Capítulo 60
A noite ainda tava começando, mas a Otávia tava mó cansada com tudo que tinha rolado. Ela tava dividindo a tenda com o marido dela e, quando entrou, viu ele pelado, mas coberto com os lençóis e comendo umas frutinhas.
Ela revira os olhos. Ele tava tentando seduzir ela, mas ela tava exausta demais pra fazer qualquer coisa com ele.
'Minha Rainha,' ele solta a cantada pra agradar, mas ela nem olha pra ele. 'Fiz alguma coisa de errado?' Os olhos dele brilham, maliciosos, e os dela tão pesados de cansaço. Ela tira a roupa e os olhos dele ficam fixos no corte no braço dela. 'Como isso aconteceu?' Ela consegue sentir a raiva na voz dele.
Mas os olhos dela se voltam pra marca, e como aconteceu volta na cabeça dela. Foi resultado de mentiras. Todas as mentiras que ela contou pra ele, a raiva dele. Ela não queria se aproveitar dele, mas mesmo ele não teria conseguido proteger ela do jeito que fez se soubesse quem ela era.
'Não foi nada.' Ela despacha e solta o cabelo. Ela senta na frente do espelho e olha pros olhos dela, cheios de olheiras, já com bolsas por causa do estresse e da idade. E foi aí que ela lembrou que era uma mulher velha. Ela geme alto e o Xerxes se pergunta o que pode estar errado com ela agora. 'Por que você ainda tá comigo?' Ela olha pra ele por cima do ombro.
Ele para quando ia colocar outra frutinha na boca, as mãos congelando no ar. Ele deixa a fruta no prato e dá uma olhada brava pra ela. 'Por que eu te deixaria em primeiro lugar?'
O comentário dele faz ela rir. 'Já me viu? Tô tão velha!! Quer dizer, olha pro meu cabelo e pros meus olhos.' Ela se olha no espelho e confirma que tá feia. 'Você ainda me deixa chocada, Xerxes. Nunca vou conseguir te entender.' Ela usa o cabelo longo e luxuoso pra cobrir os peitos dela. Ela levanta da mesa e se aproxima da cama dele.
'E eu nunca vou conseguir te entender também. A sua idade é de repente um motivo pra eu pegar outra mulher?' Ele zomba dela, claramente ofendido. 'Mesmo depois de a gente estar junto por quase duas décadas, você ainda me leva na brincadeira.'
'Não é assim.' Ela revira os olhos e senta na cama perto dele, mas ele nem queria olhar pra ela. Ele só queria comer as frutinhas dele em paz. 'Xerxes, olha pra mim.' Ele ignora ela. Ela ri um pouco, sempre amando quando ele tá chateado. Ela pega uma fruta e aproxima da boca dele, mas ele se recusa a pegar dela. Ele vira a cabeça e ela ri mais ainda.
Os olhos dela passeiam pelo corpo dele. Ele tava cheio de cicatrizes, mas não era nada novo, já que ele tinha participado de incontáveis guerras. Eventualmente ia cicatrizar com o tempo.
'Querido, meu amor, meu Mate,' ela começa com as palavras doces, mas ele vira as costas pra ela e ela tem uma boa vista da bunda que ela nunca se cansa. Ela dá um tapa nele e ele rosna. Ela gargalha e entra na cama pra fazer de conchinha com ele. 'Sabe que eu te amo tanto? Voltei da terra dos mortos só pra ficar com você de novo.' Chantagem emocional.
'Você sempre me machuca, me deixou por meses e agora tá me atacando com palavras. Não quero falar com você, Otávia.' Ele dispensa e ela segura as gargalhadas.
A mão dela percorre o corpo dele, quase encostando na pele, descendo até o umbigo e pro pau dele. Ela pega nele antes que ele possa dizer qualquer coisa e acaricia ele lentamente, chegando perto do ouvido dele. 'Me perdoa, não queria te chatear, mas não tô com a melhor aparência. Achei que você não ia mais me amar depois que eu começasse a envelhecer visivelmente.'
'Não sou superficial a ponto de parar de te amar porque você tá envelhecendo, por favor, me dá um tempo.' Ele bufa, mas isso não impede ela de acariciar ele, aumentando a intensidade. 'Otávia, por favor… para…' As palavras dele começam a diminuir quando ela bombeia ele mais rápido, ele tava endurecendo sob o toque dela.
'Você não tá sendo honesto, Xerxes...' Ela sussurra no ouvido dele antes de dar beijos no pescoço dele. 'Você tá amando cada momento disso, não é por isso que tava sem roupa quando eu entrei?' Ela geme nos ouvidos dele e o interruptor dele virou.
Piscar de olhos, ela tava embaixo dele. Era a habilidade especial dele, se mover tão rápido sem ninguém ver. Ele se acomoda em cima dela e a mão dele aperta o pescoço dela.
'Por que você gosta de me provocar?' O tom dele tinha ficado sensual e ele não parou de enforcar ela, ele sabia o tipo de mulher que ela era.
'E o que eu faria se não te provocasse? Qual é o meu propósito?' Os dedos dela provocam a pele dele e as órbitas magenta dela brilham de luxúria. Ele conseguia ver as emoções selvagens ali. 'O que você tá esperando?'
'Não quero, você tá machucada… Faz um tempo e não confio em mim se eu entrar em você.' Ele tá quase saindo, mas ela o segura pela pele.
'Tô bem… E, além disso… os novatos estão fazendo muito barulho lá fora, não iam me ouvir gritar, então por que desperdiçar a oportunidade?' As palavras dela brincam com o cérebro dele e ele se vê beijando o ar dos pulmões dela. Ela geme baixinho quando as mãos dele deslizam em volta da forma delicada dela.
A idade tinha começado a chegar, mas ela ainda era tão bonita quanto quando ele a conheceu. A mão dele não tinha soltado o pescoço dela, ele sabia que ela ia fazer alguma coisa engraçada se deixasse ela muito livre. E, dessa vez, ele queria dirigir o veículo.
As mãos dele deslizam pelo peito dela, puxando o cabelo dela pra longe do corpo dela pra ele poder ter uma visão melhor da nudez dela. Ela se enrosca embaixo dele, o rosto dela ficando um pouco rosado enquanto ele admirava o corpo dela com toques suaves e beijos. Ele fez ela se sentir jovem de novo.
Ela arrasta o gemido enquanto a língua dele rodopiava em volta dos mamilos eretos dela. Ela tava acariciando a juba dele enquanto as mãos dele deslizavam pelas coxas dela, acariciando-as suavemente enquanto a língua dele fazia justiça ao peito dela.
'Querido… Tô me afogando de necessidade… Faz muito tempo…' Ela continuava gemendo enquanto os dedos dele deslizavam nela, as ondulações suaves atacando as células cerebrais dela, deixando a respiração dela pesada e o corpo dela mais quente. Ela geme mais alto ainda quando ele aumenta o ritmo, amando os sons de molhado que a feminilidade dela fazia enquanto ele brincava com ela.
As mãos dela tentam pegar nele, mas ele não deixa ela tocar nele. Os olhos dele examinam a cama e ele encontra um material de pano. Ele pega e amarra as mãos dela com isso. Sorrindo satisfeito, ele desliza pras pernas dela e aninha a cabeça entre as coxas dela.
'Ahhh,' ele sabia onde tocar pra fazer ela cantar daquele jeito. Ele faz de novo e ela arqueia as costas de prazer. 'Siiim,' ela sibila de prazer quando a língua dele começa a fazer mágica no clitóris dela. 'Uhh ahhh,' ela puxa as amarras, mas ela tava impotente e choramingando sob o toque dele. 'Me deixa tocar você… Por favor…' Ela geme de novo enquanto ele beija o centro dela com amor.
Ele ignora os pedidos dela e faz o serviço dele, esperando jogá-la do penhasco e cansá-la, mas não deixá-la descansar. Ela começou e ele ia garantir que ela ficasse tão cansada que não conseguisse se mexer.
'Xerxes!! Ahh!!' Ele tinha ficado lá embaixo tempo demais e as pernas dela já estavam tremendo. 'Por favor!!' Ela gemeu o mais alto que pôde e fez gestos com as mãos pra puxar os mamilos dela enquanto ele comia ela pra satisfazer a vontade dele. Assim que ele terminou, os olhos dela mudaram de prazer. Ele chega na visão dela e lambe a bagunça da boca dele. Os olhos dele disseram pra ela que ele tava só começando. Ele ia queimar ela até o fim.
Ele briga com os lábios dela antes de esticar as pernas dela. Ele bate nela com o pau e as ações dele provocam ela. As pernas dela ocasionalmente tentando fechar, já que ela tinha ficado sensível com a pequena oral que ele deu pra ela. Ele sabia que ela ia estressá-lo, então ele levantou as pernas dela da cama. Elas se dobram levemente nos braços dele e ele se aproxima da virilha dela.
'Me desamarra agora.' Ela precisava sentir a pele dele, tava morrendo de vontade de tocar o corpo glorioso dele. Ele ignora ela de novo e entra nela suavemente. Os olhos dela dilatam quando ele entra nela rapidamente. Um empurrão dele e ela geme com a força. Ele ri obscuramente enquanto a faz gritar.
'Não faz muito barulho.' Ele diz pra ela antes de a cintura dele começar a se mover, indo devagar antes de acelerar rapidamente. Ela geme e geme embaixo dele, tentando chutar os pés contra ele, mas ele segura com força, ele amava o jeito que ela tava tentando revidar, mas não tava conseguindo nada.
Quando ela ficava muito teimosa, ele aumentava o ritmo e fazia ela gritar o nome dele repetidas vezes, e quando ela se acalmava, ela recebia movimentos lentos e profundos dele, o que a deixava louca.
Ele beijava e lambia os dedos dos pés dela enquanto a enchia com o amor dele, ele tava cavalgando ela com prazer e a expressão no rosto dela era impagável, como se contorcia de prazer e os gemidos dela eram excepcionais. Era a única razão pela qual ele não tinha parado, mesmo que o corpo dele estivesse protestando. O prazer tinha afogado a dor, mas ele não queria soltar ainda.
'Ahh!! Oh Deusa!! Que tipo de homem é esse?! Ahh!' Os pedidos dela o deixaram selvagem e ele sobrecarregou o ritmo dele, batendo nela repetidamente, fazendo as grandes curvas dela balançarem alegremente e o corpo dela ficar ruborizado de calor.
Ele larga as pernas dela e, como um livro que ele tinha dominado, ela fecha com força pra impedi-lo de fazer qualquer coisa. Ele revira os olhos e a vira de costas.
'Não se atreva, Xerxes!!' As broncas dela caíram em ouvidos moucos pela terceira vez, ele puxou o bumbum redondo dela pra virilha dele, esse era o estilo favorito dele, mas o pior dela, a deixava fraca. 'Você tá surda?! Eu disse— ahh!!' Ele bateu nas bochechas gordas dela pra mandá-la calar a boca e ela começou a choramingar, antecipando como seria a entrada dele.
E foi bruto como ela esperava, e foi assim com os empurrões dele. Os gemidos dela foram irrestritos quando ele atingiu o ponto de prazer dela, sons de palmas ecoando nos ouvidos dela enquanto ele fazia amor quente com ela, ele ocasionalmente batia nela pra mostrar que ele falava sério e isso a excitava ainda mais, vazando mais sucos pra ele foder ela ainda mais forte.
Todo o orgulho dela foi pro ralo enquanto ele fodia ela enquanto ela estava de joelhos, ela se sentia indefesa, mas também muito poderosa. Ele puxa ela pelos cabelos pra gemer nos ouvidos dela, apalpando os seios dela enquanto ele se movia ainda mais rápido. Os sons ficaram mais altos quando ele não a poupou, ela começou a arfar e as pernas dela tremiam sob a força dele.
'Você tá tão boa…' Ele rosna nos ouvidos dela e puxa ela mais pra trás ainda, o suficiente pra poder beijar os lábios dela enquanto ele esmagava a pobre virilha dela, ela ia ficar dolorida quando acordasse no dia seguinte. Ele queria garantir que ela não pudesse andar nem falar, ela nem ia conseguir olhar pra ele.
'Por favor!!! Não pare!!! Yeeesss!! Continue ahhh!! Amorzinho!!' Ela conseguia sentir o orgasmo dela se anunciar e as palavras dela viraram jargões enquanto o prazer afogava as células cerebrais dela. Ela desaba na cama depois da liberação dela, mas ela estremece quando líquido quente entra nela e os gemidos dele enchem os ouvidos dela. 'Você acabou de… você é nojento.' Ela joga lama nele, mesmo que tenha gostado do calor do gozo dele dentro dela. Ele a desamarra enquanto ele lentamente se afunda nela, adicionando a cereja no topo. Ela geme alto, mas para quando as mãos dela estão livres. Ela tava infeliz que ele parou, mas, de novo, o corpo dela não aguentava outra rodada ou ela ia desmaiar.
'É sua culpa, lembra?' Ele sai com uma risada e deita ao lado dela. Ela se apega a ele e isso faz ele rir ainda mais. 'Achei que você não gostava de fazer conchinha depois do sexo?' A voz dele ainda era mais que suficiente pra excitá-la, mas o corpo dela não tinha mais energia. As mãos dele vão pelas costas dela e esfregam carinhosamente.
'Não, não gosto, mas posso abrir uma exceção pra você.' E o orgulho dela começa a inflar mais uma vez. Ele levanta a sobrancelha antes de dar um tapa forte na bunda dela. Ela gargalha como uma criança e abraça ele mais forte ainda. 'Talvez eu goste um pouquinho.' Ela admite casualmente com os olhos fechados, muito cansada pra abri-los.
'Claro que gosta.' Ele revira os olhos enquanto ela esfregava os mamilos dele, garantindo apertá-los suavemente. Ele sorri como um bobo. 'Quer ir pra outra rodada?' Ela tava provocando ele de novo.
'Cala a boca e dorme, amor.'