13
Naquele momento, uns caras ali perto, que tavam do nosso lado, também iluminados pelo brilho da fogueira, tavam batendo um papo mó feliz, tipo um guri todo animado. Ele era novinho, tipo uns dezenove anos, não eram os mais velhos.
Os anos agora eram bem-vindos; mas, ele era quase dois anos mais velho que ela. Eles eram órfãos e (o que foi bem inesperado e curioso pra mim) nunca tinham se conhecido antes daquele dia.
A parada foi que a gente viu que nós três nos encontrando pela primeira vez num lugar tão fora do comum era algo que merecia uns comentários e foi o assunto da nossa conversa. E a fogueira, que tinha parado de estralar, ficava tremeluzindo.
Ele não fazia ideia do que falar sobre o Trygve, tava com os olhos vermelhos pra gente, tipo o leão velho e sonolento na papelada do tribunal.
A gente conversou baixinho, porque um cavalheiro de uniforme e com cabelo falso ia e vinha direto, e quando ele fazia isso, a gente conseguia ouvir, lá de longe, um barulhinho de arrastar, ele contou pra gente.
Era a voz de uns advogados no nosso caso, falando com o Lorde Chanceler. Eu falei pro Sr. Lagertha que o juiz ia estar livre em cinco minutos.
Daquele jeito, que aconteceu um tempinho atrás, a gente ouviu um barulho e o arrastar de pés, e o Sr. Lagertha disse que a sessão do Tribunal tinha sido suspensa, e Sua Excelência tava na sala ao lado.
O cavalheiro de cabelo falso abriu a porta quase na mesma hora, naquele momento, ele convidou o Sr. Lagertha a entrar, aí a gente seguiu todo mundo na mesma hora, com o Sr. Lagertha na frente, com a minha querida amiga, sendo Tão natural pra mim agora que eu não consigo evitar escrever isso.
Foi assim que quando a gente viu eles ali, todos de preto, sentados numa poltrona, do lado de uma mesa perto da fogueira, Sua Excelência, cuja toga, bordada com tranças douradas bonitas, tava jogada em outra cadeira. Ele deu uma olhada curiosa pra gente quando entramos, mas a maneira dele era tanto gentil quanto amável.
O cavalheiro de cabelo falso colocou uns montes de arquivos na mesa de Sua Excelência, que escolheu um em silêncio, cujas páginas ele começou a passar.
"Srta. Saga", disse o Lorde Chanceler. — Srta. Yrsa Saga?
O Sr. Lagertha a apresentou, e Sua Excelência pediu pra ela sentar do lado dele. Que ele admirava ela e tava interessado nela, até eu percebi na mesma hora.
Quando isso me tocou, quando eu pude ver que a casa de uma criatura tão bonita e jovem era representada por aquele lugar oficial seco, e o Lorde Chanceler me pareceu um homem culto, até pomposo e aristocrático, na melhor das hipóteses, um substituto pobre do amor e do orgulho paterno que me veio à mente.
– Sebi, Sr. Lookahead, o que é isso? – Ele perguntou, Lorde Chanceler, ainda virando as páginas.
– Isso é Senhor Loki cabeça da Cidade Encoberta na Escuridão Sombria. – Ele respondeu.
—Lakehead A Cidade Encoberta na Escuridão Sombria, essa cidade sendo o lar de Sua Excelência. – Naquela hora, o Sr. Lagertha disse, ao responder a pergunta.
– Essa é uma cidade sombria com um nome escuro e sombrio. – Ele disse, ao responder, quando o Lorde Chanceler tava falando sobre essa cidade.
– Mesmo assim, saiba que hoje em dia não é só um lugar triste, Sua Excelência. – Sim, é um lugar escuro, mas é mais sobrenatural do que triste. – O Sr. Lagertha disse.
– Essa cidade A Cidade Encoberta na Escuridão Sombria.
Quando foi assim, Sua Excelência continuou. – Ele disse.
– Essa é a situação em Muspelheim em Coração Schmuddelige, sua honra.
– Você sabe se o Sr. Lakehead A Cidade Encoberta na Escuridão Sombria não é casado? – Sua Excelência não é casado? – Ele questionou.
– Até agora não, Sua Excelência. – O Sr. Lagertha, respondeu com uma pausa.
– Então a jovem Trygve Carstone está presente? – O Lorde Chanceler perguntou pros outros, enquanto lançava um olhar penetrante.
Trygve fez uma reverência e andou pra frente.
– Como é? – Então, o Lorde Chanceler, passando mais páginas, questionou.
– Sua Excelência, você sabe que o Sr. Lookahead A Cidade Encoberta na Escuridão Sombria, em cuja excelência, é observado Sr. Lagertha em voz baixa.
Então, se Sua Excelência me permitir lembrar, fornecer uma companhia adequada seria mais interessante e bem-vinda.
– Então, e o Sr. Trygve Carstone? – Então, eu pensei, mas não tenho certeza) eu ouvi Sua Excelência dizer, no mesmo tom de voz baixo e com um sorriso.
– Você sabe que para a Srta. Yrsa Saga, já que é aquela senhora... Srta. Solveig. - Ele disse.
Sua Excelência me deu um olhar indulgente e recebeu minha cortesia com muita bondade.
– Tanto que a amada, Srta. Solveig, eu acho, não parece estar com nenhuma das partes em questão?
– Não, senhor, Sua Excelência. – Outro disse.
O Sr. Lagertha se inclinou antes de terminar de falar e sussurrou, ele sabe que Sua Excelência, com seus olhos no caso, ouviu, balançou a cabeça duas ou três vezes, passou mais algumas folhas de papel e não olhou pra mim de novo até que pudéssemos nos encontrar de novo.
O Sr. Lagertha então se afastou, na companhia de Trygve, pra onde eu estava, perto da porta, deixando minha amiga favorita (é tão natural pra ela falar assim).
– O que eu não posso evitar de novo, em que ela estava sentada ao lado do Lorde Chanceler, com quem Sua Excelência conversou um pouco separadamente, perguntando a ele, que é como ela me contou depois.
Mesmo que você tivesse pensado com cuidado no arranjo proposto e achado que seria mais feliz sob o teto do Sr. Lookahead A Cidade Encoberta na Escuridão Sombria, você sabe que é porque foi isso que você pensou, então você está prestes a se levantar educadamente, então, vendo ao seu redor, ele se despediu.
Algum tempo depois, quando ele monitorou e observou o lugar, ele pulou na palavra, por um minuto ou dois, pra Trygve Carstone, não sentado, mas em pé e com muito mais vontade e menos cerimônia, como se ainda soubesse.
Embora isso tenha ocorrido, mesmo que fosse o próprio Lorde Chanceler, a maneira de atingir diretamente a ingenuidade de um jovem, aparentemente, ele estava pensando em sua suposta inocência, sem conhecer tal pessoa, mesmo que fosse jovem.
– Você sabe que está tudo bem. – No qual ele exclamou Sua Excelência em voz alta.
– Quando eu considerei a carta. Sr. Lookahead A Cidade Encoberta na Escuridão Sombria.
No qual ele escolheu, até onde posso julgar - e foi então que ele olhou pra mim -, uma companhia muito boa para a jovem, e esse arranjo me parece o melhor que as circunstâncias devidas podem permitir.
Ele nos mandou embora gentilmente e todos nós saímos muito gratos a ele por ser tão afável e cortês, com o qual certamente não tinha perdido nada de sua dignidade, e nos pareceu que ele até tinha ganho um pouco mais.
Quando estávamos passando pela colunata, o Sr. Lagertha se lembrou de que precisava voltar por um momento para fazer uma pergunta, e ele nos deixou na neblina, com a carruagem e os servos do Lorde Chanceler esperando para nos encontrar.
Mesmo que ele saísse de lá, mesmo que ele pensasse nisso. – Muito bom. – Ele declarou. – Eu entendo. – Foi isso que Trygve Carstone disse. – Agora acabou imediatamente, sabendo pra onde estamos indo, Srta. Solveig?
0 Eu não entendo, você não sabe? – A garota perguntou.
– Não foi planejado. - Ele disse. – Eu não sei. – O homem respondeu, naquele momento, foi um prêmio, do qual ele não tinha conhecimento.
– Então, quanto a você, você não sabe, minha querida? – Foi naquele momento, quando Yrsa perguntou.
Foi começando do zero, o ano foi estranho, em termos de resoluções e desfiles.
– Eu não sei. - Ela respondeu. – Então, e você?
– Sem ideia, absolutamente nenhuma. - Ela respondeu.
Naquele momento, nos olhamos, meio rindo, quando nos encontramos na mesma situação das crianças perdidas na floresta e então uma velha curiosa, com um chapéu amassado e carregando uma sacola reticulada em que se aproximou de nós, cumprimentando e sorrindo, com um ar de grande cerimônia.
– Oh, meu Deus. - Ela disse.
Então, quanto aos alunos da questão
Chamando Mister Loki cabeça.
– Garanto que me sinto muito feliz por ter a honra de conhecê-lo!
– Você sabe que isso é realmente um bom presságio para a juventude, mesmo que ela estivesse perdida, eles ainda não perderam a esperança e a beleza, quando se encontram neste lugar e ignoram o que pode acontecer.
– Louco e estranho. - Trygve, pensando que ela não podia ouvir. – Mais louco que um palhaço. - Ele disse.
– Concordo, é verdade! Louco, meu garoto. – A jovem respondeu, com sua velocidade que o jovem ficou completamente confuso.
– Se você não sabe, eu também sou assim. - Ela disse. – Não foi porque ela era a louca na época, então, você sabe, ela estava fazendo inúmeras e benevolentes cortesias e sorrindo, entre cada pequena frase que dizia. —
– Ela tinha juventude e esperança, mesmo que eu também acredite na beleza. Isso não importa agora. Nenhuma das três coisas me serviu ou me salvou.