Capítulo 92 Psicologia do Aconselhamento
A velha Dona Taylor viu o sorriso do chefe e achou que era moleza. Ela também sorriu, "Sim, a minha neta aprontou uma coisa."
"Mas, que pena. Nesse caso, você não está qualificada para mandar." Ele falou, "Manda a convidada embora!"
Dona Taylor ficou chocada.
"Como é que é? Eu sou a avó da Laura, como é que eu não posso estar qualificada para tomar conta? Quem mais está qualificado para tomar conta se não eu!" A velha Dona Taylor se levantou com tudo e tentou fazer um barraco.
O chefe ignorou ela e enfatizou, "Eu falei, manda ela embora. Tá me ouvindo!"
A galera se jogou pra cima e "convidou" a velha Dona Taylor pra fora.
"Seus! Me solta!"
Dona Taylor ficou na frente da delegacia, ajeitando a gola toda bagunçada, tremendo de raiva, "Essa, essa cambada, eles, eles..."
"Mãe." O Sr. Taylor foi correndo acalmar a raiva dela, "Não fica brava." Depois de um tempinho, ele adicionou, "Aquele chefe... Eu conheço."
"Você conhece?" Dona Taylor se mexeu e falou feliz, "Então porque não falou antes, se tivesse falado, isso..."
"Não." A Sra. Taylor balançou a mão e falou meio hesitante, "Eu já ouvi falar do nome dele. Dizem que, se ele estiver no caso, geralmente não é tão fácil de lidar..."
Dona Taylor congelou, a luz nos olhos dela foi embora na hora -- esse assunto na verdade envolveu tanta gente... Eles estão ferrados, mexendo com as pessoas erradas!
...
A delegacia.
Depois que as pessoas irrelevantes foram expulsas, o chefe atendeu um telefonema.
O chefe sorriu, "Sr. Miller, de nada. Mesmo sem o seu pedido, esse assunto, eu nunca ia deixar eles resolverem com facilidade."
"É verdade," Carl soltou um suspiro longo, "a garota passou por uns perrengues..."
Naquele momento, uma policial entrou, claramente parecendo que tinha algo pra falar.
O chefe desligou o telefone e deu uma olhada pra ela, "Qual foi, pode falar."
"Chefe." A policial hesitou, "Eu proponho contratar um psicólogo pra menina. Ela foi maldosamente desinformada antes, e agora foi traída pela família, eu acho..."
"Não precisa falar mais. Eu entendi tudo." O chefe bateu na mesa, "Já mandei alguém fazer isso, espera até a gente ter notícias."
A policial respirou aliviada.
Depois que a policial saiu, o diretor encostou na cadeira e pensou em alguma coisa. Ele sentou direito e discou o telefone da Laura.
Depois de contar rapidinho sobre a visita da Dona Taylor, ele falou com cuidado, "Aquilo... Em alguns dias, pode ter um conselheiro chegando. Você quer encontrar?"
As palavras eram cautelosas, com medo da Laura resistir a essa decisão sem a permissão dela.
A Laura estava escolhendo um bichinho na pet shop quando recebeu a ligação. Ela entendeu a preocupação do diretor e sorriu radiante, "Claro! Tô livre nos próximos dias."