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Ele soltou toda a força dele e mandou um puta inferno nos demônios do deserto, trancando eles numa dimensão que não tinha como sair. As areias brilharam com a força do fogo do Grão-Vizir, e os demônios do deserto foram derrotados.
Quando o reino foi dominado por monstros, esses foram os efeitos dos desejos doidos dos demônios do deserto, que agora tinham exércitos de monstros do lado deles, lutando contra o exército do sultão.
No meio disso, quando o sultão quase morreu, uma criatura veio pra cima dele, as portas do castelo abriram, o vizir e o filho dele, vieram correndo tacando espadas e flechas junto com os aliados deles, lutando com tudo, aí, uma espada furou a cabeça do monstro, salvando o sultão, sendo pego e ajudando na batalha final.
O reino do primeiro sultão do deserto foi salvo e o povo comemorou, o filho dele, o general fantasma, do lado dele o Grão-Vizir, foram recebidos como heróis, quando voltaram pro palácio, onde ganharam um colar de areia do deserto, símbolo da coragem e das lembranças que ele dividiu com o deserto.
Onde ele ficou naquele lugar como uma forma de ajudar a proteger a parada.
Daquele dia em diante, os demônios do deserto nunca mais foram vistos no deserto, e o reino ficou em paz, já que a lenda do Grão-Vizir continua até hoje, e as areias do deserto continuam com sua beleza e magia, como uma lembrança do conflito antigo, onde um feiticeiro poderoso, mestre do fogo, derrotou os demônios do deserto e salvou o reino dele.
Enquanto isso, quando menos esperavam, o mal voltou de novo, dessa vez, o vizir junto com o neto do sultão, o atual Aiatolá do Deserto.
Ele sabia que ela era considerada por muitos a mais bonita de todas, a filha do grande profeta da areia, que veio de uma longa linhagem de profetas, onde os aiatolás sempre vinham procurando ela, pra poderem pedir conselhos.
Enquanto viajava mais pro fundo do deserto, o Vizir não conseguia parar de se impressionar com a beleza das areias, o jeito que elas se mexiam e brilhavam na luz do sol era hipnotizante, e ele se sentia hipnotizado com os desenhos que elas formavam, comandando assim os espíritos das areias pra proteger o povo.
No meio das miragens e oásis que se estendiam pelo deserto, ele passou por algumas caravanas, que estavam levando suprimentos, passando por ele, na direção oposta.
Ele passou pela última cidade de areia antes do deserto se estender por quilômetros e quilômetros, deixando os prédios da cidade pra trás.
Finalmente, ele chegou na tenda da Profetisa, aninhada no coração de uma duna enorme, ele viu os agentes dos desertos que serviam o grande profeta, nem todos podiam se consultar com ele, por isso ele foi direcionado pra filha dele, então, ao desmontar do camelo dele, foi recebido pelos seguidores dela.
– Grande vizir. – Ele disse.
Os servos dele pegaram o camelo dele, levando pra um abrigo sobre as areias, em direção às cavernas que foram construídas embaixo de uma montanha que se estendia pelo deserto.
Sendo esperado pela própria Profetisa, uma mulher bonita com olhos penetrantes, os olhos verdes dela vibrantes como uma esmeralda, sob uma pele vermelha como o fogo de uma chama de opala, os lábios dela vermelhos como morangos, no meio dos sorrisos gentis dela. e os dentes dele brancos como o luar.
Ela tinha um corpo escultural, bonito e curvilíneo, escondido sob uma túnica comprida e um vestido que escondia o corpo dela dos olhos dos homens pra não distrair da visão dele, ele sabia que ali escondia a verdadeira beleza.
O Vizir se apaixonou na hora pela Profetisa, e ele foi prometido a ela, pelo pai dele, que, como ele disse, quando foi convidado pelos aliados, no meio de ver uma visão, ele disse.
– Vocês estão predestinados a grandes feitos juntos. – Ele disse.
Unindo assim a filha dele, e prometendo a ela depois de dez verões, que ela, no fim, seria dele.
Quando não estavam ouvindo a profecia do futuro e os preparativos do pai deles e dos seguidores, eles passavam os dias explorando o deserto juntos, se maravilhando com o jeito que as areias se mexiam e mudavam com a luz.
Sendo acompanhados pelos companheiros deles pra que nada acontecesse, as companhias deles, em horas, foram ditas, pra levarem eles na companhia dos professores, ensinando junto com o pai deles, a magia da visão do futuro, além da magia do deserto, contando pra eles como enfrentar os inimigos futuros deles.
Enquanto eles se aproximavam, o Vizir aprendeu os segredos do deserto com a Profetisa do lado dele, ensinado pelo pai dela, onde ela mostrou pra ele como ler os sinais nas areias e como navegar pelas dunas movediças, o pai dele ensinou pra ele a magia das areias, do futuro, onde ele ficou impressionado com o conhecimento e a conexão dele com o deserto.
As visões vieram pra eles, ensinaram pra ele os feitiços, além de poções, ele aprendeu a ver os sinais, a fazer um monte de poções.
Com o passar dos dias, o Vizir e a Profetisa se apaixonaram muito, onde eles sabiam que o tempo deles juntos era limitado, já que o Vizir foi chamado de volta pra cidade, mas eles aproveitaram ao máximo o tempo que tinham.
Ele sabia de uma visão de grande perigo, dada ao profeta, o pai dele, que disse que ele deveria enviar os pergaminhos pro Aiatolá, ele deveria juntar os exércitos dele, pra poder enfrentar o grande mal.
No dia da partida do Vizir, a Profetisa deu pra ele um colar de areia do deserto, um símbolo do amor e das lembranças que eles dividiam. Ela disse pra ele que sempre que ele olhasse pro colar ele ia se lembrar da beleza do deserto e do amor que eles tinham.
Então o dia chegou, ele ensinou tudo o que ele deveria, pra poder ajudar o Aiatolá.
O Vizir voltou pra cidade, mas ele nunca esqueceu a Profetisa ou o tempo deles juntos no deserto, quando ele sempre guardou o colar, e isso lembrou ele da beleza das areias e do amor que eles compartilhavam.
Há muito tempo atrás nas areias do deserto.
Maomé, ele era o Aiatolá, um homem alto, musculoso e com pele vermelha, ele foi visitado pelos soldados e generais dele, quando um mal antigo tentou conquistar os reinos de areia dele pela primeira vez, essa foi a geração dele.
Agora, o neto do grande fantasma do deserto, foi escolhido pra unir as nações da areia unidas pra enfrentar o que eles chamavam de homens de fumaça e areia, quando eles eram os Demônios do deserto, que tentaram usar os desejos deles contra eles pra poder transformar todo mundo em monstros, trazer o mal antigo, dominar o mundo.
Tudo isso foi falado pelo grande profeta, além dos agentes e espiões dele, que andavam pelas areias do deserto, trazendo as notícias, pra provar que eram verdadeiras.
Com as destruições que aconteceram, o antigo Aiatolá foi em busca de um profeta.
Um homem das areias do deserto, onde ele mostrou pra esposa dele, e pra filhinha, Aria, que era a próxima profetisa da areia, ela foi de ajuda pra que pudesse trazer a paz pro povo do deserto.
Ele profetizou pro Aiatolá.
Se ele fosse encontrar o principal e vizir do deserto, ele ia ajudar ele a unir as nações das areias, no meio das batalhas.
Então foi dito que o grande vizir, filho do fogo, veio pro antigo Aiatolá.
Na caravana dele, ele foi em busca do vizir predestinado, então, ele foi ajudado pela profetisa, que era filha de um mago do deserto, ela ajudou ele a encontrar.
A profetisa, por sua vez, ajudou o vizir em grandes conquistas, libertando o povo da areia dos perigos do deserto.
No meio disso, no último ato deles, os demônios antigos do deserto de fogo negro, amaldiçoaram aqueles dois que se tocassem nessa vida, eles morreriam, além de viver eternamente como uma velha, sem poder tocar nele, até que a lua perdesse a luz da filha dele.
No meio disso, ele enfrentou e os demônios do deserto que ele foi ajudado por outros seguidores, no meio disso, quando ele fugiu com a juventude do amado dele, que se isolou nas areias do deserto.
Quando finalmente, ele ajudado por outros magos, o exército do Aiatolá, enfrentou cada um dos antigos Demônios do deserto, prendendo eles em outro mundo e exilando eles, usando as opalas de fogo, criadas por magia pra prender eles, alguns deles fugiram, com exceção daquele demônio de fogo escuro, que tinha em seu poder a pedra que guardava a juventude da profetisa.
Entre esses e outros mundos, alguns foram presos em lâmpadas, esperando o momento certo pra poder escapar, então o grande sultão foi até o vizir de fogo e questionou ele.
O vizir tinha um plano, os demônios do deserto, como ele disse, nessa vida, ele não podia ficar do lado da profeta, ele roubou a juventude, o amor e o futuro, nada impediu ele de fazer algo na próxima vida.
Antes de passar pro que ajudou a estudar uma forma de contornar a magia negra dos Demônios do Deserto, então, ele reconheceu que deveria usar uma forma de viver na própria linhagem, assumindo o sangue do antigo Aiatolá, mesmo sabendo que os demônios do deserto voltariam, ele fez um plano.
Depois de vários meses de poções, que ele criou, ele foi chamado pelo Aiatolá, quando ele teve a ideia, que tomou forma.
– O que você quer como recompensa por salvar meu povo, peça qualquer coisa, então eu vou fazer. – Ele disse.
O vizir não era burro nem ingênuo, até os desejos podem ser distorcidos, então ele instilou o medo no aiatolá.
– Aquele mal vai voltar um dia, eu não estarei aqui, mas então, pode botar o mundo de pé de novo. – Ele disse.
– Então, o que você propõe? – O Aiatolá perguntou pra ele.
Eu proponho que eu possa me casar com a última filha, aquela que é filha legítima pra que sua linhagem seja a fonte dos meus descendentes que serão os que vão ajudar a proteger o reino e o povo, lutar como vizires no reino. – Ele disse.