
No meio do reino dele, onde o grande leão vermelho recebeu a fofoca das as donzelas que foram sequestradas no reino dele, nos reinos vizinhos, tava rolando uma onda de ladrões do deserto, que tavam saqueando as cidades menores.
Já que várias cidades do deserto, entre os antigos governantes, mandaram os mensageiros, tinha mais de dez deles, pedindo ajuda pro o grande leão de fogo pra intervir.
— Então, um novo inimigo do outro lado da areia. — O rei falou.
— Meu lorde, eu posso ser a isca, eu vou detonar eles quando chegar perto da areia do deserto de cristal. — A sacerdotisa falou.
— Isso soa como uma armadilha pra mim. – Ele falou, junto com os conselheiros e os chefões.
— A gente sacou isso também, mas não tem outra opção. – Um dos conselheiros falou.
— Mas, se eles me pegarem, vocês podem me resgatar, pegar seus homens e destruir eles dentro do covil. – A mulher de cabelo ruivo falou.
— Se você ficar protegida até eu chegar, vai ser rapidinho. - Ele falou.
Então foi feito, eles planejaram, a mulher como isca, ela era uma guerreira, afinal, de qualquer jeito, ela pode dar um trabalho pro inimigo dela.
O grande herói foi chamado, naquela hora, mesmo sendo o grande leão de fogo, sendo rei e vizir, a rainha e a sacerdotisa dele foram sequestradas, de acordo com o plano, no meio de uma caravana pelo deserto, quando ela recebeu um pedido de ajuda de um reino vizinho, mudando a direção pra encontrar os futuros captores dela.
Sim, eles foram cercados e ficaram esperando quando ouviram um grito de guerra, naquela hora, quando foram atacados com os camelos que avançaram com muita velocidade.
— Minha querida, tem perigos que eu consigo resolver. - Ela falou, antes de ir, mesmo se eles achassem que amar ela era mais um luta e um desafio do que salvar outro povo do oeste do deserto.
Por causa disso, até com má vontade, ele pensou em mandar um rastreador e um caçador com ela, qualquer coisa, ele mandou o falcão de volta pra resgatá-la.
A mulher, no meio da emboscada, lutou valentemente, mas até os feitiços dela não foram páreo pros mais de cem feiticeiros do deserto, então eles tinham mais que guerreiros, ele sacou.
— A gente devia ir com você. – Um dos esquadrões de magos falou, do lado dele, lendo o pergaminho.
Então, os informantes dele, mandaram um gavião na direção dele, voando pelo deserto, enquanto se livrava dos perigos, outro animal, a raposa dele, ficou pra trás pra seguir os captores, ela ia mandar pistas como o animal mágico que ela era.
Quando ele saiu com o exército dele, ele vagou pelo deserto, seguindo as pistas da raposa, que deixou tufos de pelo com as marcas vermelhas, então, eles encontraram a criatura pequena, rindo com os guinchos dela esperando por eles.
Foi aí que ele chegou numa caverna, a raposa, foi pega pra virar fumaça naquela hora, fazendo parte dele, tipo a tatuagem dele, onde ele era guardado por um soldado, foi aí que eles encararam eles, então, a batalha começou na frente.
Onde eles se esgueiraram e se infiltraram pelos túneis e se esconderam entre os corredores escuros feitos de pedra.
Já que eles viram a distância entre um altar, com a sacerdotisa dele, presa a um pilar, ela ia ser sacrificada num rio de lava de onde um demônio antigo ia sair.
Dessa vez, ele não podia esperar, ele gritou com pouco mais de 30 homens que tinham magia, contra o grupo grande de mais de mil homens.
Quando então, ele gritou.
— Pra frente, homens. — No grito de guerra dele.
Onde a luta foi braba e o aiatolá lutou com toda a força dele, mas os inimigos dele que achavam que iam derrotá-lo, ele pegou a espada longa e curva dele, cortando os inimigos dele na vertical, avançando em direção a um homem-cobra grande, que estava no centro do altar, ele ia pegar a adaga dele quando fosse atacar a amada dele, ele feriu ela no abdômen, o homem pulou na direção dele começando a luta.
Então a mulher caiu espalhando sangue, mesmo que outro mago ajudasse ela, mesmo assim, uma criatura enorme apareceu de uma gosma preta que parecia um leão e uma serpente, o que essa criatura ia ser muito poderosa pra ele derrotar sozinho, mas ele precisava de ajuda.
Chamas surgiram em volta deles, envolvendo o lugar onde a névoa se espalhava enquanto eles lutavam contra os seguidores deles.
No meio disso, onde ele investiu, cortando a cabeça do oponente dele, quando ele, com a ajuda dos homens dele, investiu contra a criatura, onde o aiatolá não desistiu.
Já que ele sabia que não podia deixar o reino dele e o povo dele cair nas mãos da criatura, então o inimigo dele se dividiu em dois pra atacar ele, avançando em direção a ele, quando ele soltou as chamas dele, lançando com golpes violentos, em direção ao monstro, com golpes da espada dele.
Quando ele fez o sacrifício final, ele usou toda a força que sobrou pra se fundir com a criatura, transformando os seguidores dele ou o que quer que fossem em fumaça e sendo engolidos pela criatura.
Mesmo assim, quando ela atacou os inimigos dela, ela encurralou eles, naquela hora, quando ele estava lutando com as chamas contra a criatura, ele tinha milhares de bocas, cabeças, garras, onde todos eles, ao lado da amada deles, então, eles estavam prendendo ela numa prisão mística bem no fundo da areia, entre o lodo no centro daquela caverna.
Quando finalmente, quando eles lutaram e venceram a criatura, quando os homens deles conseguiram libertar os prisioneiros, que estavam nas gaiolas feitas de pedra, mesmo assim, alguns reis dos doze reinos foram sacrificados pra trazer a criatura, que ainda foram derrotados.
Quando eles finalmente voltaram, trazendo boas e más notícias pros reinos que tiveram seus reis e alguns herdeiros que morreram, sendo destruídos e sacrificados pelo antigo vizir, onde eles vagavam pelos inúmeros reinos da areia do deserto com a cabeça dos inimigos deles numa lança, sendo carregada por camelos, onde eles carregavam a cabeça do monstro por cordas.
Cada um dos reinos, mesmo se ganhassem, onde eles lamentavam a perda do amado líder deles e o povo lutava pelo herói deles. Mas eles não sabiam que o aiatolá não tinha morrido de verdade.
Já que ele era o rei porque ele reencarnou num vizir, um conselheiro poderoso e sábio, conhecido como o grande leão de fogo, até que ele voltou pro reino dele, ele trouxe paz pro povo, dos doze reinos onde ele e o exército dele vagaram pelas outras cidades de areia, até que ele chegou no reino dele como o novo rei e protetor deles, cuidando do povo dele e mantendo eles seguros de qualquer perigo.
Mesmo que o grande leão de fogo fosse conhecido por ser um guerreiro brabo, que não fugiria da batalha, pra proteger o reino dele e o povo dele, ele também era conhecido por ser um governante sábio, que ia liderar o povo dele com justiça, ao lado dele a rainha dele, sacerdotisa e feiticeira.
Sendo que isso demonstrava como era ser a rainha do grande leão de fogo, aquela que era um símbolo de esperança e força, que inspirava o povo do reino a ser corajoso e nunca desistir diante da adversidade.
Durante um tempo abreviado, eles comandaram um exército mostrando normalidade, onde os antigos inimigos investiram contra os doze reinos.
O reinado dele do grande leão de fogo até aquele ponto foi longo e próspero, e o reino de areia prosperou sob a proteção dele enquanto ele morreu.
Quando o povo do reino soube que ele sempre seria lembrado como um herói, que deu a vida dele pra proteger o povo dele e o reino dele, ele agora, era o imortal ao lado da amada dele, onde eles sabiam que ele sempre estaria com eles, cuidando deles, como o protetor do Reino de Areia.
Quando uma criatura investiu contra a grande lenda dele do grande leão de fogo, o aiatolá que deu a vida dele pra proteger o reino dele, foi passado de geração em geração e continua sendo uma inspiração pro povo do Reino de Areia até hoje.
Essa é uma história de um grande mal que aconteceu no deserto de areia vermelha, um rei de outro reino, pediu ajuda pro vizir, ele aceitou o pedido dele, ainda se recuperando de outro ataque.
Onde a rainha dele com um olhar decidido falou.
— Eu vou lutar do seu lado. - Ela falou.
— Quem vai ficar e guardar o reino enquanto a gente investe, contra o grande mal da areia? – Ele perguntou.
— O filho dele, Adão, e o Conselho de Sábios. – Um dos amigos e aliados dele falou.
Um homem com cabelo mel e pele vermelha falou.
— Antes de você falar, eu falo por todos os feiticeiros. - Eu vou com você.
— A gente vai todo mundo. — Um grande coro de concordância foi ouvido.
— Se você quiser. - Ele falou. - Que meus homens fiéis sigam a grande batalha. – Ele falou, descendo as escadas do altar dele, se gabando com os homens e a mulher dele.
Quando eles pegaram os camelos e os suprimentos deles, os sábios e os padres oraram pela vitória e segurança deles.
Então eles foram com os camelos deles, em direção às areias pretas do deserto, pra encarar um grande mal que aconteceu no deserto de areia vermelha.
Quando o rei de outro reino soube disso e pediu ajuda pro vizir do reino dele, então, onde cada reino vagava, um guerreiro e um vizir cederam, sendo um líder sábio e justo, de cada um dos guardas e guerreiros dos doze reinos do deserto.
Com as mensagens dele ele viajou pelas cidades e vilas, onde ele veio com o apelo dele, onde cada um dos reis aceitou o pedido e partiu pra derrotar o mal que devastava o deserto.
De qualquer forma, onde ele reuniu um grupo de guerreiros corajosos e partiu numa jornada perigosa no deserto de areia da escuridão preta entre as feras que atacavam eles no caminho.
Ao longo do caminho, eles enfrentaram muitos desafios e as inúmeras feras de vidro que soltavam as garras perfurantes delas, quando eles lutaram batalhas brabas, mesmo que estivessem correndo pelos túneis de areia, da grande minhoca do deserto.