Capítulo 25: O Brinquedo de uma Prima
"Exatamente," murmurou William Cavendish, com a mão firmemente agarrada no tornozelo dela. "Tem que canalizar o excesso de energia para outros... hobbies."
"A gente faz um monte de coisa. Tiro, esgrima, hipismo..." Alicia foi listando, mas parou no meio, com um olhar sugestivo.
Ele fez uma pausa, a voz grossa, com uma intensidade repentina. "Alicia."
Ela, no entanto, estava meio desobediente. A ideia era provocar, azucrinar, mas os olhos dela não tinham carinho, só um olhar frio, tipo avaliando. E por que, ele se perguntava, com uma crescente sensação de desespero, ela conseguia acender essa vontade louca nele?
"Então, você apela pra briga?" ela perguntou, com um tom inocente.
Ele queria, com uma força que beirava a loucura, que ela tocasse nele de novo.
"Claro que não!" ele protestou, meio demais.
Bem, talvez algumas. Afinal, ele tinha uma certa reputação pra manter. Ele era, ou melhor, tinha sido, um daqueles homens jovens super bem criados que sempre se metiam em alguma encrenca. Mas, admitindo, desde a faculdade, ele se esforçava pra se comportar com um mínimo de decência. Agora, a voz dele ficou rouca, quase um pedido. "Sinto que estou enlouquecendo", confessou, com as palavras meio esquisitas.
Ele percebeu, com uma clareza doentia, que ela tava brincando com ele. E ela continuava tão incrivelmente distante.
Alicia parou de cutucar. Ela já tinha observado o suficiente das mudanças de expressão do primo-marido por uma noite. Quando ela chegou perto, ele instintivamente levantou o queixo, um convite silencioso. Ela seguiu a linha da mandíbula dele, o toque leve como uma pena, antes de dar um beijo passageiro, quase distraído, nos lábios dele.
"Faz quantos dias que a gente não... divide a cama?" ela perguntou, a voz sem nenhuma emoção.
William Cavendish olhou pra ela, meio sem entender por um segundo. Se recuperou rapidinho. "Não lembro direito. Uma semana, talvez?"
"E como isso se compara antes?" Alicia continuou, com um tom de cientista compilando dados de pesquisa.
Ele queria beijá-la de verdade, mas ela se segurou, uma barreira sutil, mas eficiente. Era como se, depois de provar a fruta proibida, ele nunca mais pudesse se satisfazer. A vontade, o desejo, a pura e simples necessidade o consumiam. Ele confessou isso pra ela, com a voz pesada de um desejo que ele não conseguia mais esconder.
"Quanto tempo isso vai durar?" ele perguntou, com um toque de desespero na voz.
Alicia lembrou da estimativa da tia: três meses. "Não sei", admitiu. Afinal, era a primeira vez que ela passava por isso também. E se nunca acabasse? Ela pegou o queixo dele, com um toque firme. "Você mudou muito, primo."
Já fazia uma era que ela não falava assim com ele. A mão dela se moveu, uma pressão suave, mas insistente, que o forçou de volta para o canto do sofá. William Cavendish, sentindo que estava sufocando, afrouxou a gravata com um puxão quase violento. O olhar de Alicia desceu, os dedos dela seguindo a linha dos botões da camisa dele. Ela tava dando uma ordem silenciosa, esperando que ele tomasse a iniciativa.
William Cavendish lutou contra a onda de desejo com os últimos vestígios da vontade dele. "Aqui não", ele conseguiu dizer, a voz tensa.
"Alicia", ele respirou, tentando recuperar um pouco de controle, mesmo com os corpos deles ainda tão perto. Repetir o que aconteceu na noite anterior... ele sentia a sanidade dele balançando na beira do abismo.
Aqui não, então. Isso significava que em outro lugar podia ser aceitável.
"No que você tá pensando?" ela perguntou, com os olhos brilhando com aquela curiosidade perturbadora. Não era o que ele estava pensando?
Um rubor subiu pelo pescoço dele, manchando as bochechas de vermelho. Ela sentou a cavalo nele, com a língua dela saindo pra provar a dele. William Cavendish se agarrou às palavras dela como um náufrago agarrado a uma tábua de salvação. "Você não queria que eu fizesse isso antes", ele disse, sentindo uma lasca de alívio. Ele ia seguir as ordens dela, cada comando não dito.
Atordoado, ele mexeu nos botões de prata, com os dedos desajeitados e sem resposta. Então, os olhos dele se arregalaram, os movimentos dele parando de repente. "Não." A palma da mão dela, geralmente tão macia, o lugar que ele mais gostava de beijar, agora era... Ele tentou se afastar, rejeitar a imagem, o ato.
"Não se mexe", ela ordenou, com a mão dela delicadamente segurando o rosto dele. Os olhos dela continuaram fixos nos dele, firmes. Ele desviou o olhar, incapaz de encarar a avaliação dela. "Olha pra mim."
Assim como ele tinha feito uma vez, ele buscou refúgio nos lábios dela, um beijo desesperado, avassalador. Quaisquer palavras que ela pudesse ter dito foram engolidas pela intensidade do abraço dele.
"Como chama isso?" Alicia insistiu, sempre pragmática, decidida a entender a mecânica desse novo poder.
Ele estremeceu, um suspiro suave escapando dos lábios dele. "Não sei. Que o diabo leve, que importa?" ele rosnou. "Alicia, Alicia, no que você se transformou?"
Ele era um trapo na frente dela, uma bagunça completa, e ela adorava isso, o poder dela de manipulá-lo tanto! Ele a prendeu contra o sofá macio, com as mãos dele segurando os pulsos dela, com a boca dele buscando a dela em um beijo fervoroso, quase desesperado. A fachada de gentileza foi arrancada, revelando a força bruta, primal, da masculinidade dele.
Os olhos de Alicia brilharam, afiados e brilhantes. Ela tinha descoberto mais uma faceta do ser dele.
"Desculpa", ele murmurou, enterrando o rosto na curva do ombro dela. As ações dele tinham sido impulsionadas por uma força parecida com compulsão. Ele notou as marcas vermelhas no pescoço dela, bem visíveis na pele pálida dela à luz de velas tremeluzente.
Com o mínimo de esforço, ela tinha ganhado o domínio completo sobre os desejos dele. Embora ele parecesse o agressor, era ela que tinha as rédeas, o controle dela, uma rede invisível, sedosa.
"Você não pode fazer isso comigo?" ele implorou, a voz dele um sussurro quebrado.
A mão dela alcançou, os dedos dela se movendo pelo cabelo dele enquanto ela o puxava para outro beijo. Talvez, ele pensou com um sentimento de resignação, fosse assim que devia ser.
Ele tinha revelado o lado mais básico, mais rude dele, pra esposa dele. Era diferente dos encontros habituais deles, uma indulgência solitária exposta. E isso, de alguma forma, tornava tudo mais humilhante. A gravata dele estava jogada fora, as roupas dele em desordem. Um sorriso estranho curvou os lábios dela. Então, com uma repentina que o deixou cambaleando, ela o empurrou.
"Como isso é diferente de ontem à noite?" Alicia perguntou, continuando a comparação minuciosa dela.
Ele ficou sem palavras, só conseguia enterrar o rosto no ombro dela, com a boca dele procurando um lugar na pele dela em um beijo desesperado, quase vingativo. Ele queria fazer o mesmo com ela, mas era inapropriado. O envolvimento atual deles já era tão caótico, tão completamente desprovido de moralidade. E ainda assim...
As pernas dela se entrelaçaram com as dele, um convite silencioso. Os olhos dela, um pouco mais arregalados que os dele, continham uma pergunta. "Onde você costuma tocar?" ela perguntou, a voz suave, mas insistente. Ela provavelmente já tinha deduzido os detalhes da anatomia masculina; afinal, ela era notavelmente inteligente.
"Alicia", ele respirou, um aviso e um pedido ao mesmo tempo.
A ponta do dedo dela seguiu a linha da bochecha dele, não aceitando recusa. Ele contou pra ela, as palavras saindo dos lábios dele correndo. Ele nunca imaginou que teriam essa conversa.
Quando Alicia entendeu, ela agiu com uma decisão que era ao mesmo tempo perturbadora e cativante. E assim, ele observou, um observador impotente, enquanto ela... Meu anjo, o que ela estava fazendo?
William Cavendish olhou pra ela, um rubor subindo pelo pescoço dele, espalhando-se pelo peito. Ela estava aninhada contra ele, com os dentes dela roçando suavemente a garganta dele. Ele respirou fundo.
Paradoxalmente, ele se viu recuperando um pouco de compostura. "Devo...?" ele ofereceu, mas ela balançou a cabeça.
A onda inicial de vergonha tinha recuado, substituída por uma onda diferente, de entendimento. Ela tinha entendido a natureza do desejo, não como algo imposto a ela, mas como algo que ela podia usar.
Alicia, quando confrontada com o desconhecido, era impulsionada por uma necessidade insaciável de entender, não por ouvir dizer, mas por experiência direta. William Cavendish percebeu, talvez pela primeira vez, que a esposa dele não podia ser julgada pelos padrões convencionais. Ela gostava da sensação de prazer e, agora que tinha dominado isso, percebeu que não precisava mais dele. E então, ela o tinha deixado de lado.
"Dias pares", ele se viu dizendo, proibido de ficar na presença dela.
William Cavendish pensou que ela tinha brincado com ele, que ele estava completamente arruinado, mas não a odiava por isso. Ele só temia o dia em que ela se cansasse da brincadeira dela.
Durante o dia, não era Alicia que mostrava sinais de desconforto, mas sim William Cavendish, que não conseguia encarar ela diretamente.
Ela sentou-se na beira da cama, entregando-se ao hábito matinal dela de se limpar. A camisola dela tinha escorregado, revelando a curva delicada do ombro dela. "Meus dedos são bem calejados", comentou ela, uma observação que não passou despercebida por William Cavendish. "Ao contrário dos seus, eu diria."
"Alicia!" ele exclamou, um rubor subindo pelo pescoço dele.
Parecia que ele ainda tinha alguma utilidade pra ela, afinal. Ela gostava bastante dos lábios dele e da língua dele. Alicia inclinou a cabeça, um convite silencioso.
E assim, eles aproveitaram alguns dias de indulgência feliz. Alicia, em momentos de afeto repentino, roubava beijos, a proximidade dela uma expressão tangível do apego crescente dela.
Ela o deixou pentear o cabelo dela, ajudar com as meias, o olhar dela demorando enquanto os nós dos dedos dele roçavam a pele dela ao prender as roupas dela.
Quando ela tocava piano, ele se juntava a ela, as mãos deles se entrelaçando em um dueto harmonioso. Ela se acostumou ao calor do abraço dele, um remédio bem-vindo para as extremidades dela sempre frias.
Eles faziam passeios diários e andavam a cavalo e, ao retornar, ele a ajudava a descer do cavalo com um sorriso que dizia tudo.
O desejo dela por ele se intensificou, uma sensação que ela agora aceitava e enfrentava de frente, tendo considerado inofensivo.
Curiosamente, ela se absteve de iniciar aquela atividade específica novamente, um fato que tanto aliviou quanto perplexou William Cavendish em igual medida. A declaração anterior dele, de que algumas coisas eram melhores não contadas, parecia ter enraizado.
Ele passou a chamá-la de "Crêpe", um carinho provocador que nunca deixava de provocar um rubor.
Ele a mimava, em parte por um sentimento persistente de apreensão, em parte por uma crescente possessividade. Ele queria, mas não ousava. Esse era o acordo dele.
Foi durante esses momentos que ela se tornou particularmente amorosa. Ele atendia às necessidades dela, sabendo da aversão dela a se esforçar e, assim, redobrava os esforços dele.
"Você vai me beijar com essa boca?" Alicia perguntava, dando um empurrãozinho nele.
Ele corava e fazia uma pausa, levantando-se para enxaguar a boca sem dizer uma palavra. Ao retornar, ele frequentemente encontrava Alicia enroscada sob os cobertores, dormindo profundamente.
Com um sorriso carinhoso, ele se juntava a ela na cama, inalando o perfume quente e perfumado do cabelo dourado dela. Ele ficava lá ao lado dela até altas horas da madrugada e, se questionado, simplesmente afirmava ter se retirado para o quarto dele há muito tempo. Ninguém sabia.
Segurando-a perto, ele murmurava: "Eu te amo, Alicia", uma confissão que ele nunca tinha ousado dizer antes, exceto nos momentos de paixão, quando se sentia encorajado a ser um pouco mais ousado. Agora, no entanto, as palavras fluíam livremente, repetidas a cada carinho sussurrado.
Quando a lua de mel deles estava chegando ao fim, William Cavendish fez uma descoberta surpreendente: Alicia, em algum momento, começou a aceitá-lo. Isso aconteceu em algum momento depois que ela reconheceu o amor dele por ela. A imagem dela naquele dia, a vulnerabilidade dela exposta, estava para sempre gravada nos sonhos dele. Ele queria estender a mão e tocá-la nesses sonhos, apenas para vê-la desaparecendo.
Depois de alguns dias de desvios tão deliciosos, Alicia finalmente se lembrou do suposto propósito do estado deles de recém-casados. "É difícil esperar que uma criança resulte disso", declarou ela, uma declaração que enviou uma nova onda de ansiedade por William Cavendish.
"Não pense nisso", ele implorou, entrelaçando os dedos com os dela. "Não quero ter filhos." Ele preferia a companhia dela. Ele não conseguia imaginar como suportaria os oito meses de gravidez, muito menos o que viria a seguir.
"No que você está pensando?" ela perguntou, com os lábios dela agora prontos para buscar os dele.
Ele nunca tinha antecipado que o relacionamento deles progrediria tão rapidamente. Ele a observava no balanço, a oscilação suave das saias dela, uma visão hipnotizante.
"Não force", ela murmurava ocasionalmente, com uma leve ruga na testa ao olhar para trás para ele.
No estudo dele, ela vasculhava os documentos e relatórios dele, um hábito ao qual ele se acostumara depois de ver as anotações dela nas margens, questionando várias entradas.
Ele largou a pena e olhou para ela, observando o cabelo escuro dela, aqueles olhos azuis marcantes, os cílios longos e distintos que emolduravam os lábios sorridentes dela.
Alicia, depois de uma olhada, decidiu se juntar a ele. Ele quase derrubou o tinteiro na pressa de se firmar.
"O que você está fazendo?" ele perguntou, com as mãos dele já na cintura dela, mas a pergunta escapou dele mesmo assim. "Por que isso está sempre na sua mente?" Ele brincou, mas os olhos dela, baixos, pareciam perguntar: E não está na sua?
Ele adorava a teimosia e a sinceridade dela, pois ele, afinal, tinha despertado esse desejo nela. Ele tinha certeza disso. "Você também deve sentir alguma coisa por mim, Alicia."
Ali, no estudo dele, ela era inteiramente e completamente dele, empoleirada no colo dele, fechada nos limites daquela poltrona.
Ele ficou vermelho, enxugando as mãos com um lenço. Ela os considerou sujos, recusando o toque dele até que fossem devidamente lavados.
Ela não se levantou, e um certo perfume inebriante permaneceu entre eles. Ela segurou o rosto dele nas mãos dela, mas quando ele se inclinou para um beijo, ela escapou, deixando-o em um estado de expectativa confusa.
A dinâmica deles na cama e fora dela era notavelmente diferente, um fato que William Cavendish chegou a perceber. Nos momentos de paixão, eles eram ternos e gentis, cada um dando e recebendo com igual fervor. Mas fora do quarto, cada um deles seguia os próprios interesses, suas interações marcadas por uma certa distância. A expressão dela, depois dos encontros íntimos deles, era de total indiferença.
Durante o jantar, William Cavendish se viu perdido em pensamentos, encarando Alicia, a comida no prato esfriando e sem apetite. Mesmo em meio à nova harmonia deles, ele era atormentado por um medo persistente, um medo de que o interesse dela por ele diminuísse.
As afeições de Alicia eram passageiras e superficiais. Ela era a dona do próprio mundo. Ele valorizava cada momento em que podia reivindicá-la na cama.
Ele se absteve de discutir os planos deles ao retornar a Londres, contente em saborear esses momentos ininterruptos de intimidade. Ele aderiu ao acordo tácito deles em relação aos dias ímpares e pares, exercendo restrição e limitando a intimidade deles às mãos e aos lábios, um compromisso que ele achou surpreendentemente gratificante.
Que isso continue indefinidamente, ele refletiu. Assim que eles retornassem ao abraço sufocante da alta sociedade, ele não seria mais capaz de se agarrar a ela com tanto abandono.
Havia certas regras não escritas, afinal. Um marido que ousasse amar a esposa era motivo de riso. O amor devia ser encontrado nos braços da amante, não da esposa. E um marido não devia ter ciúmes do amante da esposa, a menos que ela exibisse o caso abertamente, humilhando-o publicamente e potencialmente turvando as águas da linhagem do filho mais velho deles.
Um amante, na verdade, era um testemunho do fascínio de uma esposa, uma fonte de orgulho para o marido. Quanto mais ela atraía, mais refletia a própria virilidade dele. Ele deixou esses pensamentos de lado, de repente achando essas regras não escritas totalmente desagradáveis.
Ele tinha inicialmente esperado que, por meio de sua aquiescência e aceitação de uma posição inferior, ele pudesse possuí-la silenciosamente. Quando descobriu o apego crescente dela a ele, ele pensou que a vitória estava ao alcance.
Mas então Alicia, com um entendimento inato que desafiava a instrução, o tinha derrubado, montando-o, a forma esguia e pálida dela, uma visão contra o pano de fundo da sala. Com uma graça quase etérea, ela o tinha conquistado, sua cintura esguia balançando em um ritmo que só ela podia ouvir.
Lá estava ele, totalmente vestido, agarrando a gravata, um gemido estrangulado escapando dos lábios dele quando ela mordeu os dela, os olhos dela questionando a hesitação dele em beijá-la. Ele tinha ansiado por dominá-la, mas as mãos dele apenas pairavam na cintura dela, todo o corpo dele tenso com o desejo suprimido, uma sinfonia de gritos contidos ecoando no silêncio.
Sou mais velho e mais maduro; devo aprender a controlar esse desejo interno, essa agonia requintada, ele pensou, com o corpo convulsionado pelos tremores da liberação suprimida.
Ele foi o primeiro a ser possuído, o primeiro a ser conquistado. Em meio às ondas de prazer, William Cavendish não pôde deixar de pensar: eu me rendi.
"Você é uma pequena encantadora, Alicia", ele respirou, finalmente percebendo que ele era o que tinha ensinado a ela a conquistá-lo. Ele tinha hesitado em se entregar totalmente, mas ela não tinha essas dúvidas.
A maneira como a cintura dela arqueava contra a coxa dele, a maneira descontraída como ela questionava sua indulgência excessiva — tudo foi predeterminado.
"Alicia", ele sussurrou, "Eu vou te amar por uma eternidade. Eu vou te adorar, ficar louco por você, sempre."