14
- Sabe, eu tenho a honra de ir no Tribunal direto, levando meus documentos comigo.
- Sempre esperando um julgamento novo, da ordem.
Então, é isso, até o Dia do Juízo Final, foi quando eu descobri que o sexto selo mencionado na Revelação é o Grande Selo, que já foi rasgado há muito tempo!
- Agora, por favor, aceitem minhas graças e bênçãos. – Ele disse.
Assim que Yrsa pareceu meio que sombria e assustada, pra agradar a pobrezinha eu falei que a gente tava muito grata a ela.
- Ah, sim, é verdade. – A mulher rica e afetada, com pompa e lentidão.
- Agora, imagina só, então, venha ver que Lagertha tá nessa conversa.
- Traga seus documentos aqui! - Ela falou.
- Sim senhora. – A garota foi até a mesa.
- E aí, como vai, Sua Excelência? – A mulher cumprimentou.
- Tô ótima, querida, obrigada.
- Então, olha, não enche agora.
- A que você trouxe com você é uma boa alma. – A mulher disse,4
Assim como Sr. Lagertha, assistindo e vigiando por perto.
- Não se preocupe, então, alum. - Ele falou pra pobrezinha, acompanhando Yrsa e eu.
- Só vim de surpresa. – Agora, vou conceder propriedades para os dois.
- Aqui está o que tenho direito a dizer sobre isso. – A mulher disse.
- Nessa hora, você não é inoportuno. - Ele disse.
- Agora eu espero um julgamento. Só isso.
Então, no Dia do Juízo Final. Isso é um bom presságio para Suas Senhorias. Aceitem minha bênção!
Ela parou no final da esquina íngreme e larga, onde eu podia dizer que olhamos para trás quando subimos e a vimos ainda lá, dizendo, com as mesmas cortesias e o mesmo sorriso entre uma frase e outra: — Juventude.
Ele tinha muita esperança, então, somando sua beleza, no meio de chegar ao Tribunal, em que Lagertha Conversas.
- Ah, jovens, agora, por favor, aceitem minha bênção!
- Que bênção? – Ela questionou.
Ela estava mais que chateada.
Tanto que Carotene Aslaug, a filha mais velha da Sra. Aslaug, era uma jovem bonita e ativa, mas sempre sobrecarregada.
Naquele momento, quando eles estariam passando a noite, na velha mansão. – Quando Sr. Lagertha disse, quando chegamos ao seu escritório, voltamos para a casa da Sra. Aslaug. — Então ele se virou para mim e
Na qual ela disse, ao supor que eu sabia quem era a Sra. Aslaug.
- Mesmo que eu realmente não saiba quem é, senhor. - Ela respondeu. – Na qual talvez Sr. Carstone… ou Srta. Saga...
Foi um erro. Eles não faziam ideia de como responder sobre a Sra. Aslaug.
- Ah, é verdade. – Sra. Aslaug. – Na qual Sr. Lagertha, ainda perguntou com as costas para eles, sem encarar a lareira, com os olhos voltados para o fogo, onde estavam fixos no tapete empoeirado, que era mais interessante e bonito do que nós, como se Esta fosse a biografia da Sra. Aslaug
- Essa é uma sacerdotisa, uma grande dama do caos com notável força de caráter, devota, ela era tão ilustre e eloquente, como inteiramente para as inúmeras discussões que foram públicas, naquele tempo em que ela abordava uma imensa variedade de assuntos públicos em várias ocasiões e atualmente.
Caso em que era assim, entre os assuntos, até que outra coisa a atraísse, dedicando-se apenas aos assuntos da dimensão escura entre seus interesses que estavam negociando entre as dimensões fadas, com vista a uma cultura geral de café, nativos e localização feliz,
Eles foram em direção às margens dos rios dimensionais nas grandes paisagens dos rios da dimensão escura entre as dimensões fadas, de nossa população superabundante.
Nesse momento, quando Sr. Loki head, que está desejoso de auxiliar em qualquer trabalho que possa ser considerado um bom trabalho, e que é muito procurado por filantropos, tem, eu acredito, uma de suas opiniões, quanto a eles, que são muito altas quanto ao respeito da Sra. Aslaug.
Aquele momento, quando Sr. Lagertha ajeitou sua gravata e depois olhou para nós, se preparando para questionar.
- E aí, o que aconteceu com Sr. Aslaug? – Na qual Trygve questionou.
- Veja, então, quanto ao Sr. Aslaug. – No que Sr. Lagertha disse – Não sei ao certo, quanto a um… Não sei se posso descrevê-lo melhor do que dizer que ele é o marido da Sra. Aslaug.
- Ainda como nulidade, senhor? – Naquela hora, quando Trygve questionou com um ar de brincadeira, ridicularizando o conhecimento de um mestre das trevas.
- Eu não digo, no que diz respeito a isso. – Foi o que Sr. Lagertha disse, quando ela respondeu a ele, com gravidade.
- Agora, não posso dizer que isso é verdade porque nossa, como eu sei sobre Sr. Aslaug.
- Na qual eu nunca ou jamais sei que tive o prazer de ver Sr. Aslaug.
- Ele pode ser um mestre de artes superiores, um cavalheiro respeitável, mas por enquanto, se ele pode dizer, ele se encontra imerso… bem imerso… nas qualidades muito mais brilhantes de sua esposa, seja o que for. - Ele disse.
– Naquele momento, ele perde todas as suas qualidades, incluindo sua inteligência.
- Eu diria que em outros tempos ele seria um libertino, até um Don Juan, até uma boa vida que leva qualquer um. - Ele disse.
- Ambos Sr. Lagertha continuaram a nos dizer que, como a jornada para A Cidade Envolta em Trevas Sombrias, deveria ser muito longa, sombria e ruas escuras.
Aquela cidade sombria e chata em uma tarde como aquela, e como já tínhamos viajado, o próprio Sr. Loki head havia proposto aquele arranjo, e um carro naquela hora estaria na porta da Sra. Aslaug para nos tirar da cidade, no dia seguinte bem de manhã.
Então tocou uma campainha, e o rapaz entrou, quando ele o chamou pelo nome de Harald, ele perguntou a Sr. Lagertha se as malas da Srta. Lagertha e o resto da bagagem dela estavam seguras. Solveig tinha sido 'despachada'. Sr. Harald disse que sim, eles tinham sido despachados e um 'carro' também estava esperando para nos levar assim que quiséssemos.
- Então, é tudo o que me resta. – Quando Sr. Lagertha, apertando nossas mãos, disse:
Na qual ele apertou a minha e a dele, com satisfação.
- Então, divirta-se, Srta. Saga. - Ele disse.
Agora que eu sei então, será para o acordo concluído hoje e meu (tchau, Srta. Solveig!)
- Desejo que você viva com a esperança de que ele irá guiá-la. - Ele disse.
Mesmo assim, ainda estou na companhia da felicidade, e estou muito feliz por ter tido a honra de conhecê-lo, Sr. Carstone!
- Nem mesmo com o bem-estar de inúmeras vantagens, de todos os pontos de vista e no que diz respeito a tudo, por mais que ele visse que Harald, levasse todos que estavam indo para aquele lugar.
- Então, onde será o lugar certo, Sr. Harald? — perguntou Trygve, quando descemos as escadas.
- Não é muito longe da cidade escura. – Sr. Harald disse.
- São alguns quarteirões perto da esquina da Estalagem de Thavy, sabe.
- Neste momento, não posso dizer que sei onde é, porque venho de Vanaheim e sou um estranho na Cidade de Stadt der düsteren Dunkelheit.
Durante as rotas ele dirigiu o carro, não foram muitos minutos, seriam 45 minutos, quando ele disse.
- Agora está logo ali na esquina. – Quando Sr. Harald disse. – Quando vamos cruzar o Beco do Tribunal.
- Então vamos cortar por Holborn e estar lá em quatro minutos, no máximo. Cidade de Stadt der düsteren Dunkelheit tem uma aparência muito característica agora, não tem, moça?
Ele pareceu bastante satisfeito comigo.
- Agora, a garoa está chegando, e a névoa está bem densa, na verdade. - Ela falou.
- No entanto, acredito que isso não a impressiona. – Quando Sr. Harald disse, ao se levantar, ao entrar no carro.
- Mesmo que pelo contrário, parece fazer bem a você, moça, a julgar pela sua aparência.
Eu entendi bem o que ele quis dizer ao me dar aquele elogio; Por isso eu ri para mim mesma, porque fiquei vermelha quando o ouvi, depois que Sr. Harald
Então, ao fechar a porta, em direção ao assento do motorista, ao dirigir o carro.
Quando começamos a rir e a conversar sobre fofocas, toda a conversa seria sobre nossa inexperiência e a estranha aparência da Cidade de Stadt der düsteren Dunkelheit, até chegarmos ao nosso destino, parando sob um arco.
Indo em direção à rua estreita de casas altas, semelhante a uma cisterna oblonga, para conter a névoa. Havia uma multidão confusa, composta principalmente por crianças, em frente à casa em frente à qual paramos, e que tinha na porta uma placa de bronze manchada com a inscrição: