Capítulo 19
É SÓ EU?
**Riley** voltou para a classe dela confusa, sem saber o que tava rolando.
"**Riley**...."
Uma voz chamou ela de trás. Ela virou e era a prima dela, **Florencia**.
"Ouvi dos seus amigos que você não tá se sentindo bem. O que houve?"
"Nada, prima **Florencia**, eu só queria vir relaxar na minha aula", ela respondeu.
"Tá, **Riley**, eu vou te ver depois da escola."
"Okay", ela assentiu.
O sinal tocou para o almoço e **Florencia** saiu para a aula dela. Os colegas de **Riley** correram de volta para a sala rindo e gargalhando. Os amigos de **Riley** foram até a cadeira dela.
"Como foi, **Riley**? Eles viram alguma coisa?", perguntou **Kate**.
"Não, **Kate**, eles não acharam nada", ela respondeu, parecendo estressada e desapontada.
"Anima, **Riley**, tenho certeza que não foi nada. Só esquece, tá?", disse **Nancy**.
"Okay", ela respondeu e forçou um sorriso.
Os amigos de **Riley** voltaram para seus lugares e continuaram com suas atividades. Depois de uma hora, o sinal tocou para a saída. **Riley** estava prestes a pegar o ônibus com seus amigos quando ouviu as buzinas de um carro, ela virou e era o tio dela.
"Tio **Lian**...", ela chamou e correu para o carro sorrindo.
"Eei.... princesinha, como você tá? Entra."
"Eu tô bem, tio **Lian**...", ela respondeu e entrou no banco de trás do carro.
"Que bom, querida, então, onde tá a **Florencia**?", ele perguntou.
\NJusto quando ela ia responder, eles viram a **Florencia** se aproximando do carro.
"Oi, pai....", ela chamou e entrou no banco da frente do carro.
"Oi, querida, como foi a escola?"
"Ótima, pai", ela respondeu sorrindo.
"E seus irmãos?"
"Lá vem eles, pai", ela respondeu.
**Lian** virou e viu seus filhos chegando. Eles correram para o carro e se juntaram a **Riley** no banco de trás.
"Oi, pai....", eles exclamaram.
"Oi, galera, já vamos?"
"Sim....", todos responderam em coro.
**Lian** partiu e eles saíram da escola. **Riley** sentou quieta no banco de trás, olhando pela janela, pensando no incidente que aconteceu mais cedo. **Lian** estava olhando para ela pelo espelho há um tempo e percebeu como ela estava quieta.
"**Riley**..., tem algum problema? Você tá quieta há um tempo", ele perguntou.
"Não, tio, eu tô bem. Só um pouco cansada e com sono", ela respondeu.
"Okay... querida, a gente chega em casa logo pra você descansar."
"Okay, tio", ela respondeu.
APARTAMENTO DE **CLIFFORD**
Depois de um tempo dirigindo, **Lian** parou em frente ao apartamento de **Clifford**.
"Chegamos, querida", **Lian** disse para **Riley**.
**Rosita** viu o carro de **Lian**, então ela saiu para encontrá-los.
"**Lian**...", ela chamou quando saiu de casa.
"Tia **Rosita**....", as crianças responderam em coro ao vê-la.
"Oi..., como vocês estão....?", ela perguntou sorrindo.
"Nós estamos bem", eles responderam.
"Oi, **Lian**", disse **Rosita**, voltando sua atenção para **Lian**.
"**Rosie**..., faz tempo", ele respondeu.
"É, eu tenho estado um pouco ocupada", ela respondeu.
**Riley** saiu do carro e sua mãe a puxou para perto dela.
"Obrigada por trazer a **Riley**."
"Não precisa agradecer, **Rosie**, é um prazer", ele respondeu sorrindo.
"Okay, princesinha, tenho que ir agora", ele disse para **Riley**.
"Okay, tio", ela respondeu.
"E se cuida e cuida da mamãe, tá?"
"Okay, tio", ela respondeu.
"Okay, **Rosie**, tenho que ir agora. Tenho que levar as crianças para casa. Já tá tarde."
"Claro, **Lian**, outra hora. Tchau, crianças."
"Tchau, tia", eles responderam e **Lian** foi embora.
**Rosita** e **Riley** voltaram para casa. **Riley** subiu para o quarto para se trocar enquanto **Rosita** foi para a cozinha para continuar o que estava fazendo. Alguns minutos depois, **Riley** voltou para baixo. Nesse momento, ela ouviu a porta abrir.
"Pai.....", ela correu para encontrá-lo.
"E aí...., essa é a minha menina", disse **Clifford** e a pegou para um abraço.
"Bem-vindo... querido...!!", **Rosita** chamou da cozinha.
"Obrigado, querida...!!", ele respondeu.
**Clifford** levou **Riley** para a sala e sentou-se.
"Vem cá, querida", ele chamou.
**Riley** foi e sentou-se ao lado do pai.
"Ouvi o que aconteceu hoje na escola com a sua diretora e professora."
"Desculpa, pai. Achei que tinha visto alguém", ela respondeu.
"Tudo bem, querida, talvez tenha sido só sua imaginação, querida. Espero que esteja bem? Pode me contar sempre que tiver um problema, tá?"
"Okay, pai", ela sorriu.
"Que bom, vou trocar de roupa agora", disse **Clifford** e foi para o quarto dele.
**Riley** foi para a cozinha e ajudou a mãe a preparar a mesa para o jantar. **Clifford** se juntou a eles mais tarde e todos jantaram. Já era tarde, **Rosita** subiu para o quarto da filha para ler as histórias para dormir. **Riley** ouviu atentamente a história e logo adormeceu. **Rosita** deu um beijo na bochecha dela, a cobriu, apagou a luz e foi para o quarto dela.
"Ela tá dormindo?", **Clifford** perguntou ao ver a esposa.
"Tá, querido", ela respondeu e se aproximou do marido na cama.
Naquele momento, ela ouviu o telefone tocar. Ela foi buscar e era o número desconhecido de novo.
"Alô...Alô...Alô..."
"O que foi, querida? Quem é?", perguntou **Clifford**.
"Não sei, querido, esse número tá ligando há dias, mas toda vez que eu atendo não tem resposta, e a linha cai. Quando eu tento ligar, também não completa."
"Sério? Deixa eu ver", ele respondeu.
Ele pegou o telefone e ligou de volta para o número, mas não completou. De repente, uma mensagem estranha chegou daquele número. Eles se viraram e se olharam em choque.