Capítulo IV A Desgraça Chega
A uma distância de "P" de si mesmo, depois de 30 anos, restava apenas um dia. A real é que o Terceiro Jovem Mestre estava na mó de baixo há três dias! O Terceiro Jovem Mestre, que tá querendo perder uns quilinhos, tava sentado no pátio. Os olhos dele, tipo, confusos e cheios de coisa, sabe? Um monte de luta rolando ali dentro.
Nesses três dias, além do Terceiro Jovem Mestre afinando a silhueta, tinha também a Sra. Gusrabo, que tinha perdido a pose. Ela percebeu que, tipo, o filho não só tinha ficado na dele, como também tava um bom menino, falando pouco, e o único problema era a bebida, mas isso era, sem dúvidas, coisa de filho exemplar, o que deixou ela com a preocupação mínima, tipo, com o Gusrabo.
"Não se preocupe, madame. O velho servo acredita que o Jovem Mestre vai se recuperar em alguns dias."
De novo, o velho servo da Sra. Gusrabaud começou a confortar a Sra. Gusrabaud, que tava com uma cara meio amarrada. Ela, como sempre, baixou a cabeça e soltou um suspiro amargo, depois levantou a cabeça com uma expressão decidida.
"Marcy, continua convidando os adultos sacrificiais pra virem amanhã!"
O velho servo ficou chocado, tipo, e tentou: "Minha linda madame, sacrificar os adultos custa muito caro. Marcy tá até com vergonha de explicar a conta desse mês pro general!"
Quando a Sra. Gusrabo ouviu isso, mostrou uma cara de brava, xingou e gritou: "Por que o morto quer uma conta! Nem liguei pra ele e ele se atreve a cuidar dos meus assuntos. Eu te falei pra convidar os adultos sacrificiais amanhã, então convide. Se ele ousar falar alguma coisa, eu vou consertá-lo severamente!"
No quartel distante do território, vendo a mãe Gusrabo Bojin Gusrabo Boyin, e o Gusrabo Bote mostrando um sorriso satisfeito, e sei lá, de repente, as costas dele começaram a suar frio.
O Terceiro Jovem Mestre sentado no pátio pareceu ouvir a conversa atrás dele, e virou a cabeça de leve, e a voz familiar ecoou na mente dele de novo:
"Um dia, prepare-se, os primeiros sete dias de ganância vêm."
Agora, o Terceiro Jovem Mestre tava bem calmo, tipo, sem pânico como nas vezes anteriores, e perguntou pro nada: "Se você é mesmo eu depois de trinta anos, pode me dizer como eu vivi depois de trinta anos?"
A voz do cara ficou em silêncio por um tempão, mas o Terceiro Jovem Mestre esperou pacientemente por uma resposta.
"Viva no desespero, aproveite a felicidade do mundo na dor e seja uma pessoa gananciosa que entrega tudo da natureza humana nos altos e baixos dos jogos da ganância."
O Terceiro Jovem Mestre fez uma cara de insatisfeito, ele sentiu que esse tal de 30 anos depois era um neurótico, se não fosse neurótico, como é que ele sempre fala umas coisas que ninguém entende?
A voz do cara também sabia que o Terceiro Jovem Mestre não ia entender o que ele tava falando e explicou de um jeito mais fácil:
"Seu destino foi decidido desde que você pegou o crime da ganância. O colar que você usa não é uma coisa boa, é um artefato do inferno."
"Artefato!?"
O Terceiro Jovem Mestre, de repente, ficou animado. Mesmo não se importando com nada, ele sabia de uma coisa. No continente Datura, teve uma história curtinha, que mencionava os níveis de armas, tipo, verde, azul, preto e roxo. Depois do roxo, tinha os níveis sagrados e, no final, os divinos!
Na história curta, diz que só os deuses podiam ter as armas da ordem divina. Agora, o cara que diz ser ele mesmo trinta anos depois fala que o colar que ele usa é um artefato, então, do que mais ele tem medo? Pela alegria e excitação do Terceiro Jovem Mestre, a voz do cara só soltou uma risada fria:
"É um artefato, mas é um artefato que até os deuses têm medo. Eu geralmente chamo de instrumento pecaminoso. Uma vez que é contaminado com um instrumento pecaminoso, você vai ter azar a vida toda."
\As palavras do cara jogaram um balde de água fria no Terceiro Jovem Mestre sem dó, o que fez ele tremer de frio.
"Azar? Você tá falando que essa arma é sinistra?"
"Sim, eu calculei o tempo com você antes. Em sete dias, quem pegar o crime da ganância pela primeira vez vai ter azar depois de sete dias. Você escolhe fugir ou como escolher diante do azar? É igual a mim no começo? Negociando com o crime da ganância e conseguindo paz?"
A voz do cara sumiu.
O Terceiro Jovem Mestre queria continuar perguntando, mas por mais que ele gritasse e gritasse para o nada, não tinha eco. No final, o Terceiro Jovem Mestre gritou que não tinha mais forças e só conseguiu escolher voltar pro quarto dele e deitar na cama pra sofrer e se torturar.
Na manhã seguinte, o sol tinha acabado de iluminar o quarto do Terceiro Jovem Mestre Gusrabo. O Terceiro Jovem Mestre, de repente, abriu os olhos grandes e pretos, e pulou. Como sempre, ele ia começar a arrumar a cama, e depois fazer gargarejos e lavar o rosto de um jeito aristocrático. Mas hoje ele não tava com vontade de fazer isso, só ficou sentado quietinho no quarto.
"Madame, madame! Os adultos sacrificiais estão chegando!"
A Sra. Gusrabo, que tinha acordado cedo, se vestiu correndo, saiu do quarto dela, levou o velho servo dela pro portão do pátio da família Gusrabo, e deu as boas-vindas ao Lorde sacrificial que tinha sido mandado ontem.
Era o mesmo cara que tinha visto o Gusrabo antes. Ele tava vestido com um terno branco comprido, limpo e brilhante. Ele andava bem, e bem. Ele segurava um cetro sacrificial na mão direita. Mesmo sendo velhinho, a educação e a gentileza dele eram confortáveis.
"Linda Madame Gusrabo, Ratter, ouvindo o seu convite ontem, veio correndo, querendo saber o que aconteceu com o Terceiro Jovem Mestre Gusrabo?"
O Tarde cumprimentou com educação, e a Sra. Gusrabo forçou um sorriso, e depois uma cara triste.
"Ratter se sacrifica a sua Excelência. O Mistress acordou no dia seguinte depois que você veio da última vez, mas logo depois que acordou, desmaiou de novo. Dessa vez ele ficou inconsciente por três dias. É melhor você me ajudar rápido."
Com uma educação simples e passos pequenos e regulares, o Ratter levou os três homens pro quarto do Terceiro Jovem Mestre Gusrabo, guiados pelo velho servo da Madame Gusrabo.
Toque!
Quando a porta foi aberta, o Terceiro Jovem Mestre se assustou e imediatamente se encolheu no canto do colchão. Ele tremeu e perguntou: "É... é... quem é?"
Foi a Sra. Gusrabo que abriu a porta. Quando ela viu o Terceiro Jovem Mestre que tava com medo, se escondendo no canto do colchão, ela sentiu uma dor profunda no coração e implorou pro Ratter, que tava perto dela, oferecer sacrifícios.
"Sacrifique a sua Excelência, por favor, use a sua magia de cura uma vez. A doença do Mistress tá piorando cada vez mais."
Falando nisso, a Sra. Gusrabo soluçou e derramou lágrimas, e o Ratte ficou sem jeito e consolou: "Sra. Gusrabo, a divindade da cura só serve pra doença, e é o espírito que incomoda o Terceiro Jovem Mestre. Vou dar hipnose pra ele no máximo, deixar ele descansar bem e dormir por dois ou três dias, talvez a condição dele melhore um pouco."
A Sra. Gusrabo ouviu que ela tinha a decisão de um cavalo morto como um médico vivo, e correu pra falar: "Então, por favor, ofereça sacrifícios aos adultos!"
"Bem!"
Ratter começou a se aproximar do Terceiro Jovem Mestre e andou mais ou menos metade do caminho. O Ratter virou pro velho servo e pra Lady Gusrabo de um lado e falou: "Madame, não podem me ver enquanto eu estiver praticando minhas habilidades. Por favor, esperem por boas notícias lá fora da porta com o seu servo."
O Tarde sorriu suavemente, e a Sra. Gusrabo sentiu que o que o Tarde falou era razoável, então ela e o velho servo perto dela saíram da porta, e o velho servo fechou a porta.
Ratter continuou andando até o Terceiro Jovem Mestre e falou com carinho: "Não tenha medo, se você tiver alguma coisa desagradável, pode me falar. Você vai ser hipnotizado mais tarde. Não fique nervoso, relaxe o cérebro e estabilize o seu humor nervoso."
Na real, o Terceiro Jovem Mestre conhece esse sacrifício. No passado, os dois irmãos dele da família vieram vê-lo quando ficaram doentes. Agora, mesmo que ele viesse até ele com tanta gentileza e mostrasse tanta bondade e bondade, o Terceiro Jovem Mestre tava em pânico. Assim como o cara que dizia ser de 30 anos depois falou, o azar tava mesmo chegando.
"Que cena nostálgica!"
O Terceiro Jovem Mestre tava pasmo. Essa é a voz do cara na mente dele.
"Que diabos tá rolando? Por que eu sinto que alguma coisa vai acontecer!"
O Terceiro Jovem Mestre rosnou pro Ratter como se estivesse louco.
", p"