Vinte e Nove
Clara
**Damien** manda eu trancar a porta e eu faço isso rapidinho por causa da emoção que tô sentindo agora. Ainda tem convidados lá embaixo, então qualquer um pode subir aqui com uma intenção ou só porque tá bêbado. Interrupção é a última coisa que eu quero agora.
"Tem certeza disso?" **Damien** me pergunta pela segunda vez.
"Se eu não tivesse certeza disso, então eu não teria quase quebrado minhas pernas correndo pra trancar a porta", eu respondo pra ele e ele dá uma risadinha.
"Sabe, a gente ainda pode ir pra minha casa. Lá você vai ter espaço pra fazer todo o barulho que quiser", ele fala.
"Cê tá com medo que eu te coloque em encrenca?" pergunto pra ele com a sobrancelha levantada.
"Talvez", ele responde e eu não consigo evitar de sorrir pra ele.
"Uma casa cheia de Vampiros a gente ia ter mais risco de se meter em encrenca do que numa cheia de Lobisomens", eu falo pra ele.
"Boa, mas todo mundo em casa sabe que você é minha, então não precisa ter medo de se meter em encrenca", ele diz.
"Eu prometo que vou ficar quietinha", eu falo pra ele e ele inclina a cabeça pro lado.
"Não vou confiar na sua palavra, mas vou aceitar como está", ele diz enquanto passa o polegar nos meus lábios. Ele me dá um beijo rapidinho e anda pra trás pra ficar atrás de mim.
"Você tá fabulosa nesse vestido, mas acho que ia ficar mais sexy sem ele no seu corpo", ele sussurra no meu ombro e pega no zíper do vestido.
Ele desce o zíper devagar enquanto deixa beijos leves e com peninhas nas minhas costas. O zíper desce e para bem em cima da minha bunda. Ele tira dos meus ombros e o vestido cai, fazendo uma poça nos meus pés.
Ele pega na minha mão e me ajuda a sair dele. Ele pega o vestido, dobra e coloca em cima da mesinha perto do guarda-roupa.
Agora eu tô só de sutiã e calcinha pretos de renda. Ele anda devagar em volta de mim e tira as botas e meias, ficando descalço. Eu amo os pés descalços do **Damien**. Só de ver eles batendo no chão em silêncio já me deixa ligada.
Ele fica atrás de mim e afasta meu cabelo longo dos meus ombros pra poder dar beijos molhados do meu pescoço até meu ombro. Os dedos dele descem pelas minhas costas até onde o sutiã tá fechado.
Ele abre, libertando meus peitos e depois coloca o sutiã em cima do vestido. Ele pega meus peitos nas mãos por trás e começa a apalpá-los numa massagem relaxante. Eu levanto meu peito pra poder me entregar totalmente pra as mãos habilidosas dele.
Ele começa o ataque aos meus mamilos, beliscando de leve e rodando entre os dedos, deixando eles bem duros e sensíveis.
"Mmm... Eu amo como seu corpo responde pra mim", ele fala e depois belisca eles, me fazendo soltar um gemido.
"Ahh!" Eu grito de prazer.
"Shh... Quieta", ele sussurra no meu ouvido e morde minha orelha. Eu balanço a cabeça e faço bico pra segurar meus gemidos.
Ele amassa e aperta meus peitos até meus mamilos ficarem bem duros e compridos por causa do ataque dele. Ele anda gentilmente em volta de mim. Ele para na minha frente e me dá um beijo casto nos lábios, me deixando implorando por mais.
Ele desliza os lábios pelo meu pescoço até meu peito, parando nos meus peitos. Ele coloca um mamilo na boca quente dele. Ele lambe e chupa, passando os dentes de leve nele. Eu fecho os olhos e tento, com muita força, não gemer alto.
Ele dá o mesmo tratamento no outro peito e eu quase gozo com a ação. Quando ele termina o ataque nos meus peitos, ele me tira do chão e me coloca gentilmente na cama, pra eu ficar deitada de costas.
Ele fica lá parado me olhando deitada, nua, só de calcinha, que ainda tá intacta. Mas acho que não vai ficar por muito tempo.
Ele desabotoa os botões da camisa dele de forma lenta e torturante e depois a tira. Aí ele sobe na cama pela ponta, onde meus pés estão.
Ele tá tão gostoso, tão gostoso, enquanto rasteja pelo meu corpo, deixando beijos nas minhas pernas. Ele levanta meu pé esquerdo e beija minha panturrilha. Nunca me beijaram ali. Porra! Nunca me beijaram em lugar nenhum, a não ser pelo **Damien**! Ele é o único homem que já teve o meu prazer sexual e eu tô muito orgulhosa de mim mesma por ter esperado por ele.
Ele beija minha coxa chegando mais perto, pra descansar entre minhas pernas. Não tenho medo de dizer que eu tô tão molhada por ele, acho que ele consegue ver na minha calcinha. Minhas suspeitas são confirmadas quando um sorriso malvado aparece no rosto dele e ele lambe os lábios.
Ele beija minha barriga, ignorando onde eu mais preciso dele e vai subindo de volta para meus peitos. Aí ele olha nos meus olhos. Os olhos azuis oceano dele agora estão escuros de desejo. Num piscar de olhos, a boca dele tá na minha, tomando meus lábios no beijo mais poderoso.
Eu gemo na boca dele enquanto os pelos do peito dele fazem cócegas nos meus mamilos, que já estão sensíveis. Ah... meu Deus! Eu quero ele muito!
Eu enrolo minhas pernas na cintura dele pra puxá-lo pra perto e conseguir um alívio. Quando ele percebe o que eu tô fazendo, ele esfrega a virilha dura dele na minha virilha, me fazendo gemer de vontade. Ele tá tão duro. Eu consigo sentir o volume dele apertando na minha intimidade. Ah, droga! Isso é tortura!
"Por favor", eu imploro pra ele fazer alguma coisa. Qualquer coisa pra me dar um alívio.
"Por favor o quê, Clara? Me fala o que você quer", ele fala com um sorriso malvado.
"Por favor, **Damien**. Eu preciso muito. Faça amor comigo", eu imploro.
"Eu gosto quando você implora como uma boa menina", ele fala e depois me dá um beijo rapidinho nos lábios. Ele pega minha bunda nas mãos e coloca os dedos no cós da minha calcinha. Ele tira ela devagar do meu corpo, como se estivesse desembrulhando um presente de Natal, e depois coloca na mesinha de cabeceira. Bom, melhor lá do que no chão.
Quando o ar frio encosta na minha intimidade, é aí que eu percebo que eu tô muito melhor do que eu imaginava. **Damien** então afasta minhas pernas pra eu ficar espalhada na frente dele. Eu assisto, ansiosa, enquanto ele abaixa a cabeça e sinto a boca dele na minha intimidade.
Oh. Quase gozo ali mesmo. Eu fecho os olhos e aproveito a ecstasy da boca habilidosa dele, enquanto ela faz mágica na minha intimidade.
"Ahh!" Eu gemo enquanto a língua dele lambe e chupa meu clitóris. Ele continua a ação torturante pela minha intimidade toda, até ela estar latejando de necessidade. Eu passo minhas mãos no cabelo dele e puxo. Ele geme contra minha intimidade e o som reverbera pelo meu corpo, precisando muito de mais.
"Por favor! Por favor! Por favor!" Eu imploro pra ele, mas não sei exatamente o que eu tô implorando.
Eu consigo sentir meu clímax crescendo dentro de mim. Quando eu tô quase chegando, ele imediatamente tira a boca. Eu choro pela perda da sensação e do meu orgasmo.
**Damien** faz um trabalho rápido, tirando a calça e cueca e depois vem entre minhas pernas de novo. Ele esfrega a mão dele pra cima e pra baixo no volume magnífico dele e depois posiciona na minha entrada.
Ele primeiro esfrega a cabeça pra cima e pra baixo na minha intimidade, restaurando a sensação gostosa do meu clímax que eu achei que tinha perdido. Aí ele entra em mim totalmente, num único empurrão, me sentindo e tomando cada centímetro de mim.
Oh! Ele tá tão... bom!
Ele começa a bombear em mim em empurrões rápidos e curtos.
"Você tá tão molhada, Clara. Tão molhada por mim", ele fala enquanto empurra mais e mais fundo em mim, acertando aquele ponto sensível que só ele sabe achar.
"Você tá tão gostosa, amor, e você é toda minha. Só minha", ele fala e depois pega meus lábios num beijo poderoso e possessivo. Ele desliza os lábios pro meu pescoço e lambe aquele lugar onde ele me marcou. Ele enterra as presas na minha pele e eu imediatamente chego no meu clímax, repetidas vezes, com um grito abafado.
Ele sai de mim e me vira, pra eu ficar deitada de bruços e minha bunda pro alto. Ele se ajoelha atrás de mim e passa os dedos na minha intimidade.
"Vou te pegar por trás agora", ele fala enquanto coloca o pau dele na minha entrada. Ele empurra em mim e segura minha bunda nas mãos pra eu não me esmagar.
"Você tá tão apertada nessa posição", ele fala e depois começa a bombear em mim, repetidas vezes. Eu consigo sentir o clímax dele crescendo também. A respiração dele começou a falhar e os empurrões dele estão rápidos e instáveis.
Ele abaixa a mão pro meu clitóris e esfrega enquanto continua a empurrar. Não demora muito pra eu chegar de novo no meu segundo orgasmo. **Damien** me acompanha na própria liberação e goza dentro de mim com um rugido abafado. Ele desaba em cima de mim e nos vira pra ele poder me abraçar de conchinha e me puxar pro peito dele.