Capítulo 353 Merda
Essa belezura, nem sei se consigo olhar. Nossa, tá mais bonita que na foto…
Feng Hua limpou a baba que tava quase escorrendo da boca. Quando viu Laura paradona, a voz dele ficou bruta: “Não se faça de sonsa, mandei beber, vai beber, tá me ouvindo!”
Falou, e mandou um olhar pra um cara do lado.
O cara entendeu, e na hora jogou todo o copo de vinho na cara da Laura: “Bebe!”
Depois de um tempão, a Laura finalmente reagiu.
Ela abaixou os olhos, olhou pro copo de vinho, que tava tão limpo que dava pra ver as sobrancelhas dela, e depois levantou os olhos, mostrando um sorriso charmoso e apaixonante: “… isso não é suficiente pra beber.”
“Ah?… Não é suficiente pra beber? Oh, não é suficiente pra beber, traz outra garrafa de vinho pra mim!”
Feng Hua ficou gamado no sorriso dela, ficou tonto e fez sinal pros caras atrás trazerem mais vinho.
Daí um cara pegou uma garrafa de vinho, todo entendido.
A Laura deu uma olhada na garrafa, e o sorriso nos lábios dela ficou cada vez mais convidativo: “É isso aí.”
Falou, puxou a garrafa e apontou pro cabeção preto do Feng Hua -
“Pá!”
A garrafa explodiu e um líquido vermelho escorreu, porque a luz no quarto tava muito fraca. Na hora que olhei, não dava pra saber se era vinho ou sangue.
O Feng Hua ficou chocado com essa porrada de repente. Sentiu a nuca meio vazia e sentiu a mão pegajosa e morna.
Botou a mão na frente dos olhos de novo – sangue na mão!
O Feng Hua ficou furioso: “Merda, sua vagabunda nojenta! Que cara de pau! Caramba, mata ela pra mim!”
Tão logo a voz dele acabou, vários guarda-costas que estavam na maior distância correram pra cima.
O Feng Hua e uns caras que sempre ficam bajulando na hora se esquivaram, com medo de entrar na confusão.
No meio disso, o Feng Hua se escondeu num canto e ficou olhando a cara da Laura, a contragosto. Ele gritou: “Só quebrem ela, não pode estragar a cara!”
O guarda-costas que já tava na briga não teve tempo de responder ele, mas na hora que começou, ia tocar na cara um do outro, e ia parar a mão sem querer.
A Laura desviou dos ataques dos guarda-costas com uma coordenação perfeita.
Ela tava calma, como se estivesse brincando de esconde-esconde, até que percebeu que um dos guarda-costas tava com uma arma de choque na cintura, o que a fez rir, e trouxe de volta um sorriso alegre nos lábios.
Deu uma torcida nas costas e esticou a mão pra pegar a arma de choque.
Apertou o botão, “zzzzzzzz”, Laura balançou a arma de choque com as duas mãos, e pra onde ela ia, a corrente ia pra cima e pra baixo.
“Aaaah!”
“Aaaah–”
“Aaaah…”
Figuras altas caíram uma atrás da outra, e logo todos foram mortos.
Vários caras que estavam escondidos no canto olharam pra essa cena e ficaram chocados.
Como, como é possível que vários marmanjos se dão mal com uma mulher fraca, e todos foram derrubados?
Naquele momento, a Laura pisou num dos guarda-costas. Ela jogou a arma de choque que parou de funcionar no ar e pegou.
Depois de ir e vir por várias rodadas, ela avaliou o peso da arma de choque, jogou pro lado, e torceu a boca: “Cansada de brincar, sem graça.”
Falou, e um par de olhos bonitos mirou direto pro canto.
Umas pessoas no canto ficaram assustadas com o olhar da Laura. A m#rda desceu pelas pernas deles. A primeira reação foi – correr!
Mas como eles podem escapar das garras dela, quando eles largam os exercícios e se entregam à diversão?
A Laura puxou eles com facilidade, e depois puxou todas as pessoas de volta e empilhou elas num lugar só.