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- Bora, pra baixo. - Um deles falou.
- Espera os reforços, Aduna. - O rei falou.
- Só fomos atacados por um, mas ele falou, irmãos, e a mãe dele, vamos em frente, sem dividir. - O rei falou.
- Apressadinho. - Um dos guerreiros falou.
- Só pensei. - Ele falou.
- Isso serve de experiência pra próxima missão. - O rei falou.
- Eu já fui jovem, sei como é a primeira grande aventura. - O rei falou.
Antes que eles pudessem se recuperar ou revidar, ele estava atrás dele, um dos sábios, entre magos e guerreiros. 'Estamos aqui, grande rei.
- Não demoraram. - Um dos homens altos e grandes, peludo como um urso, estava entre eles.
Então, avançaram em direção ao grande interior das cavernas, quando estavam entre os locais, ali sim, um ninho, onde as bestas sibilantes, que estavam lá, avançaram em direção a eles, atacando-os, quando desembainharam suas espadas mais uma vez. espadas, entre chamas, atacando cada um deles, entre enviar chamas.7
- Vocês vieram pro lugar errado pra sua aventura. – A criatura falou enquanto avançava em direção a eles, tentando separá-los pelos túneis, eles formaram um círculo, louvando o rei.
- Idiota, estamos aqui pra acabar com você. - O rei falou.
- Criaturinha boba, você não é páreo pra mim e meus filhos. - Ela falou.
Então ela avançou, cuspindo ácido de suas cem cabeças, tentando morder e arrancar suas cabeças, cada um deles, avançando e cortando com suas flechas e espadas, quando estavam revidando e atacando, quando as outras criaturas atacaram de volta, tentando atirar ácido de suas bocas em suas várias cabeças enquanto levantavam seus escudos, que eram uma mistura de metal e magia.
Quando estavam atacando uma besta de cem cabeças avançou em direção aos homens, eles estavam decididos a formar um círculo, quando estavam liberando ondas de fogo mágico, como um círculo, no qual estavam destruindo tudo em sua frente.
A criatura, no entanto, era enorme, dando mais trabalho do que os outros monstros ao seu redor.
Sim, eles viram que por baixo do ninho e das hidras havia o que seria, além de esqueletos, restos mortais, além de armas e riquezas, ouro e joias, havia um céu abobadado, no qual mostrava em sua frente, o que restava de um palácio, inscrições, algumas estátuas.
Avançando mais e mais em direção ao centro do local, eles lançaram em direção ao centro do ninho, um toldo molhado, lançando os isqueiros com óleo e magia, amplificando o poder das chamas.
Então, eles queimaram as criaturas, saltando com suas flechas e lanças em direção às hidras, quando estavam atacando e cortando suas cabeças, queimando-as com as espadas e lanças.
Então houve a besta gigantesca, entre gritos, na qual eles avançaram em direção ao monstro que estavam atacando, desferindo golpes de suas lanças flamejantes.
Quando conseguiram vencer, então se afastaram do centro das chamas que era o ninho das hidras.
- Vamos esperar o fogo parar de queimar, pra podermos descer. - O rei falou.
- Sim, meu Senhor. – Todos falaram.
Eles viram que era um lugar cheio de moedas e diamantes, ouro e prata, ao redor daquele ninho.
- E o ouro? – Um sábio perguntou.
- Dividido em partes iguais para todo o reino. - O rei falou.
- Cada um dos representantes deve pegar sua parte, já que lutamos igualmente e representamos os doze reinos. – O grande leão de fogo falou.
- Que assim seja. – Um sábio, ele falou, ouve o murmúrio de acordo geral.
- Vamos, homens, juntem as riquezas, vocês trouxeram as carroças pra carregar o ouro? – O rei questionou os outros homens que chegaram mais tarde.
- Trouxemos cinco carroças. – O sábio falou.
Então, eles desceram em direção ao ninho para coletar as riquezas, enquanto começavam a separar as cabeças, que levaram com cordas, colocando-as ao lado das rochas.
Em meio à espera do fogo se apagar, eles sentaram e descansaram entre as rochas.
Quando viram que o local agora estava com os restos queimados das hidras, desceram por uma passarela entre escadas de cenas antigas de onde viram que eram riquezas de um ninho de monstros.
Havia coroas entre o ouro espalhado, que ainda estava um pouco quente.
Então, quando o coletaram, ao levá-lo com eles, em direção aos salões, quando viram o local, em meio a colocá-los nas carroças, viraram cinco de volta, retornando entre os tempos de descanso, quando estavam carregando e saindo mais de vinte camelos. bem carregados.
Então eles começaram a jornada de volta, na qual estavam indo em direção ao reino central, recebendo gritos de vitória de cada habitante, quando estavam chegando perto, os portões foram abertos pelos soldados que estavam esperando por eles em direção à muralha do reino de Leão de Fogo.
Então ele foi recebido quando desceu de seu camelo por sua primeira rainha, a mulher veio até ele, em meio ao beijo, quando estavam ali, sendo conduzidos de mãos dadas, quando então recebidos por seus conselheiros entre os sábios e as outras rainhas que seguiram depois.
- As promessas ainda estão de pé. – Um sábio perguntou
- Sim. - Ele falou.
- Deixem que eles façam a festa para que possamos formalizar e oficializar a aliança. – O grande leão de fogo falou.
- Que assim seja. – Todos falaram.
Quando celebraram a noite na noite, comeram e beberam, no final da manhã seguinte, na qual celebraram e realizaram, a cerimônia de casamento e a aliança entre as 16 rainhas, para que ele fosse o rei dos reinos, entrar pagando sua promessa de deixar seus descendentes no poder dos reinos, quando ele assumiu a proteção de cada reino, em seu tempo, quando deixou as rainhas sátrapas.
Com justiça, para onde ele deveria ir mais tarde para ficar um pouco mais em seu reino, quando viveria com e ensinaria como reinar cada um de seus descendentes.