Capítulo 18
MOVIMENTOS ESTRANHOS
**Riley** estava a dormir quando ouviu algo cair no quarto dela. Assustou-se e acordou.
Mãe...., és tu?
Ela acendeu a luz e não viu ninguém no quarto. Virou-se e viu a janela bem aberta. Ficou assustada e correu para o quarto dos pais. **Clifford** e **Rosita** estavam a dormir quando sentiram alguém a rastejar entre eles. Acordaram e era a **Riley**.
"**Riley**......" ambos chamaram.
"Posso dormir aqui com vocês?" ela perguntou.
"Por que, querida? Está tudo bem?" perguntou **Rosita**.
"Não, mãe, só um pesadelo", respondeu ela.
"Tudo bem, querida", responderam em coro e voltaram a dormir.
Às 18h, o alarme tocou e **Rosita** e **Clifford** levantaram-se, deixando **Riley** ainda a dormir. **Rosita** foi para a cozinha preparar o pequeno-almoço, como de costume, enquanto **Clifford** se preparava para o trabalho.
"Querida......" chamou **Rosita** da cozinha.
"Sim.... querida", respondeu ele.
"Tens tentado ligar para a mãe para saber dela?" Ela perguntou.
"Não, querida, tenho estado muito ocupado ultimamente. Há muitos trabalhos de papelada no escritório para fazer", respondeu ele do quarto.
"Tudo bem, querida, mas tenta ligar para ela, ok? Fui visitá-la ontem e ela sente muito a vossa falta, a tua e da **Riley**."
"Tudo bem, querida. Hum..... falando na **Riley**, por que ela ainda não acordou?" ele respondeu descendo as escadas.
"Não faço ideia, deixa-me ir ver como ela está. Deves tomar o teu pequeno-almoço. Vou acordá-la", respondeu ela.
"Ok...." respondeu ele e foi para a mesa tomar o pequeno-almoço.
**Rosita** subiu para o quarto deles para acordar **Riley**.
"Querida, acorda. Tens que te preparar para a escola", ela chamou, batendo nela.
"Não....... mãe, não vou para a escola hoje."
Ela encolheu os ombros.
"Por que, querida...?" perguntou a mãe dela, fazendo-lhe cócegas na cama.
"Nada...... mãe", respondeu ela, rindo e sentando-se na cama.
"Simplesmente não quero ir, mãe", respondeu ela.
**Rosita** sentou-se com a filha por um tempo, tentando convencê-la.
"**Rosita**....., está tudo bem?" perguntou **Clifford** da mesa de jantar.
"Sim, querida", respondeu ela.
"Tudo bem, querida, então estou a sair. Amo-te, **Riley**", gritou ele, saindo de casa.
"Amo-te também, pai", respondeu ela.
**Clifford** foi para o carro e saiu.
**Rosita** convenceu a filha um pouco mais, então ela finalmente cedeu.
"Ok, mãe, eu vou", ela levantou-se e foi para a casa de banho para se preparar para a escola e **Rosita** desceu as escadas para completar as suas tarefas. Ela estava ocupada com as suas tarefas quando ouviu o telefone tocar. Foi verificar e era uma chamada do número desconhecido novamente. Ela pegou rapidamente.
"Olá.... olá.... olá....." ela respondeu, não houve resposta e a linha ficou muda.
Ela ficou ali, perdida em pensamentos, a perguntar-se de quem era a chamada e não ouviu a filha a chamar.
"Mãe.... mãe... mãe..." chamou **Riley**, mas não houve resposta.
Ela foi até à mãe e bateu-lhe nas costas. **Rosita** assustou-se e virou-se para a filha.
"Mãe..., está tudo bem?" ela perguntou.
"Sim...., querida", ela respondeu.
"Mãe, tens a certeza?" ela perguntou.
"Sim, querida, vamos tomar o teu pequeno-almoço para que eu te possa levar para a escola. O autocarro já partiu", ela respondeu e eles foram tomar o pequeno-almoço.
**Riley** sentou-se atrás da comida sem comer e apenas a brincar com ela.
"Tens a certeza de que estás bem, querida?" perguntou **Rosita**.
"Sim, mãe", respondeu ela.
"Mas não estás a comer a tua comida. Já estás atrasada para a escola", disse **Rosita**.
"Mãe..., por favor, podes embrulhar para mim?" Ela perguntou.
"Sim, querida."
**Rosita** foi para a cozinha, pegou em alguma coisa, embrulhou o pequeno-almoço da **Riley** e eles saíram a correr de casa para o carro e foram embora.
ESCOLA INTERNACIONAL MARATHON
**Loretta** sentou-se na cadeira a olhar à volta para ver a **Riley**, mas não a conseguia ver. Levantou-se e foi para a cadeira da **Nancy** e da **Kate**.
"Vocês viram a **Riley**?" ela perguntou.
"Não....." responderam em coro.
"Não a vi no autocarro hoje", respondeu **Nancy**.
"Não acho que ela venha à escola hoje. Já é tarde", disse **Kate**.
Ainda assim, viram a **Riley** a entrar na sala de aula com uma cara muito mal-humorada.
"Bom dia, **Tia Ann**", ela disse à professora dela.
"Bom dia, **Riley**, por que estás com uma cara tão mal-humorada hoje? Estás bem?" perguntou a **Tia Ann**.
"Sim, **Tia**", respondeu ela.
"Ok, querida, vai sentar-te", ela respondeu.
"Ok" ela respondeu e foi encontrar as suas amigas.
"**Riley**......" responderam em coro e foram ter com ela.
"Estás bem?" perguntou a **Loretta**.
"Sim, **Loretta**, mas tenho algo para vos contar. Vamos sentar-nos."
Elas foram todas e sentaram-se ao lado da cadeira da **Riley**.
"Ok, aqui está, ontem, alguém veio ao meu quarto quando eu estava a dormir, acordei, mas não vi ninguém."
"Contaste aos teus pais?" perguntou a **Kate**.
"Não, **Kate**...., não quero preocupá-los comigo."
"Ok, **Riley**, mas acho que devias contar-lhes", disse a **Nancy**.
"Ok, vou contar-lhes."
Logo a **Tia Ann** apareceu e pediu-lhes para se sentarem e se prepararem para as atividades da aula. Fizeram as suas atividades durante uma hora e o sino tocou para o almoço. **Riley** e as suas amigas saíram para a cantina para almoçar.
CANTINA
Sentaram-se à volta de uma das mesas da cantina para almoçar, a rir e a gargalhar. **Riley** sentiu-se desconfortável, virou-se e viu alguém a observá-las. Assustou-se e levantou-se.
"Meninas...., alguém está a observar-nos."
Olharam à volta, mas não viram ninguém.
"Tens a certeza, **Riley**, não há ninguém estranho aqui", respondeu **Nancy**.
**Riley** ficou quieta por um momento e correu para a sala de aula.
"Esperem por nós..." chamou **Loretta** atrás dela e elas seguiram-na.
SALA DE AULA
**Riley** foi ter com a **Tia Ann** e contou-lhe o que viu. A **Tia Ann** sentou-se quieta por um momento.
"**Riley**, tens a certeza?" ela perguntou.
"Sim, **Tia Ann**", respondeu ela.
A **Tia Ann** pegou na mão da **Riley** e elas saíram para o gabinete do diretor e contaram-lhe tudo. Ele sentou-se quieto por um momento e chamou o pessoal da sala de controlo de segurança. O pessoal de segurança levou-as para a sala de controlo. Olharam através da segurança, mas não encontraram nada de estranho. **Riley** olhou confusa.
"Mas, **Tia Ann**, eu vi alguém", disse a **Riley**.
A **Tia Ann** olhou para a **Riley** quietamente e tirou-a da sala de controlo.