Capítulo 305 E quanto a ?
Marcos tava meio vago e só ensinou a Laura a ser mais curiosa depois de ouvir: "Rolou alguma contradição?"
Marcos falou de boa: "Sim, por causa de umas paradas, não curti, então meti a porrada."
A Laura ficou chocada. Ela olhou pra cara de mau ali na frente dela e lembrou, agora com a mente limpa, que o Marcos, que sempre foi calmo e confiável perto dela, costumava ser um "playboyzinho arrogante".
Ela ficou tipo: "Você v..."
...
A música pra dançar no salão tocava uma atrás da outra.
Os braços finos da Bai Ruan abraçaram o pescoço do Qin Yihan, a cintura dela balançava e as sobrancelhas entregavam um cansaço.
Depois de umas músicas, ela já tava meio cansada de dançar.
A Bai Ruan piscou pro Qin Yihan e sussurrou no ouvido dele: "Yihan, vamo dar um tempo?"
O Qin Yihan não teve objeção: "Tá cansada? Vamo achar um lugar pra sentar."
O coração da Bai Ruan ficou feliz.
Desde que ela casou com o Qin Yihan por raiva, ela sempre teve que se contentar com ele em tudo, mas não gostava da chatice e da falta de graça dele.
Agora o Qin Yihan finalmente sabia que ela era atenciosa. Ela sorriu e pegou na mão dele: "Beleza, beleza, onde a gente vai sentar..."
Antes que ela terminasse a frase, "Mingcheng, vem cá." Uma voz familiar fala firme.
O Qin Yihan imediatamente se soltou da Bai Ruan e tirou a mão dela. Ele disse solenemente ao dono da voz: "Pai, já vou."
A Bai Ruan mordeu o lábio, se a pessoa que atrapalhasse fosse outra, ia ser uma coisa, mas dessa vez o cara era o sogro dela...
Ela teve que ver o Qin Yihan ir na direção do Qin Mingcheng com tristeza nos olhos. Eles conversaram baixo e depois foram pra um canto afastado discutir negócios.
A Bai Ruan olhou pra trás, respirou fundo e foi procurar uma cadeira na frente pra sentar. Quando viu um garçom com vinho passando perto dela, ela parou ele: "Me dá uma taça de vinho!"
O garçom parou na hora, e viu a raiva na cara da Bai Ruan, e reclamou amargamente. Se desse alguma merda, ele ia ser o saco de pancadas da outra pessoa.
Ele abaixou a cabeça com pressa e levantou a bandeja respeitosamente: "Moça, pode escolher."
A Bai Ruan nem notou a cautela do garçom. Os olhos dela passearam pelos vinhos coloridos e finalmente pararam em uma taça chique: "Essa aqui."
O garçom pensou que o roubo ia passar batido, então respirou aliviado e lentamente levantou a cabeça.
No entanto, quando viu a taça na mão da Nguyen, ele fez uma cara de choque e quase gritou: "M-moça! Essa, essa taça de vinho não pode!"
"Hã?" A Bai Ruan finalmente, que tava começando a ficar bem, ficou pior de novo, "Por quê?! Não pode dizer não?!"
O garçom rangeu os dentes, lembrou o que o cara tinha dito pra ele antes e disse: "Moça, se quiser beber vinho de fruta, posso preparar outra taça pra você. No entanto, essa taça é especial de um convidado e não é fornecida pra quem tá de fora..."
A Bai Ruan entendeu que o sentimento era que ela não podia usar essa taça.
Ela zombou e não quis pegar a taça de vinho e tomou um gole: "Eu vou usar. Qual é o problema? Se eu gosto, é meu!"
No lado do Qin Yihan, sofrer humilhações também já chega, um servo qualquer também quer fazer a gente sofrer humilhações? Ah, para!
A sequência de ações da Bai Ruan foi rápida e o garçom não reagiu, então ele esperou pra se recuperar. Ele tava tão ansioso que começou a suar frio: "Moça, você, você..."
A Bai Ruan levantou o queixo orgulhosamente pra ele. "Diz pro dono da taça que essa taça pertence à madame da família da Bai! Se ela tiver alguma objeção, vai falar com a família da Bai!"