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A campainha tocou, e chegou um cara, que ela recebeu com uma carranca brava, porque tava insatisfeita, por causa de todos os problemas que minha presença tava causando.
A carta tinha um cheiro estranho, mas ela foi conversar com uma amiga.
Do que a mina entendeu, ela ia ter que ir com ele pra honrar um acordo entre os bruxos e os lordes, além de um tal de duque que tava esperando por ela, pra se juntar com a minha Mãe do outro lado da cidade.
Então, quando esse dia específico chegou, foi no dia seguinte que um mensageiro apareceu.
Veio com um aviso, pedindo e dizendo que a minha Madrinha gente boa devia ser levada pro outro lado do portal, um mensageiro e uma amiga que deviam chegar, quase que ela tava curvada.
Quando aquele cavalheiro de gravata preta e branca reapareceu, a mina percebeu que a Sra. Natasha, mesmo que ela veio me chamar pra se despedir, quando eu recebi outra amiga, que veio se apresentar, sendo apresentada por um cara de terno, alto e com roupa comprida.
- Eu trabalho pro seu Pai. - Ele disse.
Quando nessa hora, quando eu me apresentei, até no mesmo lugar, como se ele nunca tivesse saído.
- Oi, Minha querida, meu nome é Lagertha — ele disse —, não esquece Lagertha e Frigg, Pousada Ludovich Knopfler.
Eu respondi que me lembrava de ter visto ele antes.
- Agora, querida, faz favor de sentar aqui do meu lado.
- Não se preocupa, não precisa. Sra. Natasha, não preciso te avisar, porque eu tava sabendo dos assuntos da sua antiga tutora que agora vai ser mandada pra outro mundo, assim como a Srta. Gunhild. – Ele disse.
Que os pertences dela deviam ser mandados junto com ela, e que essa moça, agora que sua tia ia pra outro reino, você devia ficar feliz, que um dia vocês iam se encontrar, mas não agora, então, você tem que ficar de boa.
- Sabe, minha tia, senhor! – A Moça disse.
- Não se preocupa, essa situação é inútil pra manter uma ilusão, quando cada um deles podia até ganhar com isso. – Quando o Sr. Lagertha disse de leve.
Sua tia na verdade, mesmo que não seja legal. - Ele disse.
- Agora, não se preocupa!
- Não Chora! Não treme! Sra. Natasha, sem dúvida nossa amiguinha ouviu falar sobre... de... um... caso... 'Schatten der Dunkelheit und Barrieren der Dunkelheit".
- Eu nunca ouvi. – A Sra. Natasha disse.
- Agora vai ser possível. - Ele disse.
Quando o Sr. Lagertha continuou, colocando os óculos.
Por que nossa amiguinha não precisa se preocupar por nunca ter ouvido falar de 'Schatten der Dunkelheit und Barrieren der Dunkelheit"?
Eu balancei a cabeça, pensando no que podia ser isso.
- Ah, eu sei, você nunca ouviu falar de 'Schatten der Dunkelheit und Barrieren der Dunkelheit"? – Quando o Sr. Lagertha nem pensou, ele perguntou, enquanto olhava por cima dos óculos pra mim, virando devagar o caso, como se
Fosse como se ele estivesse acariciando alguma coisa, mas naquela hora, quando a gente ficou sabendo de um dos maiores casos do fórum?
- Eu não tenho conhecimento, 'Schatten der Dunkelheit und Barrieren der Dunkelheit" o... hum... esse verdadeiro monumento da prática forense, em que (eu vou dizer) todas as dificuldades, quanto ao poder antigo, você deve entender que os acordos ainda estão valendo, não importa o tempo. - Ele disse.
- Mesmo com todas as imprevistos, todas as ficções incríveis, todas as formas de processo conhecidas naquele tribunal entre forças e poderes místicos.
- Como eles se apresentam, um depois do outro, várias vezes?
Essa é uma causa que não podia existir fora desse país livre e grande.
- Agora, eu posso dizer, Sra. Natasha, que a quantia dos custos de 'Schatten der Dunkelheit und Barrieren der Dunkelheit" (eu tava com medo que eu tava falando com ela, porque eu não tava prestando atenção) atualmente chega de sessenta a setenta mil dólares! – No que o Sr. Lagertha, encostando na cadeira disse quando tava falando com ela.
Naquele momento, eu me senti a criatura mais ignorante e deplorável, mas o que eu podia fazer?
Ah, eu não tinha conhecimento do assunto, mesmo depois daquela hora que eu não entendia, eu ainda não sabia como eu podia saber.
- Então, mesmo que na real, ela nunca ouviu falar da causa? – Aquele cara perguntou.
Alguém ali avisou. - Lagertha.
– Então, é surpreendente. - Ela disse.
— Srta. Gunhild, senhor — respondeu a Sra. Natasha — que agora está entre os serafins...
— Tomara, eu tenho certeza — disse o Sr. Lagertha, educadamente.
- Mesmo que eu quisesse que a Ester só soubesse o que podia ser útil pra ela.
Enquanto for isso, além do pouco que você aprendeu aqui, ninguém mais sabe.
- Então, é muito bom. – O Sr. Lagertha disse.
- Então quando, eu tô falando no geral, bem justo. Agora vamos pro assunto importante, - ele disse, falando comigo.
- Sabendo que a Srta. Gunhild, foi mandada pra outra dimensão obscura, mesmo que ela fosse a única parente dele (de fato é assim, porque eu sou obrigada a observar que esse momento tem que ter uma mudança. – Ele disse.
- Legalmente, você não tem outro parente que possa te substituir, e naturalmente, não se espera que a Sra. Natasha...
- Eu sei, eu entendo, o que você quer dizer, o que você quer dizer, sobre todos esses problemas, - Quando a Sra. Natasha disse, rápido.
— É isso mesmo — concordou o Sr. Lagertha — ... que a Sra. Natasha cuide da manutenção e do suporte, eu peço que você não fique nervosa, não se preocupe, segura um pouquinho, moça.
- Eu acredito que você esteja em posição de receber a renovação de uma oferta, o que eu fui instruído a fazer.
- Tudo isso pra que a Srta. Gunhild alguns anos atrás e que, apesar de ter sido rejeitada, foi então, foi entendido que podia ser renovada agora, depois das circunstâncias lamentáveis que aconteceram. Agora, se eu declarar francamente que eu represento.
- No meio disso, em que Schatten der Dunkelheit und Barrieren der Dunkelheit