Capítulo 29
PARA IGNORAR OU ACEITAR
"Você gosta de mim...?" ela perguntou com um olhar surpreso.
"Sim, Riley..., você pode, por favor, me dar a chance de cuidar de você?" ele perguntou, procurando no rosto de Riley.
"Lio..., você pode, por favor, me dar um tempo para pensar sobre isso?" disse Riley, pegando a mão dele na dela
"Claro, Riley..., você pode ter todo o tempo para pensar nisso. Vou esperar positivamente sua resposta", ele disse com um sorriso.
"hmm..." ela assentiu.
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"Vejo você amanhã às 7 da manhã", ela disse, saindo do carro.
"Claro..." ele respondeu e foi embora.
Lucretia entrou em casa e encontrou sua mãe descendo as escadas enquanto lia uma revista.
"Olá...mãe..."
"Olá... querida, acabou de chegar em casa?"
"Sim...mãe. Eu passei pelo hospital, mas encontrei a vovó ausente", ela disse, indo para a cozinha.
"Desculpe, querida..., tentamos entrar em contato com você na sua linha para te atualizar, mas não conseguimos te encontrar."
"Sim..., eu estava em aula quando a ligação chegou, então desliguei. Quase levei uma bronca do professor", ela acrescentou, voltando da cozinha com um copo de suco na mão.
"Desculpe, querida..." disse Sra. Angelica, indo para a sala com o rosto enterrado na revista.
"O que você está lendo, mãe...?"
"Nada, querida, só um pouco de revista para me manter ocupada."
"Ok, mãe... O pai já voltou?" ela perguntou, subindo as escadas.
"Não, querida..., ele ligou informando que você passasse pela casa da sua avó antes de chegar em casa."
"OK..., então, estarei no meu quarto."
"Claro, querida..."
APARTAMENTO DE NICHOLE
Lionel dirigiu até o estacionamento, encontrou um lugar e estacionou seu carro. Ele foi para a casa e encontrou sua mãe ocupada no telefone.
"Olá, mãe..., negócios de novo?"
"Sim, filho..." ela respondeu, guardando o telefone.
"Ok...mãe..., o que tem para comer?" ele perguntou, indo para a cozinha.
"Sua comida está na geladeira, coloque no micro-ondas e sirva-se, querido."
"Ok, mãe..., amo você..." ele gritou da cozinha.
Alguns minutos depois, ele veio da cozinha com um prato de arroz na mão.
"Por que você não usa a sala de jantar, querido?"
"Uhm..., estarei no meu quarto, mãe", ele disse, enfiando comida na boca.
"OK... querido", ela respondeu enquanto observava seu filho entrar no quarto.
Quando ela teve certeza de que seu filho havia ido, ela pegou o telefone e ligou para Zed.
"Como estão as coisas?" ela perguntou.
"Tudo está bem planejado, senhora, só precisamos esperar pacientemente e observar enquanto eles caem em nossa armadilha."
"Isso é... ótimo...Zed...." ela respondeu com um esquema e desligou.
"Quando eu acabar com eles, eles saberão as humilhações que passei", ela disse indignada com um sorriso.
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Era uma linda manhã de sábado, o ar fresco estava cheio da aura do orvalho da manhã. Riley se afastou da cama, sentindo-se exausta e atordoada para o banheiro. Alguns minutos depois, ela saiu se sentindo revigorada e desceu as escadas.
"Pai....." ela gritou com um sorriso ao ver seu pai que estava profundamente mergulhado em um jornal na sala.
"Sim.... querida..., já acordada?" ele respondeu, levantando ligeiramente os olhos do jornal.
"Sim, pai... e senti muito sua falta", ela acrescentou, indo até ele e pendurando os braços em volta do pai.
"E eu senti sua falta também, Querida..." ele respondeu, bagunçando o cabelo de Riley.
"Vou visitar a vovó hoje."
"Ok, querida..., soube que você foi ao hospital depois da escola ontem."
"Sim...pai...mas encontrei a ausência dela, então decidi visitá-la hoje."
"Uhm..., claro, querida" ele respondeu com um aceno e voltou para o jornal.
"OK, pai..., estarei na cozinha", ela disse, se levantando do sofá.
Ela foi para a cozinha e encontrou sua mãe que estava ocupada organizando as coisas.
"Bom dia, mãe..."
"Bom dia, querida, como foi sua noite?"
"Ótima, mãe..., mas por que você não deixou isso para eu cuidar?"
"Não queria te incomodar, querida, você já parecia exausta."
"Uhm...." ela respondeu, pegando um copo de leite na geladeira.
"Vou visitar a vovó junto com Lionel hoje."
"Ok, querida...tenha...." sua declaração foi interrompida pela buzina de um carro do lado de fora.
"Oh droga..., ele já está aqui", ela respondeu, correndo escada acima para se vestir.
Em poucos minutos, ela desceu as escadas novamente.
"Até mais tarde, pessoal", ela gritou, saindo correndo de casa.
"OK..., cuide-se, querida", Rosita gritou para ela.
FORA DE CASA
"Estou muito cedo?" perguntou Lionel.
"Não..., na hora certa", ela respondeu, entrando no carro.
"Vamos?"
"Sim..." ela respondeu e eles saíram em disparada.
MANSÃO DOS HOLLANDS
Já eram 8 da manhã quando o carro chegou à mansão. Lionel estacionou seu carro no estacionamento e ajudou Riley a sair do carro. Eles foram recebidos pela bela atmosfera e doce aura do jardim.
"Que ambiente lindo você tem aqui", ele disse com um largo sorriso.
"Sim..." respondeu Riley, admirando-o.
"Vamos entrar, a vovó pode estar esperando."
"Ok..., vamos."
Riley e Lionel entraram na casa para encontrar Mad. Flora tomando medicamentos com a orientação de Tia Anastasia.
"Vovó....." exclamou Riley, correndo para ela e abraçando-a.
"Ei...., como está minha garotinha?"
"Estou bem, vovó..., e você? Como você se sente agora?"
"Estou bem, querida, só estou entediada com esses medicamentos."
"Está tudo bem, vovó..., é para a sua saúde."
"Eu sei, querida, mas....." ela parou no meio do caminho quando viu Lionel.
"Oh, vovó...., este é Lionel..., meu amigo. Lionel, esta é Mad. Flora, minha avó."
"Prazer em conhecê-la, senhora"
"Prazer em conhecê-lo também, querido. Riley...., você nunca me disse que tinha um namorado tão bonito", ela disse, olhando curiosamente para Riley.
"Vovó...." ela gritou timidamente. Lionel observou e sorriu.
"Sente-se ao meu lado, querido....." ela disse para Lionel.
Lionel sentou-se e eles tiveram uma longa conversa, rindo e fazendo piadas.
"Temos que ir agora, vovó", disse Riley.
"Só agora...?"
"Sim, vovó, prometo que vamos vir visitar outra hora."
"Ok, querida..."
"Até mais uma vez", disse Lionel ao se levantar.
"Ok... querido, esperando conhecê-lo mais."
"Tchau, vovó..." disse Riley enquanto eles saíam correndo de casa.
Lionel e Riley sentaram no carro e foram embora.
"Quando sua avó brincou sobre eu ser seu namorado, você não disse nada..., isso foi um sim para o meu pedido?" perguntou com um sorriso.
"Ei...., sem movimentos rápidos. Você terá sua resposta em breve", disse Riley com um sorriso, ignorando o olhar de Lionel.
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Riley estava em seu quarto em uma teleconferência com Kate, Nancy e Linsey.
"Então..., podemos nos encontrar no café que vai em direção ao metrô?"
"Claro..." eles responderam em uníssono.
"Ok..., então até mais, meninas", ela respondeu e desligou.
Ela foi para o guarda-roupa, encontrou algo para vestir e saiu correndo do quarto.
"Mãe..., vou sair para encontrar minhas amigas", ela gritou para sua mãe que estava em seu quarto.
"Ok, querida...cuide-se."
"Ok, mãe, o pai está lá?"
"Não, querida..., ele foi encontrar o Tio Lian para uma reunião de negócios."
"Ok..., até mais, mãe..." ela acrescentou e saiu correndo de casa.
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Já eram 12 horas quando o táxi parou em frente à loja.
"Obrigada, senhor", ela disse ao motorista e entrou na loja.
Linsey, Kate e Nancy já estavam sentadas na loja. Elas acenaram para ela ao vê-la.
"Então, qual é o motivo dessa reunião urgente? Posso sentir algo suspeito, conte tudo", disse Linsey.
"É sobre Lionel..."
"Sim...., o que tem ele?" elas perguntaram, olhando curiosamente para Riley.
"Ele me pediu para ser a garota dele..." ela disse com um sorriso.
"O quê...?" elas cantaram em coro em choque.
"Então o que você disse?"
"Eu disse a ele que vou pensar sobre isso", perguntou Kate.
"Oh.....Deus..., que mais você precisa pensar, baby girl...?" questionou Nancy.
"Ei.... garota..., apenas diga sim..." acrescentou Linsey com um sorriso.
"Você acha...?"
"Sim....." elas todas cantaram em coro.
"Além disso, ele é um cara legal e bonito, ou devo ajudá-la?" disse Kate provocando.
"Loucas......" disse Riley sarcasticamente.
Elas saíram e conversaram por um tempo, rindo e rindo das piadas e provocações uma da outra.