Capítulo 219 Uma Jornada para Alcatraz (2)
Com o tempo passando, tipo, meio ano, o Gusrabo ficou no topo da montanha, saca? Usando só a força dele, juntando as paradas do Satanás com o pecado da ganância. Se os deuses soubessem disso, iam achar MUITO sinistro, mas o Gusrabo conseguiu porque ele controlava um poder massa.
A habilidade de tempo.
Voltar pra origem, tá ligado? O pecado da ganância, levando as forças do Satanás pro começo. Quando a adaga ficou pronta, só tinha uns dez centímetros, mas sugou uma energia braba dele. A adaga foi feita no formato da Moya do tio Manston, preta igual tinta, sem nenhuma outra cor, e não mostrava poder nenhum.
“Ainda falta habilidade, né? Só vai rolar depois de virar um deus de verdade.” Olhando pro passado, tipo, pra mim mesmo. Demorou meio ano pra calcular. Alcatraz vai abrir logo, e aqueles porta-vozes também vão.
O Gusrabo sabe que a próxima parada é encarar todos os porta-vozes. Os deuses já sacaram as mudanças no mundo, né? O Destino quer criar deuses. Eles NUNCA iam deixar isso acontecer. Com certeza vão levar aqueles porta-vozes pra Alcatraz, então Alcatraz pode ser a última viagem.
Com uma adaga refeita, o Li foi na direção da Planície de Wanghai, e a figura dele sumiu no vazio. No momento seguinte, ele tava na Planície de Wanghai. Em meio ano, as forças aliadas do mar e dos orcs levaram uma surra feia, e os homens fortes de nível sagrado que comandavam o exército foram mortos um por um pelo Bersilatu.
Império de Xuanzhong… Nos quartéis, a figura do Li chegou, e os guardas foram correndo avisar o Li.
“Quem é você? Ousa entrar no trampo principal!”
O Li ignorou e, numa velocidade que quase não dá pra ver, chegou na porta da tenda principal e falou devagar, “Já tá quase na hora.”
A cortina da tenda principal foi levantada, e um velho que parecia estar entrando na idade avançada saiu, mas quando ele olhou com atenção, o rosto do velho era MUITO familiar.
Pasilatu! Tão velho! Percilatu assentiu de leve, e não tinha emoção nenhuma nas caras deles. Os dois entenderam, né?
“Irmão, você conseguiu controlar o tempo.”
“Irmão também saca o verdadeiro significado do equilíbrio, tipo, o cara que controla o espaço.”
“Quais são os seus planos?” Perguntou o Pasilatu.
“Você procura o personagem divino, eu mato o porta-voz. Consigo sentir que a respiração deles tá MUITO forte, e aqueles caras tão começando a dar tudo de si pra ajudar os porta-vozes.”
“O coração do tempo, a roda do equilíbrio, a cristalização do espaço, por que aqueles caras não dão logo pra gente?”
Perguntou o Li MoMo.
O Percilatu balançou a cabeça.
“Mesmo que o Destino vá criar deuses, precisa de um processo. O coração do tempo e a roda do equilíbrio tão guardados em Alcatraz, só esperando essa oportunidade e acabar com tudo.”
O Li falou: “O coração do tempo, não sinto nada, nem existe, sei lá, não acredito no Destino.”
“Mas tem a roda do equilíbrio,” disse o Pasilatu.
O Li assentiu com a cabeça.
“Vamo nessa.”
Os dois sumiram no vazio, e os soldados que tavam guardando gritaram antes de entender o que tava rolando: “Senhor Persilatu foi embora, general!”
Alcatraz fica bem longe no mar, longe da Ilha do Dragão.
Acima do mar, seis figuras apareceram, com ódio uma da outra, e até com aquela vontadezinha de partir pra cima. Tinha o Lúcifer, um anjo de oito asas com uma espada grande, um jovem com quatro pares de asas de morcego nas costas, o Hughes Romifen, uma princesa dragão e uma elfa noturna, e os dois restantes eram um Naga, homem, segurando um tridente, e um orc carregando um machado gigante.
“Todos os seis pecados tão aqui, só falta o pecado da ganância. Parece que temos algo a ver com aquele cara. Todos queremos achar o coração do tempo e a roda do equilíbrio. Que tal matar o porta-voz do pecado da ganância juntos?”
O Lúcifer ainda é uma criança, MUITO arrogante, e a respiração dele oprime os outros, o que só o jovem infernal do pecado da raiva consegue competir.
A boca do jovem infernal soltou um sorriso: “Lúcifer, você tá me dando ordens?”
O Lúcifer rosnou frio.
“Pode pensar assim.”
A respiração dos dois tá no mano a mano, e as outras quatro pessoas sabem que não são páreo pra eles e não participam, mas também são porta-vozes, que já entenderam algumas coisas virtuais e reais, e até sabem sobre os selos dos deuses.
“É sobre o retorno dos nossos deuses. Vão lutar de novo quando encontrarem o coração do tempo e a roda do equilíbrio. Agora, concordo com a decisão do Lúcifer.” Falou o Hughes Romifen.
Daí a princesa dragão também falou: “Também concordo com o que o Lúcifer falou, e vamos trabalhar juntos pra matar aquele cara. Ele é uma variável e tem MUITA força.”
O Lúcifer levantou as sobrancelhas e falou com orgulho, “MUITO forte? Agora que fomos abençoados pelo Deus da Luz, nossa força chegou ao nível sagrado. Aquele cara ainda consegue competir com os grandes deuses? Mesmo que eu tenha proposto a união, não se gabe tanto daquele cara.”
Pensando no Li, o Lúcifer tá MUITO bravo, esse é um inferno, além do Dante na frente dele, consegue fazer ele temer o cara, tudo precisa matar esse cara primeiro.
Quando chegou o assunto do retorno dos deuses, os três restantes ficaram quietos por um momento, e todos concordaram com o Lúcifer.
“Lúcifer, só vai sobrar um vivo entre você e eu. Dessa vez, vai ser como um presente pela sua morte. Quando aquele cara for resolvido, eu vou te matar com minhas próprias mãos e tirar suas asas nojentas uma por uma.”
“Hum! Depende da sua habilidade.”
Boom!
O mar embaixo mudou, e as seis pessoas ficam surpresas!
“É Alcatraz!”
Escondida debaixo do mar, uma ilha pequena sobe devagar. A ilha é tipo o inferno, e a floresta é sombria. Não tem nenhum sinal de água do mar entrando, mas exala uma respiração do mal que assusta todo mundo.
“Ha ha ha ha! Essa é a respiração do meu inferno, nossos deuses e demônios! Esse é o templo do inferno!”
Vendo a expressão do Dante, as outras cinco pessoas escolheram o silêncio e sentiram a respiração demoníaca do inferno. Num ambiente desses, a força do Dante com certeza vai ser maior, e a cara do Lúcifer ficou roxa.
Quando Alcatraz apareceu por completo, ondas gigantes apareceram no mar em volta, que varreram todas as direções, o céu tava sombrio, raios e trovões relampejavam, e o vento veio com chuva forte.
“Fora!”
Esse é o rugido dos orcs, o porta-voz do pecado da gula.
Só que rachaduras também apareceram no vazio, e duas figuras apareceram acima das seis pessoas, tipo luz e sombra.
“Chegando!”
Os seis levantaram a guarda rápido e olharam pros dois caras em cima, com o coração pesado, não conseguiam sentir a força deles, enquanto os olhos do Li e do Percilatu caíram na Ilha de Alcatraz.
“A roda do equilíbrio tá mesmo aqui, irmãozinho. Vou na frente.”
O Li assentiu com a cabeça.
O Pasilatu foi pra frente e andou em vão. O Naga do clã do mar gritou, “Vocês dois não querem entrar em Alcatraz!” O tridente na mão dele tremeu e atacou o Persilatu.
O ataque desse Naga é MUITO afiado, ativando a força do mar embaixo, formando uma coluna de água espiral que se aproximava do Persilatu. O Persilatu não fez nenhum contra-ataque, mas a velocidade aumentou de repente, o ataque do Naga falhou, e a água do mar formou uma corrente espiral e voltou pro mar.
“Não pode ser!”
A cara do Naga mudou.
(Tentando terminar o livro nesses dias! Não peça pra si mesmo pra escrever muitas palavras, ou seja, você tá enrolando a história, sem falar que tem coisas o tempo todo, e dar uma explicação direta pros leitores! Escreva até a terceira noite agora, e se esforça pra escrever até a quinta noite amanhã!)