35
Los Angeles, Mia
A sala tava pesada, e meu coração batia que nem louco no peito. Eu tinha gritado de susto quando a porta do banheiro abriu de repente, revelando o Sebastian ali, os olhos dele grudados em mim. Mas agora, com o grito já no passado, o silêncio tomou conta.
O olhar do Sebastian nunca mudou, os olhos fixos nos meus. Eu não conseguia ler a expressão dele, e um arrepio desceu pela minha espinha. Era expectativa? Medo? O ar gelado da sala parecia entrar nos meus ossos, somando à sensação de nó na garganta que pairava entre a gente.
De repente, sem falar nada, o Sebastian chegou mais perto. O clima esquentou, e minha respiração falhou na garganta. Eu não sabia o que tava rolando, mas a intensidade do momento me deixou sem fôlego.
Ele esticou a mão, os dedos roçando levemente meu queixo, e depois segurou meu rosto com carinho, como se estivesse segurando algo precioso. Naquele instante, nossos olhos se encontraram, e o mundo ao nosso redor pareceu desaparecer.
Sebastian se inclinou, fechando o espaço entre a gente, e nossos lábios se encontraram. Foi um beijo cheio de desejo e urgência que não deixou espaço pra dúvidas ou hesitações. Era como se o tempo tivesse parado, e só existisse a sensação dos nossos lábios se movendo juntos, uma necessidade desesperada de sentir e saborear um ao outro.
O beijo dele foi apaixonado, avassalador, como se ele quisesse transmitir todas as emoções e desejos dele através daquele único ato. Foi um beijo que falava de saudade, de sentimentos não ditos que estavam rolando entre a gente, ignorados até agora.
Meu corpo respondeu por instinto, meus braços envolvendo ele, puxando-o para mais perto. O calor do corpo dele pressionado contra o meu, e eu podia sentir o ritmo acelerado do coração dele ecoando o meu. Foi um turbilhão de sensações, uma tempestade de emoções que ameaçava nos consumir.
A medida que o beijo se aprofundava, eu esqueci tudo o mais—a carta misteriosa, as incertezas do futuro, as cicatrizes do meu passado. Só existia aquele momento, essa conexão entre a gente, uma força crua e poderosa que desafiava qualquer explicação.
A mão dele encontrou meus peitos e meu clitóris.
Eu gemi alto, e ele sorriu pra mim enquanto os dedos dele provocavam meus mamilos e esfregavam minha xoxota. Os lábios dele se aproximaram dos meus e nossas línguas se encontraram em uma dança de tesão.
Minhas mãos foram pra nuca dele, puxando-o pra mim. "Eu te quero", eu disse, sem fôlego. "Eu preciso de você." Ele se afastou de mim, e deu um passo pra trás. Ele me olhou, e eu vi o desejo nos olhos dele.
"Me usa", eu sussurrei. Ele se abaixou e me pegou no colo, me levando pro quarto. Ele me deitou na cama. Meus olhos estavam fixos nos dele.
Quando ele acabou, ele ficou em cima de mim, me olhando com desejo nos olhos. Ele se inclinou e me beijou de novo, com força dessa vez, a língua dele invadindo minha boca.
Eu enrolei meus braços no pescoço dele e o puxei pra mais perto.
Nossos corpos se pressionaram e eu senti a ereção dele contra mim. Ele interrompeu o beijo e deu um passo pra trás. "Tem certeza?" ele perguntou.
"Tenho", eu respondi. "Então vamo nessa." Com isso, ele pegou minhas pernas e puxou pra cima até minha bunda ficar no ar. Ele se inclinou e lambeu toda a extensão da minha xereca.
Ele enfiou um dedo na minha xoxota, depois outro. Eu gemi mais alto que antes e empurrei meus quadris em direção a ele. Ele tirou os dedos e levou à minha boca. Eu suguei, sentindo o meu gosto.
"Mmmm", eu ronronei, "Eu tô gostosa." Ele sorriu e se inclinou pra me beijar de novo. Eu podia sentir meus sucos saindo da minha xoxota e revestindo os dedos dele. Ele colocou de volta em mim, e eu gemi de novo.
"Por favor, me coma", eu implorei. "Eu quero te sentir dentro de mim." Ele sorriu de novo e se posicionou entre minhas pernas. Eu afastei minhas pernas, permitindo que ele tivesse acesso à minha xoxota.
Ele colocou a ponta do pau dele na minha entrada, e eu empurrei meus quadris pra cima, implorando pra que ele me penetrasse. Ele me deu o que eu queria, deslizando o comprimento inteiro dele em mim com um único movimento rápido.
Eu engasguei, e ele gemeu. Eu enrolei meus braços nos ombros dele, puxando-o pra dentro de mim mais fundo. Ele começou a mover os quadris, me comendo cada vez mais rápido e forte. Eu enrolei minhas pernas na cintura dele e o puxei pra mais perto.
"Mais forte", eu exigi. Ele obedeceu, socando meu pau em mim várias vezes. Eu gemi alto, e ele começou a acelerar. As bolas dele bateram na minha bunda e eu sabia que ele tava quase lá.
Eu tentei puxá-lo ainda mais fundo em mim, mas ele se manteve parado. "Goza pra mim", eu implorei. "Me encha com seu esperma." Ele socou em mim pela última vez e gemeu alto.
'Me desculpa", o Sebastian finalmente sussurrou, a voz dele tremendo de emoção. 'Eu não queria te assustar no banheiro."
Eu sorri, meu coração ainda acelerado, mas de um jeito diferente agora. 'Tudo bem", eu respondi, minha voz tão trêmula. 'Às vezes, as surpresas podem ser… boas."
Ele sorriu. Um sorriso fofo de garoto.
Compartilhamos um momento de silêncio, envolvidos nos braços um do outro, encontrando consolo nas palavras não ditas que pairavam no ar.