Capítulo 33
Tô no meio de rir de uma piada aleatória que a Fé me contou quando a porta da minha casa abre de repente.
Tento recuperar o fôlego enquanto a minha Mãe de Hanna me olha estranho.
"Fé, você quebrou minha filha?" Minha Mãe de Hanna pergunta.
A Fé ri da minha Mãe de Hanna só pra balançar a cabeça.
"Eu contei uma piada pra ela", ela explica vagamente.
Finalmente começo a me acalmar quando minha barriga começa a doer horrores.
A minha Mãe de Hanna balança a cabeça antes de se virar pra mim. Ela fala comigo enquanto leva nós duas pra dentro de casa.
"Amanda e sua Avó de Hanna vêm jantar hoje", minha Mãe de Hanna me informa quando entra na cozinha.
Franzo a testa pra ela.
Por que a minha Avó de Hanna tá vindo?
Ela nunca vem a não ser que vá buscar a Haley e a Isabella.
"Hum, ok", eu digo com um tom de voz cético quando ela abre um armário aleatório.
Ela pega dois potes de molho de espaguete, o que me faz sorrir.
Faz tanto tempo que a gente não come espaguete.
É principalmente usado na nossa família sempre que alguém tem uma notícia bombástica pra anunciar.
Espera...
"Você e Mãe estão adotando outro bebê?!" Eu pergunto.
Tento manter minha expressão tensa, caso eu esteja errada, mas meu tom de voz entrega minha animação.
"Não, a gente não pode", ela responde com uma risadinha com a minha empolgação.
Faço beicinho com a notícia.
"Posso convidar minhas amigas?" Eu pergunto.
Ela pensa por uns segundos antes de concordar.
Eu sorrio e agradeço, antes de puxar a Fé em direção à escada, ignorando as reclamações da Fé pra eu ir mais devagar, enquanto começamos a subir as tais escadas.
Assim que entramos no meu quarto, eu bato a porta e jogo minha mochila na cama, sentando na cadeira da minha mesa.
"Ela tá escondendo alguma coisa", eu afirmo com confiança.
"O que te faz dizer isso?" A Fé pergunta, sentando na minha cama.
"Eles só fazem espaguete quando vão fazer um anúncio importante", eu respondo.
Eu pego meu laptop no canto da minha mesa e abro ele.
"Eles fizeram isso quando me contaram que iam me adotar, fizeram quando escolheram adotar a Isabella, a mesma coisa com a Haley", eu digo enquanto começo a digitar freneticamente no aparelho.
A Fé pigarreia sem jeito antes de falar.
"Eles fizeram espaguete na primeira vez que eu fiquei pra jantar", a Fé fala, seca.
"Não, eles pediram e fingiram que tinham feito", eu digo, fazendo a boca dela cair.
Tento não rir da expressão dela enquanto faço videochamada com a Bailey e a Aurélia.
Uns segundos longos se passam antes do rosto da garota de cabelo preto aparecer na tela do meu computador, assim como o da morena.
"E aí, Wilder", a Bailey cumprimenta, rolando pra trás.
"Ah, oi pra você também?", eu respondo.
Ela parece incrivelmente desconfortável.
"Olá, garota dos meus sonhos", a Aurélia me cumprimenta, atrevida.
Revirei meus olhos pra ela enquanto a Fé chega por trás de mim pra ver melhor as duas garotas.
"Cala a boca, Kingsbury", eu digo pra ela.
Preciso imprimir isso numa camisa pra poder apontar pra ela sempre que ela fizer algo assim.
"Minha Mãe de Hanna tá fazendo um jantarzaço e convidou minha família, vocês estão convidadas, então estejam aqui em duas horas", eu digo pra elas.
A Aurélia ri, com humor, de mim, enquanto a Bailey geme.
"Eu queria tirar uma soneca, Hanna", a Bailey reclama.
"Eu deixo você comer minha sobremesa se você aceitar vir", a Fé persuade.
A Bailey instantaneamente se anima com a palavra 'sobremesa'.
"Eu vou estar lá", ela promete.
Eu bufo enquanto balanço a cabeça pra elas duas.
Eu tenho umas amigas muito estranhas.
-
"Você tá apaixonada pela minha Mãe de Hanna ou algo assim?" Eu provoco enquanto chego por trás da Aurélia.
Ok, isso saiu muito mais amargo do que eu pretendia.
Ela e a Bailey chegaram faz uma hora.
A Fé e a Bailey foram pra algum lugar conversar em particular, ou dormir, sei lá.
A minha Mãe de Hanna ficou na cozinha o tempo todo fazendo o espaguete. Eu perguntei pra ela se ela precisava de ajuda, mas ela só me enxotou da cozinha.
A minha Mãe de Hanna praticamente arrastou a Aurélia pro escritório assim que a garota de cabelo preto entrou pela porta da frente.
A garota de olhos cinza se vira pra mim com uma expressão divertida, enfiando o celular no bolso de trás.
"Não, por quê?" Ela responde.
Ela percebe meus braços cruzados e se encosta na parede que atualmente está nos protegendo dos meus pais, que estão muito excitados.
Espero que eles, pelo menos, mantenham isso dentro da calça.
"Você passou mais tempo com ela desde que chegou do que com suas próprias amigas", eu digo com um beicinho.
Tradução?
'Você passou mais tempo com ela desde que chegou do que comigo'.
Ela sorri pra isso, estendendo a mão e colocando cuidadosamente as mãos nos meus quadris. Ela gentilmente me puxa pra perto, pra que nossos peitos fiquem encostados um no outro.
"Com ciúmes?" Ela provoca, enquanto seus olhos piscam em direção aos meus lábios.
Eu?
Com ciúmes?!.
"Essa é uma piada engraçada, Kingsbury", eu digo sem humor, enquanto meus olhos fixam os dela.
Meu coração pula quando os olhos dela voltam pra cima pra encontrar os meus.
Ela leva uma das mãos pra cima pra gentilmente afastar uma mecha do meu cabelo loiro do meu olho e pra trás da minha orelha.
"Você não tem motivo pra ter ciúmes", ela me diz, trazendo a mão de volta pra confortavelmente envolver minha cintura.
"Você sempre será minha primeira e única escolha", ela adiciona com um tom de voz promissor.
Meu coração se aquece com a confissão sincera dela.
Porra.
O que eu faço?!.
Eu só continuo olhando pra ela com uma expressão perplexa, já que não tenho ideia de como responder a ela.
"Ei, Hanna, sua Mãe de Hanna quer que você... Ah", a Fé diz, só pra se interromper.
Eu rapidamente me afasto da Aurélia e, sem jeito, aperto meu rabo de cavalo alto enquanto nossa amiga olha entre nós duas com uma expressão divertida.
"Eu interrompi alguma coisa, não foi?" Ela adivinha.
Eu balanço a cabeça antes de pigarrear.
"Não, qual é?" Eu pergunto pra ela.
"Sua Mãe de Hanna queria que eu te dissesse pra ir abrir a porta", ela me informa, fazendo eu franzir a testa.
Por que eu tenho que ir abrir a porta?
Primeiro, minha Mãe de Hanna está na cozinha, que não fica nem a um metro e meio da porta da frente.
E segundo, por que ela não pode vir aqui e me dizer isso?
Ela tá tão ocupada pegando que não consegue dar uns passos?!.
Começo a ir em direção à porta da frente, passando pelos meus pais no processo.
"Arrumem um quarto", eu digo pra esses dois adultos que estão se pegando encostados no balcão.
Ótimo, agora essa imagem vai me assombrar até o fim dos tempos.
"A gente é dono dessa casa, você e a Aurélia que deviam arrumar um quarto", minha Mãe de Hanna responde, se afastando da minha Mãe de Hanna.
Ai, meu Deus.
Eu fico em silêncio enquanto tento não ficar envergonhada. Respiro fundo antes de pegar na maçaneta e abrir a porta da frente.
"Eu trouxe presentes", o convidado diz com um sorriso largo.
Puta merda!.
"Tia de Hanna!" Eu grito, animada, enquanto praticamente a ataco.
A nossa Tia de Hanna não mora dentro dos limites da cidade, por isso ela raramente vem pra cidade, a não ser que vá buscar minhas irmãs.
"Como você tem passado? Como estão a Jersey e o Knox?" Eu pergunto pra ela.
Eu me afasto dela e a puxo pra dentro de casa, pra longe do ar gelado.
Ela ri da minha empolgação enquanto me entrega duas caixas embrulhadas em papel de presente temático de Natal.
"Estamos ótimos, mas a Jersey sente sua falta", ela admite, colocando o dedo indicador em frente aos lábios, num movimento de 'shhh'.
Eu sorrio com o 'segredo' dela, enquanto a Isabella e a Haley correm escada abaixo ao verem nossa tia.
Não faço ideia de por que não falo mais com nossa tia.
Ela foi quem me deu a conversa sobre 'pássaros e abelhas' quando eu estava entrando no ensino fundamental, já que sabia que eu não me sentia confortável em ter essa conversa com meus pais.
Eu vou em direção à sala de estar, onde minhas amigas estão, enquanto meus pais vão em direção à minha tia.
"Ooh, presentes", a Bailey comenta do sofá, me fazendo rir enquanto os coloco na mesa de centro.
Eu vou em direção ao sofá, sentando entre a Aurélia e a Fé.
"Você não vai abrir?" A Aurélia pergunta com um tom de voz confuso.
"Eu não quero parecer mal-educada", eu tento explicar.
Eu não quero fazer elas se sentirem estranhas se eu abrir meus presentes de Natal adiantados na frente delas.
"Nope, eu tô curiosa pra saber o que ela te deu esse ano", a Fé fala com um sorriso.
Eu bufo enquanto uma cor avermelhada aparece no meu rosto.
A Aurélia franze a testa pra gente, obviamente sem entender do que a Fé estava falando.
"Dois anos atrás, a Hanna estava contando pra ela como achava que ia ficar solteira pra sempre e ela comprou pra ela..." A Fé começa a contar pra ela, só pra ser interrompida por mim a encarando.
Eu a desafio a terminar aquela frase.
"Uma dildo rosa, de cinco polegadas, vibratório", a Bailey termina explicitamente, fazendo meus olhos arregalarem enquanto eles se voltam pra morena.
Que porra?!.
Que porra é essa?!.
Preciso de novas amigas.
Essas estão quebradas, de novo.
"É bom?" A Aurélia provoca com uma expressão divertida.
Ai, meu Deus!.
Isso é um desastre.
Envergonhada, coloco meu rosto nas mãos pra esconder a cor avermelhada.
"Quer dizer, tava morto quando eu encontrei", a Bailey adiciona.
Que porra, Bailey?!.
"Por que você tava mexendo nas minhas coisas?" Eu pergunto enquanto olho pra ela com a testa franzida.
"Você me disse pra te entregar um sutiã esportivo porque o que você tava usando tava dando coceira nos seus mamilos", ela explica, fazendo meus olhos arregalarem.
Porra.
Não acredito que esqueci disso.
"Para de me expor, Bailey!" Eu exclamo, fazendo a Fé e a Aurélia rirem com meu constrangimento.
A morena senta ereta no sofá pra ocupar uma almofada em vez de duas.
"Você pediu", ela defende com um encolher de ombros.
Eu bufo.
Isso é tão constrangedor.
"Abra seus presentes, a expectativa tá me matando", a Fé diz, animada.
Ugh.
Ela que abra, já que tá tão ansiosa.
-
Não fode!.
Isso tem que ser uma piada!.
A Bailey explode numa gargalhada que dói a barriga e praticamente se joga pra trás no sofá.
A Fé ri enquanto olha entre mim e a Aurélia com um olhar de cumplicidade.
A Aurélia está completamente em silêncio ao meu lado, mas eu tô com muito medo de sequer olhar pra reação dela a isso.
"Você definitivamente vai precisar disso mais cedo do que imagina", a Fé diz.
Lingerie.
Ela me deu lingerie!.
Não qualquer lingerie.
Lingerie de renda!.
"O azul escuro realmente vai fazer seus olhos se destacarem", a Bailey brinca, enquanto continua rindo.
"Essa não vai ser a única coisa a explodir", a Fé adiciona, fazendo a Bailey rir mais forte.
Finalmente ganho coragem pra me virar e encarar a Aurélia, só pra minha boca cair.
Os olhos dela estão num tom mais escuro de cinza, a respiração dela está ligeiramente acelerada e ela está distraidamente mordendo o lábio inferior.
Ela não tá pensando em mim nesse conjunto de lingerie agora!.
"Kingsbury, eu juro por Deus que se você estiver me imaginando nisso agora", eu ameaço, fazendo ela revirar os olhos.
"Por favor, você não estaria reclamando", ela murmura alto o suficiente só pra eu ouvir.
Ai, meu Deus do céu!.
Isso é um desastre.
Envergonhada, coloco meu rosto nas mãos pra esconder a cor avermelhada.
"Eu quero dizer, tava morto quando eu encontrei", a Bailey adiciona.
"Eu te conto, vou te dizer que se você não parar de se exibir, eu juro por Deus, Kingsbury, você está morta", eu digo, fazendo ela rir.
"Por favor, você não estaria reclamando", ela murmura alto o suficiente só pra eu ouvir.
Ai, meu Deus do céu!.
Isso é um desastre.
Envergonhada, coloco meu rosto nas mãos pra esconder a cor avermelhada.
"Eu quero dizer, tava morto quando eu encontrei", a Bailey adiciona.
"Por que você tava mexendo nas minhas coisas?" Eu pergunto enquanto olho pra ela com a testa franzida.
"Você me disse pra te entregar um sutiã esportivo porque o que você tava usando tava dando coceira nos seus mamilos", ela explica, fazendo meus olhos arregalarem.
Porra.
Não acredito que esqueci disso.
"Pare de me expor, Bailey!" Eu exclamo, fazendo a Fé e a Aurélia rirem com meu constrangimento.
A morena senta ereta no sofá pra ocupar uma almofada em vez de duas.
"Você pediu", ela defende com um encolher de ombros.
Eu bufo.
Isso é tão constrangedor.
"Abra seus presentes, a expectativa tá me matando", a Fé diz, animada.
Ugh.
Ela que abra, já que tá tão ansiosa.
-
Não fode!.
Isso tem que ser uma piada!.
A Bailey explode numa gargalhada que dói a barriga e praticamente se joga pra trás no sofá.
A Fé ri enquanto olha entre a Aurélia e eu com um olhar de cumplicidade.
A Aurélia está completamente em silêncio ao meu lado, mas eu tô com muito medo de sequer olhar pra reação dela a isso.
"Você definitivamente vai precisar disso mais cedo do que imagina", a Fé diz.
Lingerie.
Ela me deu lingerie!.
Não qualquer lingerie.
Lingerie de renda!.
"O azul escuro realmente vai fazer seus olhos se destacarem", a Bailey brinca, enquanto continua rindo.
"Essa não vai ser a única coisa a explodir", a Fé adiciona, fazendo a Bailey rir mais forte.
Finalmente ganho coragem pra me virar e encarar a Aurélia, só pra minha boca cair.
Os olhos dela estão num tom mais escuro de cinza, a respiração dela está ligeiramente acelerada e ela está distraidamente mordendo o lábio inferior.
Ela não tá pensando em mim nesse conjunto de lingerie agora!.
"Kingsbury, eu juro por Deus que se você estiver me imaginando nisso agora", eu ameaço, fazendo ela revirar os olhos.
"Por favor, você não estaria reclamando", ela murmura alto o suficiente só pra eu ouvir.
Ai, meu Deus do céu!.
Isso é um desastre.
Envergonhada, coloco meu rosto nas mãos pra esconder a cor avermelhada.
"Eu quero dizer, tava morto quando eu encontrei", a Bailey adiciona.
"Por que você tava mexendo nas minhas coisas?" Eu pergunto enquanto olho pra ela com a testa franzida.
"Você me disse pra te entregar um sutiã esportivo porque o que você tava usando tava dando coceira nos seus mamilos", ela explica, fazendo meus olhos arregalarem.
Porra.
Não acredito que esqueci disso.
"Pare de me expor, Bailey!" Eu exclamo, fazendo a Fé e a Aurélia rirem com meu constrangimento.
A morena senta ereta no sofá pra ocupar uma almofada em vez de duas.
"Você pediu", ela defende com um encolher de ombros.
Eu bufo.
Isso é tão constrangedor.
"Abra seus presentes, a expectativa tá me matando", a Fé diz, animada.
Ugh.
Ela que abra, já que tá tão ansiosa.
-
Não fode!.
Isso tem que ser uma piada!.
A Bailey explode numa gargalhada que dói a barriga e praticamente se joga pra trás no sofá.
A Fé ri enquanto olha entre a Aurélia e eu com um olhar de cumplicidade.
A Aurélia está completamente em silêncio ao meu lado, mas eu tô com muito medo de sequer olhar pra reação dela a isso.
"Você definitivamente vai precisar disso mais cedo do que imagina", a Fé diz.
Lingerie.
Ela me deu lingerie!.
Não qualquer lingerie.
Lingerie de renda!.
"O azul escuro realmente vai fazer seus olhos se destacarem", a Bailey brinca, enquanto continua rindo.
"Essa não vai ser a única coisa a explodir", a Fé adiciona, fazendo a Bailey rir mais forte.
Finalmente ganho coragem pra me virar e encarar a Aurélia, só pra minha boca cair.
Os olhos dela estão num tom mais escuro de cinza, a respiração dela está ligeiramente acelerada e ela está distraidamente mordendo o lábio inferior.
Ela não tá pensando em mim nesse conjunto de lingerie agora!.
"Kingsbury, eu juro por Deus que se você estiver me imaginando nisso agora", eu ameaço, fazendo ela revirar os olhos.
"Por favor, você não estaria reclamando", ela murmura alto o suficiente só pra eu ouvir.
Ai, meu Deus do céu!.
Isso é um desastre.
Envergonhada, coloco meu rosto nas mãos pra esconder a cor avermelhada.
"Eu quero dizer, tava morto quando eu encontrei", a Bailey adiciona.
"Por que você tava mexendo nas minhas coisas?" Eu pergunto enquanto olho pra ela com a testa franzida.
"Você me disse pra te entregar um sutiã esportivo porque o que você tava usando tava dando coceira nos seus mamilos", ela explica, fazendo meus olhos arregalarem.
Porra.
Não acredito que esqueci disso.
"Pare de me expor, Bailey!" Eu exclamo, fazendo a Fé e a Aurélia rirem com meu constrangimento.
A morena senta ereta no sofá pra ocupar uma almofada em vez de duas.
"Você pediu", ela defende com um encolher de ombros.
Eu bufo.
Isso é tão constrangedor.
"Abra seus presentes, a expectativa tá me matando", a Fé diz, animada.
Ugh.
Ela deveria abri-los, já que ela está tão animada.
-
Não fode!.
Isso tem que ser uma piada!.
A Bailey entra em gargalhadas que doem a barriga e praticamente se joga pra trás no sofá.
A Fé ri enquanto olha entre a Aurélia e eu com um olhar de cumplicidade.
A Aurélia está completamente em silêncio ao meu lado, mas estou com muito medo de sequer olhar pra reação dela a isso.
"Você definitivamente vai precisar disso mais cedo do que imagina", a Fé diz.
Lingerie.
Ela me deu lingerie!.
Não apenas lingerie.
Lingerie de renda!.
"O azul escuro realmente vai fazer seus olhos se destacarem", a Bailey brinca enquanto continua a rir.
"Essa não será a única coisa a ser destacada", a Fé adiciona, fazendo a Bailey rir ainda mais.
Finalmente ganho coragem pra me virar e encarar a Aurélia, só pra minha mandíbula cair.
Os olhos dela são de um tom mais escuro de cinza, a respiração dela está ligeiramente acelerada, e ela está distraidamente mordendo o lábio inferior.
Ela não está pensando em mim nesse conjunto de lingerie agora!.
"Kingsbury, eu juro por Deus, se você estiver me imaginando nisso agora", eu ameaço, fazendo ela revirar os olhos.
"Por favor, você não estaria reclamando", ela murmura alto o suficiente para que só eu pudesse ouvir.
Oh, meu Deus!.
Isso é um desastre.
Envergonhada, eu coloco meu rosto nas minhas mãos pra esconder a cor.
"Eu quero dizer, estava morto quando o encontrei", a Bailey adiciona.
O que diabos, Bailey?!.
"Por que você estava mexendo nas minhas coisas?" Eu pergunto, olhando pra ela com as sobrancelhas franzidas.
"Você me disse pra te passar um sutiã esportivo porque o que você estava usando estava coçando os seus mamilos", ela explica, fazendo meus olhos se arregalarem.
Foda-se.
Eu não posso acreditar que esqueci disso.
"Pare de me expor, Bailey!" Eu exclamo, fazendo Fé e Aurélia rirem do meu constrangimento.
A morena senta-se em linha reta no sofá para ocupar uma almofada em vez de duas.
"Você pediu", ela defende com um encolher de ombros.
Eu suspiro.
Isso é tão constrangedor.
"Abra seus presentes, a antecipação está me matando", diz Fé animadamente.
Ugh.
Ela deveria abri-los, já que está com tanta vontade.
-
Não fode!.
Isso tem que ser uma piada!.
A Bailey explode em uma gargalhada dolorosa e quase se joga de volta no sofá.
A Fé ri enquanto olha entre Aurélia e eu com um olhar de cumplicidade.
A Aurélia está completamente em silêncio ao meu lado, mas tenho muito medo de sequer olhar para a reação dela a isso.
"Você definitivamente vai precisar disso mais cedo do que imagina", diz Fé.
Lingerie.
Ela me deu lingerie!.
Não apenas lingerie.
Lingerie de renda!.
"O azul escuro realmente vai fazer seus olhos se destacarem", a Bailey brinca enquanto continua a rir.
"Essa não será a única coisa a ser destacada", adiciona Fé, fazendo com que a Bailey ria ainda mais.
Finalmente ganho coragem para me virar e encarar Aurélia, apenas para minha mandíbula cair.
Seus olhos são de um tom mais escuro de cinza, sua respiração está ligeiramente acelerada e ela está distraída ao morder o lábio inferior.
Ela não está pensando em mim nesse conjunto de lingerie agora!.
"Kingsbury, juro por Deus que se você estiver me imaginando nisso agora", ameaço, fazendo-a revirar os olhos.
"Por favor, você não estaria reclamando", ela murmura alto o suficiente para que apenas eu pudesse ouvir.
Oh, meu Deus!.
Isso é um desastre.
Envergonhada, enterro meu rosto em minhas mãos para esconder o rubor.
"Quero dizer, estava morto quando eu o encontrei", adiciona Bailey.
O que diabos, Bailey?!.
"Por que você estava mexendo nas minhas coisas?" Eu pergunto enquanto a olho com as sobrancelhas franzidas.
"Você me disse para te passar um sutiã esportivo porque o que você estava usando estava coçando seus mamilos", ela explica, fazendo meus olhos se arregalarem.
Foda-se.
Não posso acreditar que esqueci disso.
"Pare de me expor, Bailey!" Eu exclamo, fazendo com que Fé e Aurélia riam do meu constrangimento.
A morena senta-se ereta no sofá para ocupar uma almofada em vez de duas.
"Você pediu", ela defende com um encolher de ombros.
Eu suspiro.
Isso é tão constrangedor.
"Abra seus presentes, a antecipação está me matando", diz Fé animadamente.
Ugh.
Ela deveria abri-los, já que está com tanta vontade.
-
Não fode!.
Isso tem que ser uma piada!.
A Bailey explode em gargalhadas dolorosas e praticamente se joga de volta no sofá.
A Fé ri enquanto olha entre Aurélia e eu com um olhar de cumplicidade.
A Aurélia está completamente em silêncio ao meu lado, mas tenho muito medo de sequer olhar para a reação dela a isso.
"Você definitivamente vai precisar disso mais cedo do que imagina", diz Fé.
Lingerie.
Ela me deu lingerie!.
Não apenas lingerie.
Lingerie de renda!.
"O azul escuro realmente vai fazer seus olhos se destacarem", a Bailey brinca enquanto continua a rir.
"Essa não será a única coisa a ser destacada", adiciona Fé, fazendo com que a Bailey ria ainda mais.
Finalmente ganho coragem para me virar e encarar Aurélia, apenas para minha mandíbula cair.
Seus olhos são de um tom mais escuro de cinza, sua respiração está ligeiramente acelerada e ela está distraída ao morder o lábio inferior.
Ela não está pensando em mim nesse conjunto de lingerie agora!.
"Kingsbury, juro por Deus que se você estiver me imaginando nisso agora", ameaço, fazendo ela revirar os olhos.
"Por favor, você não estaria reclamando", ela murmura alto o suficiente para que apenas eu pudesse ouvir.
Oh, meu Deus!.
Isso é um desastre.
Envergonhada, enterro meu rosto em minhas mãos para esconder o rubor.
"Quero dizer, estava morto quando eu o encontrei", adiciona Bailey.
O que diabos, Bailey?!.
"Por que você estava mexendo nas minhas coisas?" Eu pergunto enquanto a olho com as sobrancelhas franzidas.
"Você me disse para te passar um sutiã esportivo porque o que você estava usando estava coçando seus mamilos", ela explica, fazendo meus olhos se arregalarem.
Foda-se.
Não posso acreditar que esqueci disso.
"Pare de me expor, Bailey!" Eu exclamo, fazendo com que Fé e Aurélia riam do meu constrangimento.
A morena senta-se ereta no sofá para ocupar uma almofada em vez de duas.
"Você pediu", ela defende com um encolher de ombros.
Eu suspiro.
Isso é tão constrangedor.
"Abra seus presentes, a antecipação está me matando", diz Fé animadamente.
Ugh.
Ela deveria abri-los, já que está com tanta vontade.