Capítulo 82 Moko Chega!
As feras ""P"" têm muito mais vantagens que os humanos, tipo, até certo ponto. Conseguem esmagar as espécies vivas na cadeia biológica, saca? Mas essas vantagens naturais também vêm com um preço, né? Eles não são tão inteligentes, só têm instinto. Tipo, instinto de lutar, que pode ser melhor que a gente, mas nos detalhes, perdemos feio. Humanos são bons em reparar nos detalhes, tá ligado? Quando a voz do Moro, tipo trovão, ecoou, seis caras se mexeram. Assasinos, né? Sabem as fraquezas dos oponentes e atacam ali, pra dar o maior dano, conseguir o melhor resultado!
"Miau!"
A civeta Spotnight berrou de dor. Um assassino deixou uma ferida, com um monte de sangue verde espirrando. A civeta reagiu, com as garras ferozes, e o assassino que tava ali, colado, foi cortado no meio.
"Porra!"
"Mad morreu! Seu bando de filhos da puta!" Um monte de gente ficou puto, porque eram amigos de anos, e perderam a compostura, resolveram lutar até o fim!
A batalha ficou frenética. O sangue verde da civeta, jorrando no céu da noite. O roxo deles, pintando tudo. O cara que tava seguindo, lá longe, viu a luta e ficou esperto, porque nem ele tinha certeza se ia conseguir lidar com a civeta. A fera era muito rápida, forte, dava uns golpes fudidos! As garras eram armas afiadas!
No final, as esporas da civeta estavam num charco de sangue verde. Os assassinos caíram, mais cinco, sem vida, mortos em um golpe. Só três sobreviveram, mas não estavam muito melhores. Os olhos deles mudaram de cor, quando viram o sangue espalhado por tudo.
"Moro... Capitão Luo... a gente vai continuar seguindo mesmo?"
Tinha doze pessoas quando começaram, agora só três! Em menos de três dias, nove companheiros morreram! Pela primeira vez, eles sentiram um frio na espinha, um abismo de medo ali.
Os olhos do Moro estavam sem brilho, mas a vontade dele era firme. Ele falou, frio: "Nossa vida é pra servir a família real, e morrer é pra mostrar nossa lealdade. Acredito que vamos sair daqui logo, confiem em mim! Depois de hoje à noite, vamos embora! Acredito que aquele merda do Gusrabo Li tá por perto!"
Os dois assassinos restantes ficaram em choque, pararam de falar. Abaixaram a cabeça, pegaram remédios e passaram nos corpos.
"Agora..."
A voz do Moro não terminou, o frio nas costas dele congelou o coração, a garganta ficou rouca, e o corpo caiu lentamente. A sombra se moveu, agulhas de prata saíram das mangas. As agulhas passaram, e os dois assassinos caíram no chão, um depois do outro.
Essa noite tá fria...
O Moco olhou para os três mortos e zombou: "Gusrabo Li é meu, ninguém vai roubar!"
O Li, que tava curando o ferimento, abriu os olhos de repente.
"O que tá rolando?"
"Alguém tá vindo, muito rápido!"
"Humano? Ou fera?"
"Humano, e muito forte! Se eu não me engano, o cara que vai te matar tá chegando!"
"E agora?"
"Primeiro acha um lugar pra se esconder, descobrir o que tá rolando. Seu mar de ar não tá totalmente recuperado, e seu núcleo fino tá acabando. Guarda sua força, e vai matar o inimigo com um golpe!"
A voz da Coruja, firme.
"Mamon é um cara do mal. Pra nos torturar, os porta-vozes dos colares gananciosos, a força de quem nos caça depois da má sorte vai explodir, tá ligado? O inimigo tá no melhor estado, com a força máxima!"
"E essa parada..."
O Li não falou muito. Ficou mais esperto, essa esperteza tem que ficar sempre ali, agora e no futuro. Se o inimigo for mais forte que você, e ainda por cima, por causa da má sorte, a força dele aumentar, como que ele vai vencer? Não é fácil pensar que a Coruja do futuro vai sobreviver até os quarenta. Ele já passou por tanta vida e morte, mas no fim, não conseguiu resistir ao Mamon. Ele teve que atravessar o tempo, usando a alma pra ajudar o Li a resistir a má sorte.
O Li tava grato, guardou o núcleo de essência na palma da mão e abriu os olhos do demônio da noite, mas não usou o mar de ar entre o mar de ar e entrou na floresta densa atrás dele.
O Moco, que tinha saído, chegou, levantou as sobrancelhas e olhou pra cena trágica. Os olhos dele logo encontraram uma grama, e ele foi pra lá.
"Acha que vai escapar? Ninguém me impede de te matar!"
O Moco não sabia que tinha alguma força poderosa abençoando ele. O mar de ar dele tava cheio de ondas, e ele virou pra floresta densa e pulou pra dentro.
No galho de uma árvore na floresta, escondido nas folhas, o Li tava esperto, observando o ambiente. Com a habilidade do olho do demônio da noite, ele logo encontrou o cara que queria matar ele, pela boca da Coruja, mas a cara dele não tava boa depois que viu o cara de perto.
"É ele!"
A Coruja falou: "Não achei que ia ser esse cara que ia trazer a má sorte. Foi ele que quis ferrar o Silver."
O Li perguntou: "Coruja, com minha força, eu mato ele?"
"Não mata. Se você não tivesse tido má sorte antes, você tinha três chances de matar. Agora você não tem nem uma. O corpo dele foi amaldiçoado pela má sorte, mesmo antes de morrer. Vai te dar um ferimento fatal pra contra-atacar."
"A maldição da desgraça, como não achei?"
"A gente fala disso depois."
A cara do Li tava tensa.
"A chance de menos de uma camada significa que ainda tem chance. Agora a gente sabe onde ele tá. Seja na geografia ou no céu, tá do nosso lado. Eu quero lutar, se não ele vai me matar, não importa onde eu fuja. É melhor lutar do que ficar preocupado!"
A Coruja, satisfeito: "Sim, sua decisão tá firme. Se você for, vai morrer. Mas enfrentar com calma é melhor. O Mamon gosta de brincar de gato e rato, então a gente vai ser o gato que mata o rato!"
No galho, observando o cara se aproximando pelas folhas. Quando ele tava a menos de três metros da árvore, o Moco parou e riu: "Sai, Gusrabo Li! Sei que você tá aqui!"
A voz do Moco saiu, mas o Li ficou quieto. Ele sabia que o cara tava procurando rastros. Nesse momento, pra sobreviver, a mente calma era a chave.
"Não adianta ficar quieto! Hahaha! Acho que você não sabe das notícias na capital de Esparta. Vou te contar! Matei a Lolita! Sou eu que botei a culpa no seu irmão! E você botou a culpa em você pra ajudar ele. Acha que sua família vai entender isso?"
"Hahaha! Gusrabo Li, vou te contar uma notícia que você nunca vai imaginar! Você foi expulso da família pelo Gusrabo, pelo seu pai, Gusrabot!"
"Você tá sem casa! É um assassino! Sua família te ignorou, e eu admiro uma família dessas!"
Riso e palavras do Moco machucaram o coração do Li.
A Coruja avisou: "Não se deixe levar! É uma tática comum, ele tá procurando onde você tá!"
Mesmo que a Coruja não tivesse avisado, o Li sabia que ele tava atraindo, mas a mente dele ainda não tava madura, e ficou furioso ao ouvir o Moco humilhar a família dele.
Quando o estômago pegou fogo, teve um leve movimento.
O Moco franziu a testa, e a cara dele ficou mais feroz.
"Já sei onde você tá!"
Ush!
O corpo do Moco se moveu, o Li atirou, e o mar de ar dos dois se moveu ao mesmo tempo, os galhos tremeram, e duas luzes frias surgiram.
"Matar!" Plum com os olhos cheios de sangue.
"Choque de matar!" O Moco, com os olhos cheios de sangue, mostrou um poder sem precedentes nesse momento, um golpe estranho de chocar o ar, e o poder de oscilar o ar do Moco. A adaga na palma da mão brilhou com uma luz azul, e o ar parecia ser rasgado em um piscar de olhos.
Whistling!
Uma adaga caiu, e ele voou pra trás. Era o Li. Comparado ao Moco, ele era fraco, mas o Moco não tava inteiro. A roupa preta rasgou e ele recuou. Logo o Moco parou, pisou no chão, e acelerou pra cima do Li que caiu.
Poof!
Luz sangrenta no peito do Li, e o poder do colar ganancioso entrou no corpo do Li. Uma força levantou o Li, e a foice da esperança apareceu e caiu na mão, e a foice fina de um metro tremeu, e o fogo do karma nasceu, e explodiu em chamas e atacou o Moco.
O Moco mostrou horror.
"Que porra! O cheiro do mal, é... é verdade o boato de que ele é o diabo?"
Essa respiração fria, é a respiração do inferno na raça alienígena? O fogo do Moco, o corpo dele se moveu pra escapar, mas ele viu que as chamas não morriam, como se estivessem vivas, as chamas continuavam perseguindo ele!
"Que porra!"
O Li Weiwei levantou a cabeça, a boca cheia de sangue, e o desejo em um piscar de olhos. A foice da esperança desapareceu, e ele fugiu pras profundezas da floresta densa, e a chama que perseguia o Moco desapareceu naquele momento.
"Não fuja!"
Vendo as chamas desaparecerem, o Moco entendeu que era pra ganhar tempo. Como ele ia dar essa chance pro Li? A ferida era a melhor chance pra vingança!
Os olhos dele brilharam de ganância, e a foice estranha parecia ser uma coisa boa. Pela experiência dele, era um instrumento sagrado!
Só a espiritualidade sagrada pode ficar no corpo humano. Os três jovens mestres da família Gusrabo, que eram desconhecidos, ficaram misteriosos. Mesmo como uma força de condensação, o filho dele foi morto facilmente por ele, que deve estar relacionado a esse objeto sagrado vermelho!
"Bom, bom! Gusrabo Li, depois da sua morte, seu instrumento sagrado é meu! Se tiver instrumentos sagrados, não tem lugar no mundo onde eu não posso ir!"
Rindo, e parando de rir.
Porque os problemas estão chegando.
"Droga!" Aconteceu que uma fera tinha chegado, e ele achou que o movimento da luta tinha atraído a atenção da fera.
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